Capítulo 134 134: FERNANDO

A consciência volta em ondas curtas, quebradas, como se meu corpo estivesse testando se ainda vale a pena me manter aqui. Não há sonhos. Só fragmentos soltos. Vozes distantes que entram e saem. O balanço constante da maca. Um motor grave demais para ser ambulância comum. O som não corre — ele avança...

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