Capítulo 131 131: LUNA

São olhos febris, turvos, mas vivos. Eu não os vejo como os outros veriam — eu os sinto. Sinto pelo jeito que a respiração dele muda, pelo silêncio atento que se forma quando ele desperta, pelo modo como o corpo dele se inclina minimamente em minha direção, como se a alma reconhecesse o caminho ante...

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