188. O CAVALO

SELINE

O maxilar dele se contraiu.

Uma vez.

Duas.

Eu vi a garganta dele se mover.

Nada saiu.

—Kade...

—Não.

A palavra não foi dura.

Foi quebrada.

Eu congelei.

Ele saiu da cama.

Andou até a janela.

Passou as duas mãos pelo cabelo. Depois ficou ali, imóvel.

As luzes da cidade se refl...

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