CAPÍTULO CENTO E SETENTA E CINCO

DAMIEN

A sala de conferências na ala privativa do Grand Hotel Kempinski, em Genebra, cheirava a couro caro, café suíço forte e frustração mal contida.

Eu estava sentado na cabeceira da longa mesa de mogno, com as mangas arregaçadas até os cotovelos, os dedos tamborilando uma vez na madeira polida ...

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