O Namorado da Minha Irmã

O Namorado da Minha Irmã

Anny Karollayne · Atualizando · 81.1k Palavras

664
Popular
1.8k
Visualizações
250
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Ah, ele é meu novo cunhado!


Malu era apenas uma garota. Uma garota que, há alguns meses, teve seu coração partido e se isolou em seu próprio mundo para se confortar, e também por algo que ela não admite: Ela passou a ter medo das pessoas. Medo do que elas são capazes, de quanto podem machucar. Mas tudo muda quando sua irmã aparece em casa com um novo namorado, um namorado que, pelo que ela disse, seria diferente, daria certo. Confrontada com seu novo cunhado, Malu vê suas dores desenterradas, e acaba resgatando mais do que apenas dores, mas também momentos e sentimentos há muito adormecidos. E Igor, seu cunhado, agora vê uma oportunidade de fazer dar certo, só que da maneira errada. Será que os dois conseguirão criar um vínculo de apenas amizade?

Capítulo 1

Malu narrando

Tentei me concentrar na leitura à minha frente, um livro obrigatório da escola, mas que eu não conseguia deixar de gostar. O livro era Capitães da Areia, de Jorge Amado, e no total eu já o tinha lido umas 5 vezes, alternando entre os novos livros que comprava e meus favoritos. Eu amava ler e, desde que me lembro, estava cercada de livros. Isso se devia ao fato de que minha mãe, Dona Betty, já tinha sido bibliotecária quando jovem, então sempre trazia um livro ou outro para casa. Quando se casou e Ceci nasceu, ela largou o emprego e se dedicou a ser dona de casa. Mas, a essa altura, a casa já estava cheia de livros; distribuídos em estantes, prateleiras de parede e em caixas de papelão, seu único bem verdadeiramente valioso. E eu amava livros e, como minha mãe, os respeitava e respirava. Eu não era boa em escrever, mas admirava aquele mundo cheio de palavras que se tornavam simples, mesmo para uma garota tão difícil e complicada como eu. E eu definitivamente amava o livro que estava lendo, não só pelo discurso natural e rítmico do autor, mas pelos personagens e por admirar um retrato tão fiel do ódio.

Estava na parte em que Dora chegava para se juntar aos meninos no trapiche, uma parte que eu adorava, mas Karol não cooperava. Ela fazia barulhos, balançando sua boneca, cantando músicas que começavam a me deixar louca. Nem eram músicas infantis, eram músicas atuais, irritantes, que grudavam como cola na nossa cabeça. Karol era minha irmã mais nova, de cinco anos. Ela era muito pequena para a idade e sua voz era extremamente fina e irritante. Seu cabelo curto e liso, de um castanho muito claro, quase loiro caramelo, lhe dava uma aparência angelical, mas ela adorava perturbar os outros. Basicamente, ela era demais em tudo, muito agitada, muito esperta, muito irritante!

  • Karol! – gritei, perdendo a paciência.

  • Tentando?

– Por que você não vai assistir a um DVD?

  • Porque eu não quero. – Franzi a testa com a resposta dela, mas fiquei quieta, voltando à leitura. Infelizmente, ela mudou o foco da atenção para mim. Agora ela estava praticamente em cima de mim, por trás do sofá, tentando ler, mesmo sem saber ler, o livro.

– Por favor, me deixa em paz. – gemi, odiava ler com alguém em cima de mim.

– É férias, eu posso fazer o que eu quiser. – disse ela, despreocupada. Sim, eram férias. E, infelizmente, eu não viajaria, teria que aguentar.

  • Não pode não!

  • Posso sim.

Claro, quando decidi morar com minha mãe permanentemente, sabia que teria que aguentar a filha do novo marido dela, minha meia-irmã, mas a menina tinha que ser tão chata? Eu morava com meu pai até um ano atrás, depois que ele se casou de novo, decidi vir morar com minha mãe. Sim, o motivo era aquele velho clichê: Minha madrasta é horrível. Eu simplesmente não suportava as manias irritantes dela. Na verdade, gostava de ficar aqui, mesmo não tendo tanta paz como antes.

– Por favor, Karol.

– Karol, deixa sua irmã em paz! – Minha mãe gritou da cozinha.

Karol mostrou a língua para mim enquanto se afastava. Eu, muito madura, imitei. Ela andou de costas e esbarrou em Maria Cecília, mais conhecida como Ceci. Minha mãe tinha algo com Marias, não sei se ela gostava do nome ou de coisas repetitivas e entediantes. Todas as filhas eram Marias. Uma Maria Cecília, a mais velha. A outra Maria de Lourdes, eu, embora ninguém saiba meu nome, todos me conhecem como Malu. E a pior das Marias, Maria Karolina. Fala sério! Todas as filhas tendo um Maria no meio, isso é originalidade e criatividade. Infelizmente para minha mãe, que amava nomes, nenhuma de suas filhas permitia que alguém a chamasse de Maria. Nós éramos conhecidas pelos nossos apelidos: Ceci, Malu e Karol. Eu odiava meu nome principalmente porque já tinha conhecido uma Maria de Lourdes, uma senhora que morava na rua de trás e era cercada de crianças, que a chamavam de Senhora e Vovó. O nome e o barulho me irritavam. Eu gostava do meu apelido, era leve e rolava como chiclete na boca dos outros. Doce e suave. Eu sentia que estava fazendo um favor a eles ao reduzir meu nome ridículo e cansativo.

– Cuidado, Karol.

– Opa. – Karol se afastou, colocando as mãos nas bochechas rosadas. Ceci revirou os olhos, olhando para nós e nos analisando. Tentei me esconder nas páginas do livro, já antecipando alguma reclamação dela. Sobre qualquer coisinha. Desde as roupas até a maneira como eu estava deitada no sofá.

– Ninguém se arrumou? – Finalmente a pergunta. Tentei ignorá-la, tentando ler a mesma frase pela quarta vez.

– Como assim ninguém se arrumou? Você só pode estar brincando!

– Para quê você se arrumou? – perguntei tediosamente, ainda tentando me concentrar no livro.

– Estou trazendo meu namorado aqui hoje.

  • Que namorado? - Outro? Era isso que eu queria e deveria ter perguntado.

– Aquele de quem ela está falando há algumas semanas. – Minha mãe disse, brincando. Aparecendo da cozinha. Minha mãe era linda, alta e esbelta, infelizmente eu não tinha herdado sua altura. Ninguém dava a ela os 45 anos que tinha só de olhar. Ela já estava em seu segundo casamento e nem o tempo tinha diminuído sua aparência e atratividade, tornando-a mais madura e atraente. Mas quando a conheciam, as coisas mudavam. Quando a conheciam, viam que mãe ela era. Ela era bonita, sim... Não havia dúvida, mas seu jeito arrastado de falar, os gritos que nos dirigia como broncas e a amargura que as brigas durante o divórcio e o novo casamento causaram, a tornavam um pouco apagada.

– Hã, aquele cara Adalberto? – Entrei na brincadeira e ouvi minha mãe começar a rir, aquela risada alta e fácil dela. Na verdade, eu tinha esquecido completamente o nome do namorado na hora.

  • Mãe! – Ceci gritou, nervosa. Minha irmã se estressava muito facilmente. Não parecia ter 18 anos, mas 81.

– O nome dele é Igor! Igor!

– Igor? Por que Igor? Por que diabos o namorado dela tinha que se chamar Igor? - Afastei algumas memórias inúteis da minha mente e me afundei mais no sofá.

– Porque os pais dele quiseram que o nome dele fosse Igor! Que pergunta idiota, Malu. - ela disse.

– Blá, blá, que pergunta idiota, Malu. – resmunguei, imitando-a.

– Não comecem a brigar. – Minha mãe avisou e Ceci bufou, cruzando os braços. – Espero que esse garoto valha a pena, sério. E que você se acalme de uma vez por todas.

– Pode deixar, mãe. – ela disse, sorrindo. Eu bufei, odiava quando ela trazia seus novos namorados aqui. Era um saco. Ter que sorrir, ser muito educada, aguentar as piadas sem graça, fingir ser amigável e, claro, sentir compaixão ao ver o olhar apaixonado do garoto para ela, sabendo que logo ele seria chutado por alguém mais alto, ou mais loiro, ou com um carro esportivo melhor.

– Malu?

– Eu.

– Você não vai se arrumar?

– Ainda são 5 horas.

– E vocês demoram duas só para tomar banho. – Olhei para Ceci, totalmente irritada. Ela juntou as mãos, em um gesto de 'por favor'. Fechei o livro e coloquei na mesa de centro. Derrotada. – Vai ou não vai?

– Tá bom. Eu vou, eu vou. – Levantei irritada e minha mãe voltou para a cozinha. Caminhei até as escadas. – Não há paz nesta casa!

– Malu?

– O que é agora?

– Seja boazinha. Eu realmente gosto dele. – ri ironicamente.

– E quando eu não sou boazinha?

Eu adoraria dizer que estava vestida com minhas melhores roupas, ansiosa e animada para conhecer o novo amor da minha irmã, pronta para dar todo o apoio em um momento difícil como esse, que é apresentar o namorado à família. Mas seria uma grande mentira. Nenhum garoto valia tanto esforço. Especialmente quando eu sabia que meu ‘querido cunhado’ relacionamento com o namorado da Ceci duraria no máximo dois meses, e estou sendo positiva. Em outras palavras, namorados sendo apresentados à minha mãe; da parte da Ceci, era a coisa mais comum do mundo. Então... mal me arrumei e não estava ansiosa, na verdade estava desanimada. Para irritar ainda mais a Ceci, estava simplesmente vestindo um short jeans e um casaco longo e confortável. Nos pés, um par de chinelos. Realmente bem à vontade. E pobre da Ceci se reclamasse.

Sentei na minha cama, olhando ao redor enquanto penteava meu cabelo úmido. Minha cama estava desarrumada e minha mesa de computador precisava de uma verdadeira arrumação. A pequena cômoda espremida ao lado do computador, que eu usava para guardar minhas roupas, estava cheia de poeira e a televisão em cima pedia para eu arrancar os adesivos que Karol insistia em colar. Perto da janela, havia uma estante com meus vários livros, cadernos escolares e papéis jogados junto com minha mochila. Em outras palavras, meu quarto precisava de uma nova limpeza. O Ano Novo tinha acabado de passar e eu não tinha limpado aquele quarto. Era um quarto pequeno, mas eu tinha sorte de não ter que compartilhá-lo. Cada uma de nós tinha seu próprio quarto. O meu era o segundo menor e o da Ceci era maior e mais bem cuidado, benefícios de passar no vestibular na primeira tentativa. O da Karol era um antigo escritório que servia como quarto e sala de jogos dela. O da minha mãe era no andar de baixo e sem dúvida o melhor. Eu poderia colocar dois dos meus quartos dentro do dela. O meu, além de ser o menor, era o pior. Porque ficava de frente para a rua, ou seja, quando havia algum tipo de festa, ou um carro com som alto perto do portão. Meu quarto se transformava em uma caixa de som gigante. Prendi meu cabelo em uma trança, enquanto ainda estava molhado, e decidi deixá-lo secar sozinho, não antes de aplicar um condicionador leave-in, para evitar desastres futuros.

Desci as escadas e me joguei no sofá. A sala estava assustadoramente arrumada. Minha casa seria linda se não houvesse tantas pessoas bagunceiras. De todos, só minha mãe era organizada, ela gostava de tudo no seu lugar, mas adorava bugigangas. E suas filhas adoravam deixar coisas espalhadas, tirando suas decorações do lugar e isso a deixava louca, pois ela sempre tentava manter tudo arrumado. E hoje ela devia estar pulando de alegria ao ver a sala arrumada, sem os batons e revistas da Ceci, e os brinquedos da Karol sumidos. E os DVDs na estante de mogno? Tinham desaparecido completamente. O tapete bordô da minha mãe estava esticado e a mesa de centro escondia a pequena mancha de suco de laranja que Karol fez algumas semanas atrás. E além disso, tudo brilhava. Os quadros na parede, as fotografias na prateleira, os sofás bem arrumados, a mesinha ao lado da janela sem as chaves jogadas. Tudo assustadoramente organizado. Só meu livro tinha sido deixado na mesa de centro, junto com as revistas sobre economia, política e artes que normalmente só o marido da minha mãe e eu lemos.

Logo percebi que Ceci realmente queria impressionar o rapaz e que seria interessante e divertido conhecê-lo, a quantidade de piadas que eu poderia fazer e como envergonhar a Ceci como uma boa irmãzinha que sou seria catastrófico e adorável. Talvez o jantar não fosse tão desastroso, tedioso e cansativo afinal, pensei.

Lá em cima eu podia ouvir a barulheira de Karol no banheiro, na cozinha minha mãe estava cantarolando e, infelizmente, ela não tem uma voz muito doce... E Ceci estava andando de um lado para o outro pela casa. Subindo e descendo as escadas, tirando os chinelos espalhados pela casa, mudando a posição dos anjinhos de porcelana da minha mãe na prateleira e quase furando o chão de tanta agitação. Tentei pegar meu livro e me distrair com todo o barulho e ansiedade da Ceci, mas era impossível.

– Você pode pelo menos ficar quieta? – comentei, já tonta com a agitação dela. – Ou vou pregar seus pés no chão!

– Você parece irritada.

– Se eu estivesse com raiva, você não estaria entre os que são deste mundo. Tradução, morta.

– Minha vida ficou emocionante desde que você veio morar com a gente, ameaças me emocionam.

Não podia dizer que tinha sido tão emocionante para mim. Eu tinha decidido deixar meu quarto grande e confortável, a liberdade e a tranquilidade que meu pai me dava, e minha nova madrasta irritante e monstruosa para trás quando me mudei para cá. Ganhando duas irmãs calorosas e irritantes de presente. Uma mãe superprotetora, um padrasto indiferente que estava cheio de frivolidades e insultos em relação à minha irmã mais nova e colegas de escola que dariam qualquer coisa para me ver cair do skate, de preferência de cara no chão, todos os dias quando me viam chegar na escola. Foi uma troca bem divertida, claro. Vivendo perigosamente e tudo mais.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário

Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário

2.5m Visualizações · Concluído · Louisa
Desde o primeiro amor até os votos de casamento, George Capulet e eu éramos inseparáveis. Mas, no nosso sétimo ano de casamento, ele começou um caso com sua secretária.

No meu aniversário, ele a levou de férias. No nosso aniversário de casamento, ele a trouxe para nossa casa e fez amor com ela na nossa cama...

De coração partido, eu o enganei para que assinasse os papéis do divórcio.

George permaneceu despreocupado, convencido de que eu nunca o deixaria.

Suas mentiras continuaram até o dia em que o divórcio foi finalizado. Joguei os papéis no rosto dele: "George Capulet, a partir deste momento, saia da minha vida!"

Só então o pânico inundou seus olhos enquanto ele implorava para eu ficar.

Quando suas ligações bombardearam meu telefone mais tarde naquela noite, não fui eu quem atendeu, mas meu novo namorado Julian.

"Você não sabe," Julian riu ao telefone, "que um ex-namorado decente deve ser tão quieto quanto um morto?"

George rangeu os dentes: "Coloque ela no telefone!"

"Receio que isso seja impossível."

Julian depositou um beijo gentil na minha forma adormecida aninhada contra ele. "Ela está exausta. Acabou de adormecer."
Uma Rainha do Gelo à Venda

Uma Rainha do Gelo à Venda

3.6m Visualizações · Concluído · Maria MW
"Coloque-os." Peguei o vestido e a roupa íntima, então quis voltar para o banheiro, mas ela me impediu. Pareceu que meu coração parou por um segundo quando ouvi sua ordem. "Vista-se aqui. Deixe-me ver você." Não entendi o que ela queria dizer no início, mas quando ela me encarou com impaciência, soube que devia fazer o que ela disse. Abri meu roupão e coloquei-o no sofá branco ao meu lado. Segurando o vestido, eu queria vesti-lo quando a ouvi novamente. "Pare." Meu coração quase pulou para fora do peito. "Coloque o vestido no sofá por um segundo e fique em pé." Fiz o que ela disse. Fiquei ali completamente nua. Ela me examinou dos pés à cabeça com os olhos. A forma como ela verificou meu corpo nu me fez sentir terrível. Ela moveu meu cabelo para trás dos ombros, passando suavemente o dedo indicador sobre meu peito, e seu olhar parou em meus seios. Então ela continuou o procedimento. Seu olhar desceu lentamente entre minhas pernas, e ela olhou por um tempo. "Abra as pernas, Alice." Ela agachou, e eu fechei os olhos quando ela se aproximou para me ver de perto. Eu só esperava que ela não fosse lésbica ou algo assim, mas finalmente ela se levantou com um sorriso satisfeito. "Perfeitamente depilada. Homens são assim. Tenho certeza de que meu filho também vai gostar. Sua pele é bonita e macia, e você é musculosa, mas não demais. Você é perfeita para o meu Gideon. Vista a roupa íntima primeiro, depois o vestido, Alice." Eu tinha muitas coisas para dizer, mas as engoli de volta. Só queria escapar, e aquele era o lugar e momento em que jurei a mim mesma que teria sucesso uma vez.

Alice é uma patinadora artística de dezoito anos, bela. Sua carreira está prestes a atingir o ápice quando seu cruel padrasto a vende para uma família rica, os Sullivans, para se tornar a esposa do filho mais novo deles. Alice presume que há uma razão para um homem bonito querer se casar com uma garota estranha, especialmente se a família faz parte de uma organização criminosa conhecida. Ela encontrará o caminho para derreter os corações gelados, para libertá-la? Ou conseguirá escapar antes que seja tarde demais?
Contrato de Amor e Fraldas

Contrato de Amor e Fraldas

3.9k Visualizações · Atualizando · Sara Gomez
Chloe Parker, é uma advogada perfeccionista, e Ryan Mitchell, o galã do futebol americano.
Chloe representa o atleta como sua advogada por dois anos e mesmo que Ryan a cante em toda oportunidade que tem, a mulher tem uma regra de não misturar prazer com trabalho então está sempre o dispensando, mas em uma festa em que os dois passam na bebida, eles acabam se envolvendo em uma noite de diversão sem compromisso.
E quando a noite dar a Chloe mais do que um dor de cabeça e ela descobre que está grávida, a vida deles vira um caos hilário e inesperado.
Para manter suas reputações intactas, Ryan propõe um contrato de fachada: eles devem agir como um casal até o bebê nascer.
Entre situações embaraçosas, encontros forçados e uma série de mal-entendidos engraçados, Chloe e Ryan lutam para manter as aparências, mas acabam se descobrindo de maneiras que nunca imaginaram.
No final, será que o contrato de amor e fraldas pode transformar uma relação de fachada em um verdadeiro conto de fadas?
Engane-me Uma Vez...Vergonha Para Mim

Engane-me Uma Vez...Vergonha Para Mim

3.1k Visualizações · Concluído · Krystal Novitzke
Hazel Montgomery é uma bruxa comum. Ela mantém seu lugar dentro da comunidade dos demizen, mas testa seus limites com seu relacionamento intermitente com um lobisomem. E não podemos esquecer sua conexão com o reino dos sonhos, onde nenhum segredo está seguro.

Mas a linha se torna tênue quando ela chama a atenção de Gabriel, um vampiro com nome de anjo. De repente, a vida monótona de uma bruxa se enche de dramas de vampiros e atos sombrios. Forçada a fazer um juramento de sangue, ela não percebe o quão envolvida está até ser tarde demais. Tão profundamente envolvida que nem mesmo o tempo será capaz de separá-los.

Será que Hazel consegue lidar com ser dividida entre quem ela pensava que era, quem ela quer ser e quem ela está se tornando?
Desta Vez Ele Me Persegue Com Tudo

Desta Vez Ele Me Persegue Com Tudo

1.2m Visualizações · Concluído · Sherry
Maya congelou quando o homem que atraía todos os olhares do salão entrou. Seu ex-namorado, que havia desaparecido cinco anos atrás, agora era um dos magnatas mais ricos de Boston. Naquela época, ele nunca havia dado pistas sobre sua verdadeira identidade — e então desapareceu sem deixar rastros. Vendo seu olhar frio agora, ela só podia presumir que ele havia escondido a verdade para testá-la, concluído que ela era fútil, e partido decepcionado.

Do lado de fora do salão, ela foi até ele enquanto ele fumava perto da porta, querendo pelo menos se explicar.

— Você ainda está com raiva de mim?

Ele jogou o cigarro longe e olhou para ela com um desprezo evidente.

— Com raiva? Você acha que eu estou com raiva? Deixe-me adivinhar: a Maya finalmente descobre quem eu sou e agora quer "se reconectar". Mais uma chance, agora que ela sabe que meu sobrenome vem acompanhado de dinheiro.

Quando ela tentou negar, ele a interrompeu.

— Você foi um mero detalhe. Uma nota de rodapé. Se não tivesse aparecido esta noite, eu nem teria me lembrado de você.

Lágrimas arderam nos olhos dela. Ela quase lhe contou sobre a filha deles, mas se conteve. Ele apenas pensaria que ela estava usando a criança para prendê-lo e ficar com seu dinheiro.

Maya engoliu tudo a seco e foi embora, certa de que seus caminhos nunca mais se cruzariam — apenas para que ele continuasse aparecendo em sua vida, até ser ele aquele a se rebaixar, implorando humildemente para que ela o aceitasse de volta.
Pacto com a Máfia

Pacto com a Máfia

2.7k Visualizações · Concluído · jamilesalvatore
Isabella sempre levou uma vida simples, longe de grandes perigos ou segredos. Uma jovem comum, com sonhos, planos e uma rotina tranquila, ela jamais imaginaria que uma única noite seria capaz de mudar completamente o rumo da sua história. Ao voltar para casa, ela encontra Lorenzo em um beco escuro, ferido e aparentemente à beira de perder a própria vida. Movida pela compaixão e sem pensar nas consequências, decide ajudá-lo, sem saber que aquele gesto de bondade abriria as portas para um mundo perigoso, cercado por mistérios, violência e escolhas difíceis.

Lorenzo, porém, está longe de ser apenas um homem ferido precisando de ajuda. Por trás de seu olhar intenso e de sua personalidade enigmática, existe um passado marcado por poder, lealdades e conflitos. Ele é um dos membros mais importantes da máfia local, um homem acostumado a controlar situações e enfrentar inimigos, mas que agora se encontra encurralado, tentando escapar de um destino que parece inevitável. O encontro com Isabella muda seus planos e desperta sentimentos que ele nunca permitiu sentir.

A atitude de Isabella ao salvá-lo desencadeia uma sequência de acontecimentos que a coloca no centro de uma disputa perigosa. Aos poucos, ela descobre que Lorenzo esconde uma vida completamente diferente daquela que imaginava. Cercada por segredos, ameaças e pessoas dispostas a tudo pelo poder, ela precisa aprender a sobreviver em um universo onde confiar na pessoa errada pode custar caro.

Enquanto se aproxima cada vez mais de Lorenzo, Isabella percebe que seus sentimentos crescem de uma forma inesperada. Ela se apaixona pelo homem por trás da máscara, mas precisa lidar com a verdade sobre sua vida dupla e com os riscos que vêm junto dela.
A Esposa Substituta do Traficante

A Esposa Substituta do Traficante

3.5k Visualizações · Concluído · jamilesalvatore
Após anos vivendo sob o controle e as ameaças do pai, Bruna percebe que permanecer em casa significa abrir mão da própria liberdade. Sem enxergar outra saída, decide fugir e buscar abrigo na casa do irmão mais velho, André, acreditando que ao lado dele poderá finalmente reconstruir a própria vida e deixar o passado para trás. O que ela não imaginava era que esse recomeço a colocaria no centro de um mundo muito mais perigoso do que qualquer pesadelo que já enfrentou.

Pouco tempo depois de sua chegada, Bruna descobre que André trabalha como traficante para o poderoso chefe do tráfico de Paraisópolis, um homem respeitado, temido e cercado por inimigos. Antes que consiga processar essa revelação, um ataque inesperado coloca toda a organização em risco e ameaça destruir a delicada aliança entre Paraisópolis e Heliópolis.

Sem alternativas e pressionado pelas circunstâncias, André toma uma decisão extrema. Bruna é a única pessoa capaz de ajudá-lo, não por vontade própria, mas por carregar uma impressionante semelhança física com a falecida esposa do chefe do morro. Essa coincidência desperta a atenção da liderança e faz dela uma peça indispensável para preservar a estabilidade entre as duas comunidades, evitando uma guerra que pode custar inúmeras vidas.
O Alfa Perdido do Mundo das Bruxas

O Alfa Perdido do Mundo das Bruxas

1.8k Visualizações · Concluído · HunnieBahm
Hunnie Inzotta.

Uma bruxa ousada e linda, que também é enfermeira no mundo humano, tem um perseguidor peludo.

Um lobo, que continua a observá-la na floresta enquanto ela pratica sua magia.

Esse lobo a admira e até quer ser levado para casa. Ele se dá ao trabalho de se machucar para que Hunnie não possa sair da floresta sem ele hoje.

Mal sabia ela... ele queria sua companheira e queria que sua magia quebrasse um selo que o prendeu em sua forma de lobo!

Um Rei Lobo-Demônio, BAHM!!

"Fechei os olhos para voltar a dormir depois que tudo se acalmou. O que exatamente aconteceu a seguir, provavelmente me assombrará para sempre.

Abri os olhos quando senti suas garras se alongarem e arranharem minha calcinha.

A brisa da minha janela bateu nos meus pelos expostos por um curto período de tempo, antes que Wolfy enfiasse seu nariz profundamente sob minha perna, jogando-a sobre sua cabeça e lançando sua língua contra meu tecido agora rasgado."

Por que esse homem também quer marcá-la?

Ela não pode permitir isso! Ela tem que rejeitar essa criatura e viver sua vida.

Seu coven nunca aceitaria o fato de que ela transformou um lobo em homem e ele se tornou seu companheiro! Afinal, seu próprio coven a rejeitou por praticar magia negra. Então ela definitivamente não pode causar mais problemas.

Mergulhe na série quente e ardente de Witchy World!
Esculpidos Pelo Destino - Descobrindo o Amor

Esculpidos Pelo Destino - Descobrindo o Amor

5.8k Visualizações · Concluído · Aruana Smmith
Após um trágico acidente, que ceifou a vida de Gael Hernández e Laís Molina. a vida começa a esculpir os destinos, transformando Laura Molina em tutora da pequena Luna Molina.
.
Após sobreviver a um incêndio devastador que o fez carregar algumas sequelas e ser dado como morto pela máfia mexicana, Ernesto Hernandez renasce como Javier Gonzalez, um fazendeiro e escultor que apenas vivia sem motivos palpáveis para continuar.

Sua vida tranquila é abalada quando conhece Laura Molina, uma mulher marcada por abusos, violência e desilusão, sozinha sem família ela foge e decide recomeçar em uma fazenda após os traumas.

A vida de Javier e Laura se entrelaçam antes de se conhecerem e de forma inesperada, enquanto tentam superar os seus traumas e cicatrizes emocionais, se vêem responsáveis pela pequena Luna que tem sua vida ameaçada.

Na tentativa de protegê-la, eles descobrem juntos que podem encontrar a cura para suas feridas e construir um futuro de esperança e amor.

"Esculpidos pelo Destino" é uma história de superação, redenção e segundas chances, onde o amor e a compaixão se tornam a força motriz para transformar a dor em cura e as cicatrizes em novos começos. Em meio às adversidades do passado, Javier e Laura encontram nos olhos inocentes de Luna a inspiração para reconstruir as suas vidas e abrir seus corações para um futuro repleto de possibilidades.
O Amor Não Dito do CEO

O Amor Não Dito do CEO

1.1m Visualizações · Concluído · Lily Bronte
"Você quer meu perdão?", ele perguntou, minha voz caindo para um timbre perigoso.

Antes que eu pudesse responder, ele se aproximou, de repente pairando sobre mim, seu rosto a centímetros do meu. Senti minha respiração presa, meus lábios se abrindo em surpresa.

"Então este é o preço por falar mal de mim para os outros," ele murmurou, mordiscando meu lábio inferior antes de reivindicar minha boca em um beijo de verdade. Começou como punição, mas rapidamente se transformou em algo completamente diferente enquanto eu respondia, minha rigidez inicial derretendo em conformidade, depois em participação ativa.

Minha respiração acelerou, pequenos sons escapando da minha garganta enquanto ele explorava meu corpo. Seus toques eram tanto punição quanto prazer, provocando tremores em mim que eu pensava que ele sentia reverberando através de seu próprio corpo.

Minha camisola tinha subido, suas mãos descobrindo mais de mim a cada carícia. Estávamos ambos perdidos na sensação, o pensamento racional recuando a cada segundo que passava...

Três anos atrás, para cumprir o desejo de sua avó, fui obrigada a me casar com Derek Wells, o segundo filho da família que me adotou por dez anos. Ele não me amava, mas eu o amava secretamente todo esse tempo.

Agora, o casamento contratual de três anos está prestes a terminar, mas sinto que algum tipo de sentimento se desenvolveu entre Derek e eu que nenhum de nós está disposto a admitir. Não tenho certeza se meus sentimentos estão certos, mas sei que não podemos resistir um ao outro fisicamente...
Meu chefe irresistível

Meu chefe irresistível

6k Visualizações · Concluído · Camila Almeida
Ethan Brassard
Nunca pensei que ao descobrir o amor poderia ser tão doloroso.
Se um dia chegassem a me dizer que iria sofrer por uma menina, eu diria que seria mentira.
Ela foi o meu primeiro amor, mas também a minha maior decepção, meio contraditório eu sei, mas é desse jeito que consigo ver as coisas. Pensei que o amor que sentia fosse recíproco, então por que ela desistiu tão rápido assim de nós?
Quando, menos esperamos, levamos uma rasteira do destino, é assim tirado de nós um amor tão forte, que hoje se transformou em cinzas..
Giovanna Ribeiro
Nunca pensei que um ser humano poderia ser tão cruel, a ponto de me machucar...
Por que tudo de ruim tem que acontecer comigo?
Não basta ser abandonada pelo pai, uma mãe que precisa do meu apoio, agora tenho que fugir de um abusador?
Nunca pensei que seria capaz de levantar de cada queda que o destino tem posto em meu caminho.
Eu só queria sair desse inferno…
Quando pensei que tudo estava perdido...
Não sei o que o destino quer me fazendo passar por esses obstáculos, mas me manterei de pé quantas vezes for necessário.
Só espero que essa mudança de cidade possa me trazer coisas boas, e me faça ter uma pouco de esperança, por que nesse momento me sinto presa, em meu próprio corpo, em minha própria mente cansada e escura...
Os Trigêmeos Surpresa do CEO

Os Trigêmeos Surpresa do CEO

476k Visualizações · Concluído · Luna Hart
Cinco anos atrás, fui drogada pela minha meia-irmã. Dada a necessidade de cobrir minha mensalidade, acabei aceitando a situação. Senti sua respiração quente contra meu ouvido, seus dedos ásperos roçando minhas coxas internas, despertando uma dor entorpecida e elétrica. Seu pau duro pressionava contra minha buceta molhada, fazendo meu coração disparar, meu corpo arqueando instintivamente, desejando penetrações mais profundas.
Depois daquela noite imprudente, parti em desgraça, apenas para descobrir que estava grávida de trigêmeos.
Cinco anos depois, voltei como um novo talento brilhante na área médica, pronta para me vingar da minha madrasta, meia-irmã e pai.
Então Harrison Frost apareceu, olhando para as versões em miniatura de si mesmo, incentivando-os a chamá-lo de "Pai."
Ele tirou a camisa, sorrindo. "Ei, quer reviver o calor daquela noite?"