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Uma terra amaldiçoada, como todos diziam, era um antigo pântano, no meio de um brejo na Louisiana, onde muitas propriedades que eram antigas fazendas foram abandonadas, e era um lugar antigo, de famílias tradicionais, fazendeiros, cujas lendas diziam que tinham feiticeiros, bruxas, criaturas desaparecidas, entre várias gerações de cemitérios indígenas.
Na cidade mais populosa viviam os políticos, uma cidade de alto padrão para a alta sociedade, assim como mafiosos e criminosos.
No passado, antes dos rumores e lendas urbanas dizerem que aqueles que viviam nesses pântanos eram bruxas e feiticeiros, alguns escravos que fugiram e buscaram vingança contra seus algozes, os mafiosos procuravam essas bruxas e feiticeiros que viviam nos pântanos.
Até hoje há poucos deles, isolados, que ainda são procurados para lidar com assuntos que os humanos não conseguem resolver.
Por vários anos, aqueles pântanos e brejos entre lama e areia movediça, no meio de pântanos e das águas profundas que cortavam o brejo, que viviam entre jacarés e aquele lugar, que era usado até para despejo ilegal no pântano, eliminando arquivos de esqueletos que foram encontrados.
Feiticeiros, bruxas são herdeiros que venderam boa parte das propriedades para os mesmos mafiosos e políticos, mas continuam seus negócios.
- Bem, senhores, precisamos de empreendedores. – Disse um dos mafiosos de terno, no meio de um círculo de negócios da máfia.
Acontece que, de todas as formas, empresários inescrupulosos, entre políticos corruptos, que viviam naquela cidade, investiram em incentivos fiscais, quero dizer, aquela cidade se tornaria uma versão americana da Suíça, onde criminosos poderiam vir e se livrar dos impostos, escondendo seu dinheiro.
Contanto que o escondessem lá, investissem na cidade, em infraestrutura, também em projetos populacionais.
- Podemos ter inúmeros empresários que ganhariam dinheiro, assim como outros criminosos e políticos que teriam cobertura e seguro. – Disse outro homem.
Aquela sala estava escura, enevoada pela fumaça de cigarros e cachimbos.
E por muito tempo depois, quando investigariam o que aconteceu naquela região, quando descobriram inúmeros corpos de pessoas em vários níveis de decomposição, pedaços que foram devorados por crocodilos, nos quais foram apagados como uma queima de arquivo da máfia Giacomo na cidade de Louisiana.
Devido à sua fama, demorou para encontrar proprietários e até construtores que aceitassem o tipo de negócio entre inúmeros engenheiros, então, quando demorou para encontrar um empreiteiro, o que levou inúmeras empresas a rejeitarem planos para estruturas, com soluções, no desenvolvimento da estrutura urbana.
Ainda era um ambiente que poderia servir como esconderijo para rotas de fuga das autoridades.
Então, houve um leilão de licitações governamentais, no qual algumas empresas se revezaram, com inúmeros benefícios para construção e infraestrutura, devido a isso construíram inúmeros condomínios, tanto apartamentos quanto casas, havia inúmeras residências, com população e infraestrutura.
Então, no meio das obras, uma série de acidentes aconteceu, desde engenheiros e inúmeros trabalhadores manuais, que afundaram em lodaçais, até mesmo devorados por animais selvagens, tiveram que parar temporariamente as obras porque derrubaram vegetação e árvores que não podiam cortar.
Tiveram que reflorestar e replantar árvores que, em teoria, estavam em extinção e só existiam naquelas florestas pantanosas.
No meio de inúmeros acidentes, tragédias, mortes, em mais de cinco edifícios, no meio dos vários pilares de sustentação no meio das obras, vários engenheiros desapareceram com as várias interrupções, até pensaram que o lugar estava amaldiçoado, devido aos rumores de um feitiço que foi lançado lá.
Então, tiveram que paralisar mais uma vez, até que alguns funcionários que estavam envolvidos nas construções, conseguiram descontos e até residências gratuitas para continuar a construção e retornar, devido ao medo, muitos deles fugiram, alguns retornaram pelos benefícios.
Então, pouco antes de todos os projetos serem finalizados, quando as famílias desses trabalhadores vieram visitar os grandes edifícios e residências finalizadas.
Quando houve um terremoto, no meio das crianças felizes, entre os pilares de sustentação que tremiam, quando colocaram as últimas vigas...
- Você sentiu isso? - Disse uma das meninas.
Quando todos seguiram os gritos, os gemidos, no meio do terremoto, que estava acontecendo na cidade.
- Fujam para a rua. – Disseram os engenheiros e construtores.
Muitos fugiram, quando tentaram pegar os outros funcionários dos prédios das residências vizinhas, o pior aconteceu...
Mais de vinte residências não desabaram, mas o pior foi que o que as sustentava e impedia de caírem em direção ao solo, ou afundarem na lama, era que inúmeros construtores, antes de conseguirem escapar, ficaram presos sob inúmeros pilares, alguns deles, eram os pilares centrais, inúmeras pessoas tentaram ajudar, mas não conseguiram, quando estavam bem no epicentro de um desastre, no meio de um terremoto.
- Precisamos tirar você daqui... - Disse uma mulher.
Ela era engenheira.
-
Você não entende. - Disse um homem, logo abaixo do pilar que o esmagava.
-
Se você tentar me tirar daqui, nós dois vamos morrer, porque tudo vai desabar e cair em cima de nós...
-
Temos que fugir... - Disse outro.
-
Sinto muito. - Disse a mulher.
Após mais de duas horas de terremotos, quando os especialistas do corpo de bombeiros vieram testar a segurança, também foram levados para o centro de cada estrutura, quando viram que era tarde demais para salvar alguém.
- Eles morreram. - Disse um paramédico, quando não sentiu a pulsação do pulso, nem da carótida.
Foi assim que mais de vinte casas, disseram os especialistas em engenharia civil, fugiram, quando chegaram lá.
- Os corpos, cujo abdômen até o final da cintura foi esmagado pelos pilares, até um pilar central, se os tirarmos debaixo daquele lugar, tudo vai desabar e cair em cima de nós. – Disseram.
Então, todos viveram com corpos, que se decompuseram sob estruturas que até hoje, mesmo após mais de cem anos terem se passado, ainda existem lá para manter as estruturas das casas intactas.
Durante os dias frios, entre o silêncio da noite, nos murmúrios que todos ouviam, espalhados pelos canos, entre os rios, começaram a chamar essa cidade de assombrada.
Em que muitas pessoas afirmam que essas residências, além de ouvirem rangidos, pedidos de ajuda, gritos, paredes que se ouviam rangendo, conversas, em que todas as residências são assombradas pelos espíritos daqueles que ficaram presos nas estruturas.
Nunca conseguiram remover os esqueletos e os restos dos corpos que ficaram sob as estruturas das residências, onde chamaram padres, fizeram oferendas, mas gritavam.
Os gemidos e sussurros nunca desapareceram, mas é uma grande estrutura que suporta e resiste até a furacões.
Mais afastada da cidade, há uma vila de pescadores, durante lendas e contos urbanos, falavam dos zumbis, da música dos mortos, feita pelas costelas das vítimas das bruxas, e seus restos, mais longe na vila de pescadores abandonada, há uma canção ou até mesmo os gritos dos rangidos do além.
Os pescadores que ainda vivem nas vilas de pescadores dessa cidade, dizem que não saem durante as noites de lua cheia, nas sextas-feiras, porque são tomados por ilusões, as bruxas e rainhas do vodu e seus maridos, usam as lendas e os avisam para não saírem ou pescarem durante essas sextas-feiras, porque podem não voltar.
Os zumbis pegos nas névoas noturnas, caçam os pescadores no mar nesses dias, então além de caçá-los, simplesmente adicionavam mais zumbis ao exército, então as pessoas que gritavam não eram ajudadas, os navios ancoravam no porto após horas na névoa.
Toda semana, sempre havia um grupo de pescadores, mesmo com os avisos, que se dirigiam para o mar, quando partiam em direção ao mar.
Os inúmeros barcos não eram encontrados até o final da semana, quando encontravam corpos decompostos emaranhados no meio das redes durante o dia, pelos outros pescadores.
