CAPÍTULO 289

ALEXANDER

A estrada parecia interminável. Eu estava no banco do passageiro com a mandíbula travada com tanta força que doía, os olhos fixos na faixa de asfalto que desaparecia sob os faróis.

Leo dirigia em silêncio, as duas mãos no volante, o ponteiro do velocímetro bem acima do limite.

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