CAPÍTULO CENTO E VINTE E TRÊS

BRIELLE

Entrar de fininho num café às dez da manhã não deveria ter parecido como cometer um crime.

E, no entanto.

Abaixei mais o boné, puxei os óculos escuros pelo nariz e parei do lado de fora da porta de vidro, como alguém prestes a assaltar o lugar em vez de pedir um latte. O sininho acima...

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