Capítulo 50 A Cadeira Vazia

O despertador do celular do Augusto toca às seis em ponto.

Não é um toque suave de manhã de domingo. É um alarme seco, funcional. O som de quem tem um império para segurar antes do café da manhã.

Abro os olhos.

O peso do braço dele sobre a minha cintura me ancora na cama.

Dormimos. De verdade. Quatr...

Entre e continue lendo