Capítulo 2 Capítulo 1 - parte 2

Chegamos do lado de fora do salão, o manobrista rapidamente traz o seu luxuoso carro, ele abre a porta do carro para mim, como um cavalheiro, entramos na parte traseira e seu motorista dá partida. Como meu celular tem rastreador, não será nem um pouco difícil para o Frederic e minha equipe me encontrarem. O traidor começa a beijar meu pescoço, não vou negar que senti uns arrepios, até porque não sou de ferro e o pilantra tem o jeito de deixar uma mulher enlouquecida, além de ser muito bonito.

Entre beijos e carícias, o pego de surpresa, sentando-me em seu colo, ele explora toda minha boca com sua língua e o filho da pu.ta beija bem. Vai apertando minha bun.da, sinto seu mem.bro volumoso dentro da calça, me mostrando o quanto está excitado. Ele coloca a mão em minha nuca, segurando meus cabelos com força, fazendo-me soltar um gemido, irei matá-lo, mas antes tirarei uma casquinha desse filho da pu.ta miserável.

Chegamos a um hotel e nos recompomos para entrar. Ele vai até a recepção, pede um quarto e seguimos. Ao chegar, assim que ele abre a porta, empurro-o sobre a cama, ele sorri de lado, mal sabe o otário quais são as minhas intenções.

Abro os botões da sua camisa social, beijando seu peitoral totalmente musculoso, ele joga a cabeça para trás, aproveitando o prazer, continuo descendo, abro o zíper da sua calça e noto que pelo volume, seu membro é maior do que pensei. Abaixo e retiro sua cueca, vendo seu pa.u saltar duro feito pedra e pulsando, mostrando todo seu te.são. Começo a fazer meu trabalho, massageando e chupando, vendo-o delirar de prazer e em poucos minutos gozar. Limpo minha boca e ele faz menção para continuarmos.

— Já volto, preciso ir ao banheiro. — ele assente.

Sigo para a suíte, me trancando e pegando o celular em seguida para enviar uma mensagem ao Frederic. Abro a chuveiro, para não fazer barulho e o crápula não acabar desconfiando.

“Já chegou?”

Angel

“Sim, estou aqui. É só dar a ordem para subirmos.”

Frederic

“Podem subir.”

Angel

— Está tudo bem aí? — ouço batidas na porta e ouço a voz do traidor.

— Já estou saindo.

Guardo o celular, pegando minha arma. Me olho no espelho do banheiro antes de sair e sorrio.

— Hora do show! — sussurro.

Coloco a mão para trás, escondendo a arma e ele vem todo se achando o fodão para cima de mim, até baterem na porta do quarto.

— Serviço de quarto.

— Não pedi nada. — ele grita em resposta.

— Cortesia da casa, senhor.

O idiota vai até a porta, e ao abri-la, se depara com o Frederic apontando a arma para sua cabeça.

— Se der um pio, você morre.

Bastante assustado, olha para trás e se depara comigo apontando uma arma para ele também. Levanta as mãos em rendição, com os olhos esbugalhados.

— O que querem de mim? Se for dinheiro, podem levar tudo, só não me matem.

Solto uma risada crua.

— Dinheiro não basta, quero sua vida. Se fizer tudo que eu disser, talvez eu te deixe viver — olho bem séria — Ajoelha! — ordeno e ele o faz, colocando as mãos atrás da cabeça.

— Quem é você?

— Seu pior pesadelo. — ponho a arma em sua cabeça.

— Não me mata, por favor. — suplica e começa a chorar.

— Ué, cadê o garanhão que me seduziu a noite toda e me trouxe até aqui?

— Lembre-se que seu pai quer ele vivo. — Frederic comenta, ainda com a arma apontada.

— Eu sei, mas estou pensando seriamente sobre isso. Acho que posso me deliciar em torturá-lo.

— Seu pai vai me matar, se você fizer isso.

Retiro do suporte de armas na minha perna, uma faca fina, porém, muito precisa.

— Um dedinho só ou dois, não irão fazer falta né? — estendo a mão — Anda, me dá a mão!

— Pelo amor de Deus, moça... — o pilantra suplica, quase se mijando de medo.

— Deus? Ele não vai ter piedade de um traidor como você. Me dá a mão ou eu atiro! — ameaço.

Ele me dá a mão, ainda com medo e choramingando. Minha vontade é de rir, mas sou profissional demais para isso. Em seguida, arranco dois dedos de sua mão, sentindo-me maravilhosa. Ele gr

ita muito, vendo seu sangue jorrar.

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