Capítulo 5 5

Ômega Narrando,

Os meus sogros vieram ver como meu Alfa estava, e ele aproveitou para perguntar sobre o se Hut, e foi aconselhado e tomar remédio por eu estar no início da gestação não é bom arriscar nenhum esforço mais bruto, e no hut é tudo dez vezes mais intensos ela trouxe diversas vitaminas e ficou toda animada quando soube que ele seria um alfa, a linhagem da família não se perderia, mas se viesse um omega não teria problema.

Assim que eles foram embora nos alinhamos na nossa cama, sentindo o cheiro um do outro e fazíamos planos para um futuro não muito distante, eu queria apenas que nosso filhote nascesse saudável e que eu pudesse ser uma mãe incrível para ele pois eu sei que meu Alfa seria o melhor pai que ele poderia ter.

As semanas foram passando e eu a cada dia sentia a minha barriga esticar e dar aquele formato arredondado que se mexia o tempo inteiro, deixando claro que seria um Alfinha bem arteiro assim como seu pai era quando criança.

Tudo na nossa casa já estava pronto para chegada dele até mesmo as peles de raposas que meu Alfa trouxe na última caçada, o mal-estar que me rondou toda noite e ao amanhecer dava indícios que ele iria nascer, e mesmo com medo eu estava muito mais feliz pois logo, logo teria meu filhote em meus braços.

Alfa Narrando,

Eu passei meu Hut dopado e foi assim durante toda a gestação do meu ômega, não queria de forma alguma que se machucasse e que o nosso filhote corresse algum risco, agora messes depois eu estava aqui sentado na sala aflito ao lado do meu pai pois meu filhote iria nascer, a noite e a manhã foram de fortes dores eu conseguia sentir através da marca e meu ômega foi muito forte ao resistir todas elas.

Pai: Meu filho se acalme.

Não consigo pai, eu consigo sentir tudo que meu ômega ta sentindo, não é a mesma intensidade, mas me dá pavor só de imaginar ver eles sofrendo.

Pai: Se acalme, isso é normal em todas as gestações logo vão vim avisar que seu filhote nasceu e está tudo bem com eles. - Eu estava pra fazer um buraco no chão de tanto andar, mas aí eu ouvir um choro logo depois da porta e sentir meu ômega se encher de alegria havia nascido, o médico veio me chamar e entrei quase correndo, beijei meu ômega e segurei meu filhote em meus braços tão pequeno tão lindo que fiquei com medo de derrubar.

Ômega: Ele é lindo amor é a sua cara olha ese biquinho.

Obrigado por me dar esse presente, por ter me dito sim e por me amar.

Ômega: Eu que agradeço, mesmo não te dando bola você não desistiu de me conquistar.

Nunca desistiria, é o nosso destino ficarmos juntos.

Ômega: Para todo o sempre.

Para todo o sempre.

Autora Narrando,

O amor estava ali antes mesmo de se olhares, antes mesmo de se pensar em um cortejo ou até mesmo pensar que eram de fato predestinados almas gêmeas, mas o amor permaneceu ali e foi inevitável não deixar aflorar desde a primeira vez que se tocaram. O alfa sabia que a parti dali aquele ômega seria seu e que até mesmo em outra vida eles iriam se reencontrar.

O filhote crescia saudável, esperto e cheio de pose assim como o pai, protetor ao extremo com seu pai ômega, a quem dizem que chega ser ainda mais ciumento que o papai Alfa, mas isso não é um problema é a certeza que na ausência so Alfa o mini alfa vai cuidar e proteger do omega da família.

Aprendi que mesmo na fantasia de um profundo livro o amor entre tribos raças e diversas criaturas podem ser a mais distintas e sinceras histórias de amor, que mesmo que nem todos acreditem em alguém vai se identificar e desejar ser amado dessa maneira.

Que o amor venha para todos, que seja sincero e intenso, com vontade de sentir todos os dias e que lhe transmita verdade.

Há histórias que o final é o já esperado, mas que a mensagem passada é a que ninguém esperava e assim podemos todos nos surpreender com as descobertas de cada capítulo.

Eu desejo que todos tenha entendido a mensagem e que a cada capítulo tenham se apaixonado ainda mais por essa doce Fantasia.

Obrigada por me acompanhar até aqui, nos vemos em breve.

Um beijo Nat.

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Novo conto, ALFA X ALFA

— Senhor Park Jimin!

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A voz do meu adorável, e igualmente terrível, filho, inunda o breu do cômodo e reverbera sobre a calmaria da água da piscina.

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Como pode o ômega mais enérgico que conheço e já conheci, possuir a essencial corporal mais calmante existente? Quando pequeno, o chamávamos de chazinho de camomila e todo mundo que o colocava para dormir, acabava dormindo antes dele, por isso, sempre era necessário a supervisão de uma segunda pessoa para nenhum acidente ocorrer.

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Isso é munição para ele, pode aprontar o que bem entender, visto que seu cheiro dopa a mente de quem quer que seja e assim ele sai ileso da bronca.

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Como agora. Tem consciência de que não deve sair pela casa gritando meu nome dessa forma, visto que me assusto facilmente. Se não fosse tão tarde e eu não estivesse tão dolorosamente exausto, e seu bendito cheiro não estivesse amolecendo até minha alma, com toda a certeza, perguntaria em que buraco ele enfiou a educação que eu e sua mãe demos.

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E aqui está ele.

Eu, mal conseguindo manter meus olhos abertos, me restrinjo a deixar minha taça de vinho de lado. Volto minha atenção e olho bem para sua cara, analisando a expressão de quem sabe que fez o que não devia, e digo:

— É pai para você, JunSeo. Pai!

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— Tudo bem, senhor Park Jimin, eu entendi.

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Ele também sempre foi um tanto intrometido, como neste instante, onde está movendo minhas pernas para fora da espreguiçadeira, para poder se sentar ao meu lado. A única coisa que desejei assim que coloquei os pés em casa, foi beber um bom vinho na beira da piscina, no escuro, só que, aqui estou, sentado de qualquer jeito, dividindo, por enquanto, um silêncio que pode se tornar desconfortável caso ele não abra logo a boca.

O leve bater do seu pé direito e a forma com a qual morde a ponta do dedão olhando para o nada, deixa bem claro que ele não está aqui por ter sentindo saudade de passar um tempo comigo.

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Analisando os quase imperceptíveis espasmos do seu corpo, mesmo na claridade precária, sei o que irá pedir ou anunciar algo, e quando se trata disso, pode levar um bom tempo para proferir a primeira palavra. Então é melhor quebrar a crescente tensão em seus ombros.

— O que foi? — pergunto, enfim, encarando de canto o rosto que é uma cópia precisa da mãe.

— A tia Somi me ligou. Disse que tentou entrar em contato, mas não conseguiu. — Aperta os lábios e me analisa muito bem.

— Depois entro em contato. Hoje foi uma loucura, tive que me desdobrar em três. Hoje não, a semana toda foi uma correria maluca.

— Jimin?! — Sua cabeça tomba levemente, preocupação e chateação pincelado seus olhos bonitos.

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— Uma sexta-feira sem o Junghee comandando a cozinha no período da noite. O Yejun me ligou aos prantos implorando por ajuda. Segunda e terça, ele, junto da Ailee, entrevistaram algumas pessoas. Quarta e quinta, foi tranquilo para ele ser o substituto, pobre homem, pagarei o dobro quando formos calcular as horas extras. É o chefe da cozinha no período diurno, nem divertia se prontificar a ajudar em outro horário, mas é três vezes pior do que eu quando o assunto é serviço, e precisei dele, vamos fazer o quê, certo? Mas quando conferiu a demanda de hoje, soube que não daria conta, já havia atingido o nível máximo de cansaço.

— Qual restaurante?

— O do Jardins.

— O da cobertura? — Sua cara deixa claro que até ele, que não tem interesse nos negócios da família, sentiu o peso da situação. — Logo o favorito da socialite?

— Entende, não é? — Esfrego o rosto e o sono surge feito um ladrão na calada da noite.

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Meu corpo está pedindo um tempo e meu filho é uma caixa de calmante. Acho que dormirei aqui mesmo. Um cochilo de umas vinte horas, pelo menos.

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— Jimin, aquele lugar é um inferno! As pessoas realizam reserva com meses de antecedência. Em todas às vezes que visitei, não achei uma mesa ou banco no bar. Logo eu, o herdeiro!

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— Por isso decidimos não abrir aos fins de semana, e não abrir nas segundas e terças, também. Não tem como manter a saúde física e mental com aquele lugar aberto o tempo todo.

— Isso explica todo esse ar cansado ao seu redor, e o seu cheiro extremamente fraco. Sendo sincero, seu estado é deprimente.

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— Eu sei...

— Não sabe! — retruca impaciente, e lá, no fundo, eu sinto toda a sua preocupação com relação a minha saúde física e mental. — Você precisa, urgentemente, entrar em seu Mercedes, usando um daqueles caríssimos óculos de sol, e só parar quando estiver entrando na propriedade da casa de praia.

— Jun, você sabe que não é bem assim. São sete restaurantes, sabe que revezo em dois durante a semana e trabalho em outro no sábado... Não posso simplesmente ignorar o meu serviço.

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