Capítulo Oito: Ecos do passado

Quando a aurora começou a se infiltrar na floresta, lançando longas sombras e despertando as corujas rabugentas de seu sono, Mia acordou com um senso de propósito—e uma dor no pescoço que parecia ter sido instalada por um duende particularmente travesso. As palavras do guardião zumbiam em sua cabeça...

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