
Companheira Indesejada dos Reis Lycan
Jessica Hall · Concluído · 193.0k Palavras
Introdução
Ao conhecer os três reis licantropos, Zirah descobre que os reis não são príncipes encantados. Que isso não seria uma história de amor de conto de fadas, mas uma onde sua vida está constantemente equilibrada na lâmina afiada de uma faca. Uma faca que está pronta para tirar sua vida ou deixá-la horrivelmente quebrada. Os reis não querem nada com ela ou entre si e planejam se livrar dela.
O que eles não esperam é que Zirah lute de volta, mas ela joga com algo muito mais perigoso do que armas. Ela jogará com seus corações.
Zirah tem que escolher um rei, mas segredos serão revelados, e a batalha entre os reis será por mais do que apenas o trono. Eles lutarão pela rainha que tentaram quebrar. Mas há um problema: Zirah quer vingança, e que vingança melhor do que tirar deles o precioso trono?
Capítulo 1
Os uivos dos lobos e o som de mandíbulas se fechando rasgam o silêncio da caverna, e meus olhos se abrem na escuridão sufocante. A princípio, me pergunto se tive outro pesadelo sobre ser invadida, mas um grito aterrorizante envia um raio de pânico pela minha espinha. É isso. Todos vivemos com medo de que eles nos encontrassem; era apenas uma questão de tempo, e nosso tempo finalmente acabou.
Meus pesadelos com os lobos se tornaram tão frequentes e aterrorizantes que eu sabia que algo horrível estava por vir—assim como a vovó sabia.
Rosnados e gritos me fazem sentar ereta, e o primeiro rosnado feroz vindo de algum lugar no corredor da caverna faz meu coração disparar no peito. Eles estão muito perto.
Meus olhos percorrem a caverna escura enquanto eu secretamente rezo para estar errada. No entanto, o som de carne sendo rasgada e garras raspando na rocha me faz jogar as pernas para fora da minha cama de pele de urso.
As cavernas são frias durante o dia e ainda mais frias à noite, mas eram o único lugar onde nos sentíamos seguros. Outro uivo agudo me lembra de como estávamos errados. Não há lugar seguro.
Meus olhos se voltam para a cama vazia da minha vovó com medo, mas antes que o grito na minha garganta se liberte, vejo ela se movendo em direção ao fogo morrendo com um jarro de água. Ela apaga as brasas que ainda brilham levemente e coloca um dedo trêmulo nos lábios. Através da fumaça fina entre nós, observo o ponto de entrada da caverna com olhos arregalados e aterrorizados.
Esses não são lobos comuns com os quais estamos lidando; eles são parte humanos, parte animais. Bestas humanas. Lobisomens.
Essas bestas selvagens são parte do motivo pelo qual a população humana foi tão terrivelmente dizimada. Eles também são o que nos levou a essas cavernas para começar, longe dos monstros que rondam a fronteira da montanha e cercam o reino vizinho.
Mais gritos ecoam alto enquanto eu pulo do meu lugar de descanso antes de me aproximar dela. Vovó olha para a abertura do túnel escuro onde os gritos ficam mais altos, e ela sinaliza para eu segui-la.
Não que haja necessidade. Praticamos esse cenário mais vezes do que posso contar; isso foi incutido em mim desde que me lembro. Nos movemos rapidamente, indo mais fundo na caverna, escalando as rochas e nos esgueirando por fendas apertadas. Apesar de minha vovó ter quase setenta anos, ela se move na escuridão como água corrente.
"Rápido, Zirah, não são apenas lobisomens," ela sussurra, e eu olho por cima do ombro, de repente temendo a escuridão que antes achava reconfortante. Minha visão é melhor do que a maioria, mas esta caverna é como um caixão fechado sem um único raio de luz solar. Estaríamos perdidos se não estivéssemos contando nossos passos agora e arranhando nossos dedos nas paredes para nos orientar.
"O que mais?" eu pergunto.
"Os guardas do Rei Lycan," ela responde. Eu sei que é melhor não duvidar dela. Minha vovó tem o dom da visão. Ela é uma bruxa, uma vidente, velha, mas não menos poderosa. No entanto, seus truques de salão, poções e feitiços não teriam efeito contra um lycan. Eles são uma besta completamente diferente. Parecidos com lobisomens, mas ainda assim muito diferentes. Eles andam sobre duas pernas e são mais rápidos, mais fortes e mais mortais—e também muito maiores.
"Por aqui, rápido," vovó sussurra, me empurrando mais rápido e mais longe pelos corredores frios. "Não podemos deixar que eles te encontrem," ela diz, agarrando minha mão e me conduzindo por outro ramo da caverna. A urgência em sua voz é assustadora, e quando tento buscar em seu rosto alguma segurança, suas feições estão obscurecidas pela escuridão.
"Eu sabia. Eu sabia que quando aquele desgraçado foi embora, ele nos entregaria. Ele arruinou tudo. Eu preciso de mais tempo; eu deveria ter tido mais tempo. A profecia não é para outro ano..." ela murmura antes de suas palavras se perderem.
"Vovó—" tento questionar, mas sua mão tapa minha boca. Ouvimos pessoas correndo, e eu sei que são os lycans. O ritmo deles é muito mais rápido do que o dos lobisomens, e posso ouvi-los se aproximando. O cabelo da minha vovó roça meu rosto enquanto ela olha na direção de onde viemos.
Sua mão treme sobre minha boca. "Se o rei te encontrar e descobrir o que você é—"
"Vovó, do que você está falando?" sussurro. Ela parece uma louca.
"Silêncio, minha filha. Abaixe a voz." Ela agarra meu braço e me puxa para uma área estreita.
"Você não está fazendo sentido," sussurro enquanto ela para em uma inclinação. Ela olha para cima, para o buraco acima, que parece um pequeno ponto de luz do luar brilhando.
"Eu prometi à sua mãe. Agora, eu falhei com ela. Aquele tolo os trouxe direto até você," ela lamenta. Quando agarro seu braço, ela se vira e segura minha cabeça com as mãos.
"Ouça-me! Eles não podem descobrir o que você é. Você deve manter isso em segredo do rei. A morte seria mais misericordiosa," ela gagueja, suas mãos tremendo de cada lado do meu rosto.
"Do que você está falando?"
"Os filhos do rei," ela diz, me soltando para começar a escalar. Eu corro atrás dela, querendo saber do que ela está falando, mas não obtenho mais respostas.
Os sons de pés batendo contra a pedra e homens gritando fazem meu fôlego parar enquanto escalamos pela fenda estreita até a abertura acima, usando nossos pés e mãos para evitar escorregar de volta para o chão da caverna. Cada passo que minha vovó dá faz com que poeira e pequenas pedras caiam sobre mim, mas minhas mãos e pés se recusam a perder a pouca tração que tenho enquanto subimos mais alto.
"Zirah, rápido!" minha vovó sussurra, e quando ela atravessa a abertura acima, ouço um rosnado abaixo. Vovó se puxa para fora, e eu olho para baixo para ver olhos âmbar me encarando.
Nada te faz se mover mais rápido do que saber que garras e dentes aguardam sua queda. Eu grito. Não consigo evitar. Minha vovó acena com a mão acima da minha cabeça quando o lycan salta para a fenda estreita. Ele agarra meu tornozelo e quase me faz deslizar de volta para baixo.
Minhas unhas se rasgam das pontas dos dedos enquanto arranho a parede da caverna, tremendo e chutando minha perna. O lycan ruge abaixo, e suas garras cortam minha pele delicada como uma faca quente na manteiga.
"Zirah, rápido," vovó sussurra, sua mão mal tocando a ponta dos meus dedos. Cerrando os dentes, tento usar meu pé—que ainda está na parede—para me empurrar mais alto. O lycan abaixo de mim perde um pouco a aderência, mas suas garras afiadas se prendem no meu tornozelo e me puxam de volta para baixo.
Minha mão se agita, tentando alcançar vovó. Quando ela consegue agarrar meu braço, a força que ela exerce é surpreendente. O lycan arranha as paredes internas do túnel, tentando me alcançar.
Chutando com o pé, acerto o lado da cabeça dele, e ele cai de volta. Vovó geme, e eu olho para cima para ver seus olhos brilhando em branco. Suas pupilas então brilham em azul enquanto uma corrente de ar se forma ao meu redor, e ela me puxa para fora do buraco estreito. Olho para baixo timidamente, vendo o lycan tentando se espremer pela pequena abertura antes de deslizar de volta para o chão da caverna, incapaz de passar.
Meu tornozelo está um desastre sangrento. Os cortes ardem, mas onde ele cravou suas garras como anzóis dói ainda mais. As feridas horríveis estão quase até o osso. Gemendo, me levanto, afastando as mãos preocupadas da minha vovó.
"Rápido, me mostre," vovó sussurra, mas eu balanço a cabeça, empurrando-a para continuar.
"Não temos tempo. Vá," sussurro para ela. Ela acena com a cabeça, escalando o terreno rochoso enquanto tentamos contornar aqueles que nos perseguem, cada passo doloroso enquanto meu tornozelo incha. Só precisamos chegar ao outro lado da montanha onde fica a praia. O penhasco aqui é rochoso e oferece alguma cobertura, mas nosso cheiro nos entregará rapidamente.
E isso acontece imediatamente.
Para piorar, é lua cheia, o que significa que as bestas que nos perseguem estão em plena força. Vovó escorrega em uma pedra solta, e eu mal consigo segurá-la. Estabilizando-a em seus pés, empurro e arrasto-a ao redor da borda da montanha. Quando um rosnado estrondoso explode na direção para a qual estamos correndo, eu congelo, e vovó também. Meus olhos se movem nervosamente, tentando localizar os intrusos enquanto procuro outra saída, mas só vejo uma pequena plataforma antes da borda do penhasco.
Vovó dispara, deslizando e escorregando na superfície lisa, e eu a sigo, pensando que talvez ela veja algo que eu não vejo. Assim que meus pés descalços tocam a rocha lisa abaixo, garras arranham as pedras, fazendo um som horrível.
Meu olhar se ergue, e eu fico cara a cara com um lycan rosnando. É a primeira vez que vejo um de perto, e eles são mais aterrorizantes do que eu jamais imaginei. Ele nos persegue, e quando dou um passo para trás, vovó agarra meu braço com força. Outro rosnado feroz vem do outro lado de nós, e eu me viro rapidamente para encontrar um segundo lycan se aproximando.
Minha cabeça se move de um lado para o outro, tentando observar ambos quando minha vovó solta meu braço. Por algum motivo estranho, quando tiro os olhos dos lycans, vovó está com o sorriso mais bonito.
"Estamos sem tempo. Tempo é algo contra o qual venho lutando há dezoito anos. Eles podem ser filhos do rei, mas estão longe de serem dignos," ela sussurra, e eu dou um passo em sua direção.
Ela dá um passo para trás, e eu estendo a mão para ela com os olhos arregalados, mas ela balança a cabeça. Meu coração dispara no peito. A sensação intuitiva de saber o que está por vir faz meus lábios tremerem, e minha mão tateia o ar em busca dela. "Eu preciso te deixar ir, minha doce menina. Use os ofícios. Lembre-se do que te ensinei."
"Não," eu engasgo enquanto o som de garras raspando nas rochas fica mais alto atrás de mim. Sem olhar para trás, sei que estamos encurraladas, sem para onde correr.
"Eu não vou voltar lá, Zirah. Eu não posso, não depois da última vez." Suas palavras me confundem. Nunca saímos das montanhas; é o único lar que conheço. Seus olhos se movem atrás de mim, estreitando-se furiosamente.
"Eles te encontraram, mas vão se arrepender." Ela ri antes de dar mais um passo para trás.
Sentindo que algo está errado, estendo a mão para ela, mas ela dispara em uma corrida repentina em direção à beira do penhasco. Meus olhos se arregalam de horror; é alto demais para pular daqui. Meu grito é alto e visceral enquanto assisto, horrorizada, ela tirar a própria vida.
O oceano pode estar abaixo, mas não importa quão rápida seja a corrente, seria como bater em cimento dessas alturas. Se de alguma forma ela sobrevivesse ao impacto inicial, nunca sobreviveria às rochas pontiagudas que revestem o fundo.
Meus pés deslizam na superfície, e eu caio de joelhos, espiando a borda na escuridão. Lágrimas queimam minha visão quando o movimento atrás de mim me faz olhar por cima do ombro. Ela se matou. Ela preferiu morrer a ir com eles, o que decide minha mente.
Vovó é destemida; se ela teme essas bestas, é melhor eu ir com ela. Rapidamente me levantando, recuo, reunindo coragem antes de correr para a borda.
O rosnado que rasga o ar arrepia minha pele. Então, o ar é subitamente arrancado dos meus pulmões, e sou esmagada sob um peso pesado. Instantaneamente, me debato, grito e tento me libertar. O peso levanta ligeiramente, e mãos enormes com garras me agarram, me virando de bruços, me prendendo ao chão.
Pés peludos param ao meu lado, e enquanto uma respiração quente desce pelo meu pescoço, eu jogo minha cabeça para trás. A dor vibra pelo meu crânio quando faço contato, e a besta em cima de mim geme e fareja alto. Virando, eu o acerto na lateral da cabeça, apenas para ele me empurrar de volta de bruços. Ele pressiona um joelho pesado entre minhas omoplatas e bate seu punho na lateral da minha cabeça. O golpe é forte, e meus olhos piscam enquanto meus ouvidos zumbem alto. Minha visão se estreita, e eu pisco. Parece que minha cabeça foi rachada na rocha como um ovo. A dor explode, percorrendo meu crânio e pulsando atrás dos meus olhos, roubando minha visão. No segundo seguinte, tudo o que vejo é escuridão.
Últimos Capítulos
#136 Epílogo
Última Atualização: 1/21/2026#135 Capítulo 66
Última Atualização: 1/21/2026#134 Capítulo 65
Última Atualização: 1/21/2026#133 Capítulo 64
Última Atualização: 1/21/2026#132 Capítulo 63
Última Atualização: 1/21/2026#131 Capítulo 62
Última Atualização: 1/21/2026#130 Capítulo 61
Última Atualização: 1/21/2026#129 Capítulo 60
Última Atualização: 1/21/2026#128 Capítulo 59
Última Atualização: 1/21/2026#127 Capítulo 58
Última Atualização: 1/21/2026
Você Pode Gostar 😍
Dominada pelo Consigliere
Ela levantou virando as costas, soltando o ar com força comprimindo os lábios, apertando o objeto que estava prestes a engatilhado.
Maria Eduarda havia o rejeitado há quatro anos, só que agora, Maicon havia sido aquele escolhido para casar com ela, que tentava dia após dia, fazê-lo se arrepender, sem sucesso.
“Deixá-la agora seria desperdício, não me desfaço de nada que possuo, fique ciente!“ — ele a puxou de repente, fazendo com que a arma ficasse pendurada na ponta de seus dedos.
“Pra me possuir vai precisar de muito mais do que ter o meu corpo..." — sussurrou enquanto se sentia ser desarmada com facilidade por ele.
“Isso é o que vamos ver... até o diavolo tem medo de mim, italiana!"
Sem Segunda Chance, Despreocupada e Próspera
Meu noivo estava lá com sua amante grávida nos braços, zombando de mim. "Sem mim, você não é nada."
Eu me virei e bati na porta do homem mais rico da cidade. "Sr. Locke, interessado em uma aliança matrimonial? Estou oferecendo uma participação de cem bilhões de dólares—além de um futuro império de negócios, gratuitamente."
No Alto do Morro
Na tentativa de conversar pela última vez, durante uma festa organizada em sua própria casa, Manuela envia uma mensagem pedindo que ele a encontre discretamente em seu quarto. Convencida de que ele atenderia ao chamado, ela aguarda no ambiente escuro, sem desconfiar de que a pessoa que atravessaria a porta não era quem ela esperava. A falta de luz e o momento de vulnerabilidade resultam em um enorme mal-entendido, e ela acaba vivendo um momento íntimo com um homem cuja identidade só descobre depois.
O choque é imediato. O desconhecido, na verdade, era o filho de seu padrasto, alguém que havia acabado de entrar para a família. O constrangimento toma conta dos dois, transformando aquela noite em um segredo difícil de encarar e ainda mais difícil de esquecer. Decididos a fingir que nada havia acontecido, ambos seguem caminhos separados, acreditando que aquele episódio jamais voltaria a interferir em suas vidas.
Contrato de Amor e Fraldas
Chloe representa o atleta como sua advogada por dois anos e mesmo que Ryan a cante em toda oportunidade que tem, a mulher tem uma regra de não misturar prazer com trabalho então está sempre o dispensando, mas em uma festa em que os dois passam na bebida, eles acabam se envolvendo em uma noite de diversão sem compromisso.
E quando a noite dar a Chloe mais do que um dor de cabeça e ela descobre que está grávida, a vida deles vira um caos hilário e inesperado.
Para manter suas reputações intactas, Ryan propõe um contrato de fachada: eles devem agir como um casal até o bebê nascer.
Entre situações embaraçosas, encontros forçados e uma série de mal-entendidos engraçados, Chloe e Ryan lutam para manter as aparências, mas acabam se descobrindo de maneiras que nunca imaginaram.
No final, será que o contrato de amor e fraldas pode transformar uma relação de fachada em um verdadeiro conto de fadas?
Engane-me Uma Vez...Vergonha Para Mim
Mas a linha se torna tênue quando ela chama a atenção de Gabriel, um vampiro com nome de anjo. De repente, a vida monótona de uma bruxa se enche de dramas de vampiros e atos sombrios. Forçada a fazer um juramento de sangue, ela não percebe o quão envolvida está até ser tarde demais. Tão profundamente envolvida que nem mesmo o tempo será capaz de separá-los.
Será que Hazel consegue lidar com ser dividida entre quem ela pensava que era, quem ela quer ser e quem ela está se tornando?
A Casa dos Segredos
Após um acidente que a deixou sem memória, Julia acorda em um hospital com o marido Otto ao seu lado, mas algo parece fora de lugar. Julia não se lembra de nada sobre sua vida, nem mesmo de Otto, o homem que diz ser seu marido. Em uma tentativa de reconstruir sua vida, ela começa a lidar com as lembranças fragmentadas que começam a emergir lentamente, e cada nova memória traz consigo uma mistura de sentimentos conflitantes.
Otto, tentando manter a fachada de um marido dedicado, se dedica a cuidar dela, mas Julia sente que há algo estranho em sua presença. Ela começa a questionar a veracidade de sua relação, à medida que fragmentos de seu passado surgem com força. Memórias de uma vida antes do acidente começam a emergir, mas nenhuma delas parece completamente clara. Ela luta para entender o que aconteceu, o que é real e quem ela realmente é.
Enquanto tenta recuperar as peças de sua identidade, Julia se vê cada vez mais dividida entre o que Otto lhe diz e as sensações que suas memórias despertam. À medida que as recordações do passado voltam à tona, um relacionamento que parecia sólido se torna incerto e cheio de dúvidas. Será que a verdade sobre o que aconteceu com ela é algo que está sendo escondido?
Em meio à confusão emocional, Julia precisa aprender a confiar em si mesma e a navegar entre a dor da perda de memória e os sentimentos que começam a surgir com as lembranças que retornam. Mas a verdade está mais próxima do que ela imagina, e a recuperação de sua memória pode significar não apenas recuperar o que perdeu, mas também descobrir segredos que mudam tudo.
Aliança com o Mafioso
Sozinha e consumida pelo luto, ela precisa encontrar forças para continuar, principalmente porque ainda existe alguém que depende dela: sua irmã mais nova. Sabendo que o perigo não terminou e que sua família continua sendo um alvo, ela abandona seus medos e decide lutar contra aqueles que destruíram sua vida. O desejo de justiça se transforma em uma obsessão, e cada passo que dá a aproxima de um caminho sem volta.
Determinada a se vingar, ela descobre que a única maneira de chegar perto do homem responsável pela tragédia é através de seu próprio filho, Alexei Corleone. Herdeiro de um império construído sobre poder e violência, Alexei carrega o peso do sobrenome e também os próprios conflitos com o legado de sua família.
Entre eles existe uma história marcada pelo ódio, pela desconfiança e por uma guerra antiga entre dois clãs inimigos. No entanto, quando circunstâncias inesperadas os colocam lado a lado, uma aliança improvável começa a surgir. O plano inicial é simples: unir forças para destruir o verdadeiro inimigo e garantir a proteção de sua irmã.
Mas para isso, ela terá que fazer o impensável: se casar com o filho do homem que arruinou sua vida. Um casamento baseado em vingança, onde cada olhar esconde uma ameaça e cada sentimento pode se transformar em uma fraqueza.
Aimée a Acompanhante
A recompensa?
Um pedido de divórcio.
— Encontrei uma mulher que pode me oferecer muito mais do que você.
Grávida, sem dinheiro e completamente sozinha, Eveline vê sua vida desmoronar. Pouco tempo depois, seu filho nasce com graves problemas de saúde, e o tratamento custa muito mais do que ela jamais poderá pagar.
Quando todas as portas se fecham, uma proposta humilhante feita por seu próprio chefe a faz perceber que o mundo nunca foi justo com mulheres desesperadas.
Determinada a salvar o filho, Eveline assume uma nova identidade.
Agora ela é Aimée, a acompanhante mais requisitada da alta sociedade.
Os homens a contratam por sua beleza.
Mas voltam a procurá-la por sua inteligência.
Enquanto conquista espaço em um mundo onde dinheiro compra quase tudo, ela precisa esconder o filho, fugir do ex-marido que voltou para reivindicar a criança que abandonou e impedir que seu chefe descubra quem ela realmente é.
O problema é que ele já não consegue mais tirá-la da cabeça.
E está disposto a derrubar qualquer um que tente machucá-la.
Inclusive ela.
Porque alguns segredos custam fortunas.
Outros... custam o coração.
CHAMADA CRUZADA
Mais uma obra feita por mim, espero que gostem.
Um beijo Nat.
Suas Fantasias Proibidas
"Mmm..." ela gemeu, arqueando as costas contra a grossura dele.
"Como o quê, papai?" ela sussurrou, esfregando-se contra o pau dele.
Os olhos de Matt queimavam nos dela. Ele se inclinou mais perto, sua respiração quente nos lábios dela.
"Como ser amarrada e provocada até implorar para eu deixar você gozar."
Estritamente para maiores de 18 anos
Isso não é uma história de amor. Se você está procurando um romance doce, procure em outro lugar, este não é o seu livro.
Este é um livro para aqueles que querem explorar a escuridão dentro do desejo sem vergonha.
"Fantasias Proibidas Dela" é uma coleção de diferentes contos:
Livro 1: Desejando Meu Padrasto Gostoso
A história da inocente Princesa, que acidentalmente seduz seu padrasto rigoroso e o melhor amigo dele. Um conto proibido de luxúria familiar e tentação perigosa.
Livro 2: Brinquedo dos Meio-Irmãos
Caroline e seus três perversos meio-irmãos. Escuro, proibido, tabu, repleto de BDSM, degradação e jogo de poder bruto.
Livro 3: A Esposa Exibicionista
Vanessa, casada e com 35 anos, anseia pela emoção das mãos de estranhos em seu corpo. Sexo em público, aventuras imprudentes e um marido que não conhece seu segredo.
Livro 4: Casos Proibidos com Meu Enteado
Uma faísca tabu se acende quando Wendy, uma mulher viúva, cruza limites com seu enteado, Kelvin, em um turbilhão de desejo proibido.
Livro 5: Entregue pelo Padre (LGBTQ)
Uma lésbica arrependida busca salvação na confissão, mas o padre oferece a ela um tipo muito diferente de libertação.
E mais contos torcidos de luxúria proibida...
Cada livro é uma história completa com seus próprios personagens bagunçados e complicados, mas todos são unidos por um fio condutor: as coisas que desejamos, mas nunca podemos dizer em voz alta.
O CEO Acima da Minha Mesa
“Eu sei que precisa.”
“E se ela não quiser esse tipo de proteção?”
“Ela vai querer”, eu digo, baixando um pouco a voz. “Porque ela precisa de um homem que seja capaz de dar o mundo a ela.”
“E se o mundo pegar fogo?”
Minha mão se fecha de leve na cintura de Violet.
“Então eu construo um novo pra ela”, eu respondo. “Mesmo que eu tenha que queimar o velho com as minhas próprias mãos.”
Eu não trabalho para Rowan Ashcroft.
Eu trabalho abaixo dele.
Da minha mesa, eu decido quem consegue acesso ao CEO mais implacável da cidade e quem nunca passa da recepção. Eu administro o tempo dele, o silêncio dele, os inimigos dele. Eu mantenho o mundo dele funcionando enquanto o meu desaba em silêncio sob contas atrasadas, uma mãe internada numa clínica de reabilitação e um irmão que sumiu sem nem se despedir.
Rowan Ashcroft é poder embrulhado num terno sob medida.
Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.
E por muito tempo, eu fui apenas útil.
Até que ele começou a me observar.
No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.
Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.
Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.
Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.
Depois de Uma Noite com o Alfa
Eu achava que estava esperando pelo amor. Em vez disso, fui fodida por uma besta.
Meu mundo deveria florescer no Festival da Lua Cheia na Baía de Moonshade—champanhe borbulhando em minhas veias, um quarto de hotel reservado para mim e Jason finalmente cruzarmos aquela linha depois de dois anos. Eu vesti uma lingerie rendada, deixei a porta destrancada e me deitei na cama, coração batendo com uma excitação nervosa.
Mas o homem que entrou na minha cama não era Jason.
No quarto completamente escuro, afogada em um cheiro forte e picante que fazia minha cabeça girar, senti mãos—urgentes, ardentes—queimando minha pele. Seu grosso e pulsante pau pressionou contra minha boceta molhada, e antes que eu pudesse respirar, ele empurrou com força, rasgando minha inocência com uma força implacável. A dor queimava, minhas paredes se contraindo enquanto eu arranhava seus ombros de ferro, sufocando os soluços. Sons molhados e escorregadios ecoavam a cada golpe brutal, seu corpo implacável até ele estremecer, derramando quente e fundo dentro de mim.
"Isso foi incrível, Jason," consegui dizer.
"Quem diabos é Jason?"
Meu sangue gelou. A luz cortou seu rosto—Brad Rayne, Alpha da Matilha Moonshade, um lobisomem, não meu namorado. O horror me sufocou ao perceber o que eu tinha feito.
Eu corri para salvar minha vida!
Mas semanas depois, acordei grávida do herdeiro dele!
Dizem que meus olhos heterocromáticos me marcam como uma verdadeira companheira rara. Mas eu não sou loba. Sou apenas Elle, uma ninguém do distrito humano, agora presa no mundo de Brad.
O olhar frio de Brad me fixa: "Você carrega meu sangue. Você é minha."
Não há outra escolha para mim senão escolher esta prisão. Meu corpo também me trai, desejando a besta que me arruinou.
AVISO: Apenas para Leitores Maduros












