Capítulo 82

(Ponto de vista de Seraphina)

Ele estava certo.

Deitei o assento e puxei a manta até os ombros.

Fechei os olhos.

A vibração dos motores subia pelo assento — constante, regular.

Como uma mão grande embalando um berço.

A consciência começou a afundar.

Em algum lugar entre o sonho e a vigília, s...

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