Capítulo 154

ARIA

Não sei por quanto tempo corremos.

O tempo se fragmenta em impressões: a queimação nos meus pulmões, o calor úmido das lágrimas de Matteo contra meu pescoço, o jeito que os gritos de Leon engasgam sempre que o chão treme. O mosteiro já não é mais um lugar, mas sim uma coisa viva, corredor...

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