Capítulo 4 O Encontro Que Deu Errado (Parte 4)
— Isso não vai caber... você vai me rasgar! Por favor, Zayo... não faça isso.
Ele inclinou a cabeça, quase com ternura, enquanto alinhava a ponta grossa e quente contra sua entrada encharcada. A glande bulbosa pressionou contra os lábios inchados de sua vagina, espalhando a umidade dela e dele — um lubrificante natural viscoso e quente que cheirava a especiarias e almíscar.
— Você está molhada o suficiente. Seu corpo me quer, Ruth. Olhe como sua boceta já está pulsando contra mim.
Ele empurrou devagar. Apenas a ponta.
A sensação foi avassaladora. A glande larga esticou sua entrada ao limite, forçando os músculos internos a se abrirem de uma forma que Ruth nunca havia experimentado. Era quente e impossivelmente grosso. Apenas os primeiros cinco centímetros e ela já se sentia preenchida além do suportável.
— Ahh! — Ruth gritou, o corpo arqueando violentamente. Lágrimas escorreram por suas bochechas. — Dói... é grande demais... tire!
Zayo parou, imóvel, apenas a ponta dentro dela. Seu peito largo subia e descia com controle visível. As escamas de seu abdômen roçavam contra a barriga macia dela.
— Respire, pequena. Deixe seu corpo se adaptar. Você foi feita para isso. — Ele se inclinou e lambeu as lágrimas dela, a língua áspera deixando um rastro quente. — Sinta como estamos conectados. Como você me aperta tão perfeitamente.
A cauda dele deslizou por baixo, enrolando-se em volta da coxa dela e vibrando suavemente, enviando ondas de prazer que distraíam da dor inicial. Aos poucos, a ardência deu lugar a uma pressão profunda, pulsante. O pau dele latejava dentro dela, cada pulsação enviando choques elétricos direto para seu clitóris.
Ruth mordeu o lábio até sangrar, tentando lutar contra as sensações.
— Eu odeio você... — sussurrou ela, a voz falhando.
Zayo rosnou baixo, mas não com raiva, com desejo.
— Olhe para você... molhada, apertando a ponta do meu pau como se não quisesse soltar nunca mais.
Ele começou a mover-se em estocadas mínimas e controladas, apenas balançando a glande larga para dentro e para fora, nunca indo além da ponta. Cada movimento fazia um som obsceno de molhado ecoar no quarto luxuoso. O pau era tão grosso que pressionava todos os pontos sensíveis ao mesmo tempo, roçando contra o ponto G dela com precisão brutal.
Ruth sentiu o orgasmo se construindo novamente, rápido e traiçoeiro.
— Eu... eu... eu vou... — Ela ofegou os cachos escuros espalhados no travesseiro, o corpo brilhando de suor.
— Vai sim — Zayo ordenou, a voz dominante. Ele soltou um de seus pulsos e desceu a mão até o clitóris dela, esfregando em círculos firmes com o polegar escamoso enquanto continuava as estocadas superficiais.
— Goze para mim, noiva. Mostre que é compatível. Mostre que pode tomar meu nó inteiro um dia.
O prazer era demais. A combinação da ponta grossa esticando-a, da vibração da cauda na coxa, dos dedos habilidosos no clitóris e dos feromônios que ele exalava no ar tornou impossível resistir.
Ruth gritou quando o orgasmo a atingiu com força devastadora. Seus músculos internos contraíram violentamente ao redor da glande dele, ordenhando a ponta como se quisessem puxá-lo mais fundo. Ondas quentes de prazer explodiram de seu centro, fazendo suas pernas tremerem descontroladamente, os seios balançando com cada espasmo. Ela odiou cada segundo, odiou o som que escapava de sua garganta, odiou as lágrimas de rendição, odiou como seu corpo traía tudo em que ela acreditava.
— Ahh, porra... — gemeu ela, o corpo convulsionando.
Zayo ronronou de puro triunfo, os olhos semicerrados de prazer. Ele manteve a ponta dentro dela durante todo o orgasmo, sentindo cada contração apertá-lo.
— Isso... boa garota. Tão apertada. Tão perfeita. Seu útero já está chamando por mim.
Quando os tremores diminuíram, Ruth virou o rosto para o lado, soluçando baixinho. A vergonha queimava mais forte que qualquer prazer.
— Eu te odeio... — murmurou ela, a voz quebrada.
Zayo retirou a ponta devagar, com um som molhado obsceno. A glande brilhava com a mistura dos fluidos dela. Ele se inclinou e beijou sua testa com surpreendente suavidade.
— Você pode me odiar, mas logo continuará implorando por mais. Este foi apenas o teste, Ruth. Quando chegarmos a Xyphos, vou te foder de verdade. Vou te encher até transbordar. E você vai amar cada centímetro.
Ele puxou as calças de volta, mas não antes de Ruth ver o pau ainda duro, latejando, muito maior do que a ponta que ele havia usado. A visão a aterrorizou e, contra sua vontade, excitou.
Zayo deitou-se ao lado dela, puxando seu corpo trêmulo contra o peito escamoso. A cauda enrolou-se possessivamente ao redor de sua cintura, vibrando baixinho como um consolo.
— Descanse agora. A viagem é longa. E temos muito mais testes pela frente.
Ruth fechou os olhos, o corpo exausto e traidor ainda pulsando. Lágrimas silenciosas escorriam, ela era advogada e lutaria, tinha que lutar, mas uma parte pequena dela já se perguntava como seria quando ele não parasse na ponta.
