
Os Haréns dos Alfas
missAlyss · Concluído · 168.2k Palavras
Introdução
Era o pior pesadelo de Seff. Mas ela não tinha escolha se quisesse proteger sua melhor amiga.
Eles estavam próximos. Seus olhares severos percorriam cada corpo de Ômega na fila até que estavam olhando para Seff. Suas faces se iluminaram com uma expressão profunda—surpresa, depois confusão, depois conhecimento, como se entendessem uma pergunta repentina. Mas ela era apenas uma Ômega órfã sem graça cujo segredo de não experimentar cios poderia matá-la.
Os deuses em forma de lobo e humano perguntaram, “Qual é o seu nome agora?”
Dois Alfas, Kiran Cyrus e Selene Hilal, estão obcecados pela mesma Ômega, Seff Bleize. Eles farão qualquer coisa para conquistar seu amor primeiro, mesmo que isso signifique guerra. Que segredos eles escondem em seus passados sombrios e sangrentos? Quem Seff escolherá: o deus dourado ou a deusa da noite?
Capítulo 1
Olá, e obrigado por ler Os Haréns dos Alfas!
Era o harém dos lobos.
Era governado pela fêmea Luna.
E estava impregnado do cheiro espesso e primal do domínio territorial e do poder latente do povo-lobo.
A Luna Selene estava aninhada entre duas fêmeas, ambas de pele cor de chocolate, uma tão esguia quanto uma sílfide, a outra agraciada com curvas generosas e linhas macias e cheias. As duas permaneciam coladas ao lado dela, atentas e reverentes, cada movimento ajustado para cuidar do conforto e da vontade da sua Alfa. Elas olhavam para Selene com devoção absoluta, leais Omegas arrancadas das fileiras intermináveis do seu harém. Machos e fêmeas esperavam em cada aposento do complexo que ela ampliara ao longo de um século, construindo sua dinastia de lobos — todos ansiosos para conquistar seu favor e gerar seus herdeiros.
Os membros nus das fêmeas se enlaçavam numa companhia silenciosa, a pele quente e úmida com o calor do próprio território. Seus murmúrios suaves, entrecortados de ar, carregavam um desejo contido, como lobas feridas implorando o olhar da Alfa — cada uma esperando, em silêncio, subir mais um degrau na graça de Selene. Selene tinha comando absoluto sobre todas; sua autoridade era inabalável e incontestável dentro de suas terras.
Selene ouviu passos apressados — as portas do quarto dela foram escancaradas, batendo com força. “Luna—”
As duas Omegas giraram e se puseram de pé, e então Mudaram para suas formas de lobo com o som explosivo de carne se rasgando. Elas se agigantaram sobre o mensageiro e rosnaram do fundo do peito, prontas para avançar e dilacerar a garganta dele ao menor sinal da sua Alfa. Alfas eram notórios por uma possessividade violenta com tudo o que consideravam seu, mas Omegas às vezes conseguiam competir com eles quando o juramento de dever estava em jogo — elas não deixariam nenhum intruso perturbar a paz da Luna.
Mas aquilo também enfureceu Selene. “O que você quer?”, ela cortou, ríspida.
“Selene”, o mensageiro gaguejou, “ele está aqui. Kiran está aqui para ver você.”
Selene quase deixou a própria forma de lobo rasgar sua pele por dentro. “Deixa ele esperar”, ela rosnou, com tanta ferocidade que o mensageiro fugiu num piscar de olhos. “Venham aqui!”, foi o próximo rosnado dela, dirigido às fêmeas.
Elas voltaram à forma humana na mesma hora e se apressaram para a cama. O quarto grandioso, conhecido por toda parte como a câmara de repouso da Alfa, tinha um carpete espesso, e o leito era coberto por um edredom de plumas grande o bastante para três corpos. Selene normalmente escolhia uma Omega para fazer companhia, mas às vezes seu poder inquieto ficava forte demais, e ela chamava duas para permanecerem ao seu lado. Só que a notícia sobre Kiran desfez por completo a calma dela. Quando as duas Omegas curvaram os corpos junto ao dela, Selene estalou para a mais magra recuar. “Eu escolho você”, disse ela para a mais cheinha.
Dois rosnados ecoaram — um carregado de triunfo, o outro afiado de ciúme. Selene deixou a magra ficar ao lado delas, mesmo emburrada, com uma tensão muda de hierarquia pesando entre as duas. A Omega mais cheinha tinha um corpo muito mais propenso a conceber e levar uma cria até o fim, o que a tornava a melhor opção, dentro do harém, para gerar os descendentes de Selene. Quando o momento passou, Selene se levantou, o olhar frio e duro.
Quando o silêncio se instalou de vez, a voz de Selene cortou o ar. “Deixem ele entrar.”
Atrás dela, as Omegas choramingaram em protesto baixo pelo fim do repouso — uma ainda querendo se manter no favor dela pela noite, a outra já gasta e exausta dos esforços ferozes. Selene rosnou sem dizer nada, e a ordem muda para irem embora ficou clara como água. Elas escorregaram para trás de uma cortina e saíram pela porta oculta, no instante em que Kiran se enfiou pelas portas principais.
O Alfa macho era o inimigo jurado mais antigo dela. Entre os dois existia uma aposta amarga, uma competição implacável nascida de orgulho e arrogância: um desafio para ver quem conseguiria conquistar mais Omegas leais, formar uma facção mais forte e gerar o maior número de lobos em três anos.
Selene estava gloriosamente sem nada, a pele brilhando com o calor inato de uma Alfa, e caminhou até Kiran enquanto ele avançava, completamente vestido. “Veio se gabar?”, ela ronronou. Eles pararam a poucos passos um do outro.
O olhar de Kiran percorreu o corpo dela com aquela intensidade cortante e avaliadora de quem mede uma rival à altura. Selene sustentou o desafio nos olhos, firme, sem ceder nem por um segundo.
— Ou só veio fazer uma visitinha?
Ele era orgulhoso demais para disfarçar as intenções.
— Eu vim aqui, sim, pra me gabar — respondeu, com a voz tensa. — Duas ninhadas novas — gêmeos — e mais três Omegas vinculados e leais desde a última vez que a gente se viu.
Selene soltou uma risada casual, debochada.
— Ah, que engraçado. Os mesmos números abençoam o meu harém. Dois vínculos e três ninhadas. Quanta coisa muda em poucos meses.
Os lábios de Kiran começaram a se entortar num sorriso de desprezo.
— Que mentirosa mesquinha você é, Selene.
Os lábios dela se curvaram num sorriso um pouco largo demais pra ser humano.
— Se você veio me insultar, por que veio? — Ela deu um passo na direção dele. — Por que vir, se nenhum de nós consegue gerar descendentes puros com facilidade? Dois Alfas, presos num beco sem saída genético… sobrando só disputar poder e posição.
Os olhos de Kiran se estreitaram com fome feral e aquele fogo agudo de rivalidade — o impulso de quebrar a dominância dela, provar que ele era o lobo mais forte. Ele fechou a distância entre os dois num passo predatório.
— Luxúria insaciável por dominação — murmurou. Curvou o tronco pra ficar na altura dela. — Vontade de esmagar a concorrência. — O olhar dele passou pelas presas expostas dela, e ele inclinou a cabeça de lado. — Talvez a simples vontade de te derrubar.
Sem dizer mais nada, Kiran avançou, rápido, com a brutalidade de um lobo prestes a mudar de forma. Selene não recuou; recebeu o ataque de frente, e os caninos dela se alongaram, virando presas afiadas e brilhantes. Ela desviou do punho dele e contra-atacou, garras cortando o ar até rasparem no antebraço dele, abrindo um filete de sangue. O vermelho vivo, quente, brotou na pele e escorreu pelo pulso, pingando no chão. Ele cambaleou para trás, praguejando baixo, os músculos retesados enquanto o lobo interior ameaçava emergir e tomar o controle por completo.
Ela só sorriu, passando a língua pelas próprias garras, levemente manchadas do sangue dele. Tinha gosto de ferro, de vitória, de poder que não se curva. O olhar dela se prendeu ao dele, desafiando-o a atacar de novo.
Kiran seria um idiota se ignorasse aquilo. Ele arrancou a camisa e a jogou de lado, revelando um corpo forte, marcado por incontáveis batalhas. Os dois se chocaram de imediato, rosnados graves vibrando na garganta enquanto se agarravam e testavam a força um do outro. Presas lampejaram, garras riscaram pele, e o cheiro metálico do sangue ficou suspenso no ar no meio da luta.
— Amor não tem lugar aqui — Selene arfou, as unhas se alongando em garras lupinas enquanto ela as arrastava pelas costas dele. Ela ardia por dominá-lo e vencer a aposta — dois Alfas orgulhosos, unidos apenas por uma rivalidade amarga. — Só disputa crua, sem freio.
Kiran rosnou um aviso curto e cravou a mandíbula no ombro dela, a velha fricção entre os dois reacendendo de novo.
— Ninguém disse que a gente não pode continuar testando a força um do outro — Kiran rosnou.
— Ódio… ou só obsessão por vencer? — ela rosnou de volta, se movendo para quebrar a pegada dele.
— E eu não posso aproveitar os dois? — ele ofegou. A luta continuou, feroz, cada um tentando arrancar a vantagem do outro.
— Chama logo de sabotagem mesquinha — Selene disse. — Me desgasta nessa briga e eu não vou ter força pra cuidar do meu harém e fortalecer minhas fileiras.
— Então eu me desgasto junto com você. — Kiran deixou o ombro exposto, um convite sem palavras.
Selene não hesitou. Ela afundou as presas no músculo dele, e os dois soltaram gritos de lobo — dor e triunfo — antes de se afastarem, arfando. O ar ficou pesado de sangue, almíscar e do calor primitivo do confronto. Eram criaturas nascidas para dominar, agarradas com ferocidade aos próprios haréns e decididas a superar uma à outra. Arrogantes e inflexíveis, nenhum dos dois conseguia se obrigar a dar o golpe final contra o único igual.
Como se Kiran lesse a mente de Selene, a voz dele saiu áspera quando ele disse:
— Eu não hesitaria em arrancar sua garganta se você desse um passo pra invadir meu harém e as minhas terras.
— Da mesma forma.
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Nossa Luna, Nosso Companheiro
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A CORÇA DELE, SUA DANAÇÃO (Um Romance Erótico de Bilionário)
Esta história contém temas maduros e conteúdo explícito destinado a públicos adultos (18+). A discrição do leitor é aconselhada.
Inclui elementos como dinâmicas de BDSM, conteúdo sexual explícito, relações familiares tóxicas, violência ocasional e linguagem forte.
Esta não é uma história de romance leve. É intensa, crua e desordenada, e explora o lado mais sombrio do desejo.
"Tire o vestido, Meadow."
"Por quê?"
"Porque seu ex está assistindo," ele disse, recostando-se na cadeira. "E eu quero que ele veja o que perdeu."
••••••••••••*
Meadow Russell deveria se casar com o amor da sua vida em Vegas. Em vez disso, ela flagrou sua irmã gêmea montando seu noivo.
Um drink no bar virou dez. Um erro bêbado se tornou realidade. E a oferta de um estranho se transformou em um contrato que ela assinou com mãos trêmulas e um anel de diamante.
Alaric Ashford é o diabo em um terno Tom Ford sob medida. Bilionário CEO, brutal, possessivo. Um homem nascido em um império de sangue e aço.
Ele também sofre de uma condição neurológica—não pode sentir. Nem objetos, nem dor, nem mesmo o toque humano.
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Mas o que começa como uma transação lentamente se transforma em algo que Meadow nunca viu chegando.
Obsessão, segredos que nunca deveriam vir à tona, e uma dor do passado que ameaça destruir tudo.
Alaric não compartilha o que é dele.
Nem sua empresa.
Nem sua esposa.
E definitivamente não sua vingança.
DELE POR QUATORZE NOITES
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Sua voz era baixa, "Você gosta disso? Gosta de como eu te toco assim? Gosta de como eu esfrego seu clitóris com meu dedo como se você fosse minha?"
Eu acenei com a cabeça continuamente, gemendo de prazer, sem saber por quanto tempo mais eu poderia esperar antes que ele colocasse seu membro dentro de mim. Ele enfiou os dedos mais rápido e esfregou meu clitóris com a outra mão, "Isso. Vamos lá. Eu adoro os pequenos gemidos que você faz quando estou te provocando."
Eu lutava para formar as palavras, "P-p-por favor, pare de me provocar. Coloque logo—" um grito desesperado, "Eu quero sentir tanto. Eu quero—"
Um suspiro escapou dos meus lábios quando ele enfiou seu pau. Meu cérebro se encolheu como folhas murchas. Eu abri ainda mais as pernas e ele se inclinou completamente sobre mim. Pesado demais para segurar, e leve demais para não segurar. Ele começou a estocar. As estocadas ficando mais profundas e mais fortes a cada movimento. Dentro de mim. Sem parar. Eu enrolei meus pés ao redor de suas costas para que ele não pudesse escapar.
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Aviso de gatilho: Esta história contém cenas explícitas de BDSM (incluindo dinâmicas de dominação/submissão, práticas de impacto, imobilização e privação sensorial), descrições gráficas de violência armada e assassinato, tentativas de sequestro, ameaças ligadas à máfia e elementos de crime organizado, consumo de álcool e temas de segredo, traição e manipulação emocional. Leitura com cautela é recomendada – práticas seguras, sãs e consensuais são enfatizadas, mas o conteúdo pode ser intenso para alguns leitores.
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Talvez por isso nenhuma durasse mais de duas semanas; ele se cansava delas muito rápido. Mesmo assim, Valeria disse não, o que fez com que ele passasse a persegui-la, bolando diferentes estratégias para conseguir o que queria, sem deixar de lado a diversão com as outras mulheres.
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