CAPÍTULO TRINTA E UM

BRIELLE

A lua já tinha se içado mais alto, prateando as ondulações com uma luz fria demais para se sentir. O píer se estendia sob nós como um osso quebradiço, a madeira empenada e estilhaçada por anos de intempérie. A cada poucos segundos, a água batia nele com um tum seco e oco, como um coração le...

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