Capítulo 4 Capítulo 1.1 Liam
— Eu estou sendo indiciado, pela minha enteada. A minha mulher morreu, e deixou sob a minha tutela, o meu enteado e meu filho. Porém, minha enteada está me acusando de maltratar tanto a minha mulher como meus filhos. E posso provar que eu sou um bom pai, tento fazer tudo possível que uma criança precisa e isso entr**.— ele diz tentando passar verdade, mais com o passar do tempo consigo ver quem está falando a verdade e nesse momento eu sinto o quanto ele está mentindo, mas não o deixo terminar.
— Senhor Medeiros, peço desculpas, mas não poderia lhe aconselhar, se tudo que me falou for verdade, seria melhor o senhor contratar um advogado.— falo já sem paciência.
— Eu já fiz, porém, ele me aconselhou vir falar com senhor, ele disse que possivelmente o senhor pegará o meu caso.
— Sendo assim, peço que o senhor vá embora. Se eu for o juiz no seu processo, isso é ilegal. Agora pode sair da minha sala. — Falo apontando para porta. O que ele pensa que está fazendo vindo até minha sala? Agora que não descansarei até saber sobre o seu caso, agora fiquei pensando por que o sobrenome dele mudou?
— Pensei que o senhor fosse mais humano, é assim que sua fama diz. Pode ser duro, mais o seu foco é ajudar a família e fazer justiça.
— Se conhece tão bem a minha fama, teria a proeza de não me procurar. Mais não se preocupe sempre tenho um bom julgamento quando se é necessário. Passar bem!— não tenho mais paciência e acabo levantando e brindo a porta para ele sair da minha sala, antes que eu perca o restinho da minha paciência e o jogue pela janela.
Ele parece não gostar da minha atitude, porém ele sair e bato a porta com força!
Merda o que esse homem quer vindo até o meu escritório?
Será que ele sabe quem sou?
Sou desperto com o Bruce entrando em minha sala.
— Liam, você está bem?
— Estou. — Ele me estende o documento, leio com calma um resumo feito e assino.
— Liam, tem certeza que não quer conversar?— ele me pergunta, meu amigo me conhece bem, ele sabe tudo que passei alguns anos atrás.
— Hoje eu o reencontrei. — não preciso falar muito e meu amigo fica tenso.
— O que você fez? O que ele queria vindo até você?
— Eu acredito que ele não tenha me reconhecido, porém veio pedir conselho para o caso dele, alegando que advogado disse que seria eu pegar esse caso.
— Ele ficou maluco? Isso é ilegal! Ele não pode ter contato direto com o juiz da causa!
— Eu sei, e informei mais ele ainda, sim, falou um trecho do que tinha acontecido, e posso te afirma que ele estava mentindo. Não passou verdade e nenhuma das poucas palavras.
— Você sabe que se esse caso for direcionado, terá que pedir uma segunda opinião. Não pode deixar o que ele fez no passado, ser direcionado a situação dele agora.
— Não se preocupe, não costumo julgar assim. E pedirei para o Borges caso eu seja direcionado para esse caso.
— Assim eu espero meu amigo, não deixe que isso te abale meu amigo. Você estar bem, e foque nisso.
— Será assim que farei. Obrigado por me ouvir meu amigo.
Bruce sai da minha sala, e fico com merda do caso dele na minha cabeça. Resolvo voltar a minha atenção para os dois casos que precisam da minha atenção...
