Capítulo 33 Covarde ( ryan)

O som do elevador chegando ao térreo foi o único aviso antes que as portas de metal se abrissem para a noite fria da garagem do prédio. O ar gélido atingiu meu rosto, mas não foi suficiente para esfriar o sangue que fervia nas minhas veias.

​Com as mãos ainda trêmulas e ardendo do atrito com os aros...

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