CAPÍTULO CENTO E OITENTA E QUATRO

BRIELLE

—Você devia contar pra ele, amiga.

A voz de Aria cortou o zumbido quieto do café como um tapa. Ela se inclinou sobre a mesinha de mármore, os olhos arregalados e sérios, e um dedo perfeitamente feito apontado direto para mim.

Pisquéi, no meio do movimento de levar meu matcha latte aos...

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