Capítulo 110 Restaurante

O Karadeniz Sofrası cheirava a óleo velho e a ausência. Kaan parou o carro a meia quadra, o motor ainda quente, os olhos varrendo as janelas escuras e a porta de entrada que um dia recebera clientes e agora parecia só madeira rachada. O letreiro acima da porta estava apagado; uma das letras pendia. ...

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