CAPÍTULO CENTO E QUARENTA E OITO

DAMIEN

A cidade passava borrada pelas janelas, mas eu mal a via.

Eu dirigia no piloto automático, com o gosto de sangue e uísque ainda na boca, vindo do escritório de Thomas Lancaster. Meus nós dos dedos latejavam onde eu o havia socado, mas a dor física não era nada comparada à tempestade que rugi...

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