Sr. Regnante

Sr. Regnante

Serena Light · Concluído · 91.1k Palavras

690
Popular
16.9k
Visualizações
939
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Quando você é o chefe mais respeitado da Máfia Italiana, não pode deixar que o mundo saiba da sua existência ou de qualquer laço pessoal que possa ter. Caso contrário, coisas ruins tendem a acontecer, e esse homem aprendeu essa lição da pior maneira. Recusando-se a permitir que alguém ultrapasse seu exterior frio.
Isso não impediu a história deles.
Eles não deveriam se encontrar da maneira que se encontraram.
Afinal, ela era apenas uma estudante universitária e ele era um fantasma.
Inexistente, um boato, uma história que você conta para seus filhos à noite.
Mas quando as circunstâncias mais imprevistas fazem seus caminhos se cruzarem, não uma, não duas, mas três vezes—um encontro que termina com a promessa de evitar um ao outro. Eles não têm escolha a não ser reconhecer que precisam se manter afastados antes que um deles se machuque.
E é exatamente isso que acontece.
Isso causa outro encontro entre os dois, mas desta vez com uma promessa de segurança e proteção, porque ele deve a ela sua vida.

Capítulo 1

A luz do sol toscano banhava os pedestres tocando a vida. Sentados em cafés ao ar livre, conversando lado a lado, todos aproveitando o tempo bom.

O inverno estava chegando, e a primeira neve ainda não tinha caído, dando às pessoas a chance de curtir os últimos dias agradáveis antes de se renderem ao isolamento do aquecimento central. Aproveitando isso, todo mundo tentava tirar o máximo daquele tempo.

Uma garota, de cabelo castanho-claro e vestido florido, juntou suas coisas antes de ir até o carro. Ela tinha acabado de afivelar o cinto quando a porta do passageiro escancarou de repente; fazendo-a se assustar e soltar um grito quando um homem se jogou no banco ao lado.

— Dirige! — o homem gemeu, e tudo o que ela conseguiu fazer foi encarar o estado dele.

O cabelo escuro estava grudado na testa, empapado, e os olhos dele corriam de um lado para o outro. As duas mãos estavam sujas de sangue, pressionando um ferimento no abdômen e segurando uma arma preta.

— Porra, dirige! — ele berrou de novo, e ela entrou em ação. Pisou no acelerador, guiando às cegas como uma louca, como se a vida dela dependesse disso.

E talvez dependesse mesmo.

— Rodovia. Agora — ele resmungou entre os dentes cerrados e jogou a cabeça para trás, os olhos bem fechados, sangrando no estofado. O sangue atravessava a camisa e se acumulava no colo dele. A bile subiu na garganta da garota, e ela soube que precisava fazer alguma coisa antes que ele morresse no carro dela — e explicar a presença de um cadáver seria um problema completamente diferente.

— Deixa eu te ajudar. — A voz dela tremeu enquanto ela dirigia na direção da rodovia, conferindo os retrovisores e vendo um trecho de estrada deserto atrás deles.

— Só me leva... pra rodovia.

— A rodovia fica a trinta minutos daqui, mesmo nessa velocidade, e você vai morrer de hemorragia se não deixar eu estancar o sangramento — ela explicou, enquanto ele semicerrava os olhos para ela. — Eu sou estudante de medicina. Por favor, deixa eu te ajudar.

— Por quê? Pelo que eu sei... pelo que eu sei... você pode ser uma deles.

— Quem tá com a arma é você, senhor. Me diz você quem está em desvantagem.

O desconhecido se calou, fechando os olhos contra a dor. Um gemido escapou dos lábios dele, e ela percebeu que a arma estava tremendo.

— Tá! Tá! — ele reclamou, se contorcendo no banco. — Só anda logo.

Ela encostou no acostamento, saiu do carro e foi até a parte de trás, onde pegou um kit de primeiros socorros. Erguendo as mãos, mostrou o kit antes de se aproximar e abrir a porta, encontrando o homem tremendo, com a arma apontada para ela, à beira de entrar em choque.

— Eu não... não vou correr... nenhum, nenhum risco.

— Tudo bem. — Ela assentiu, compreendendo, e se agachou diante dele, desabotoando a camisa branca manchada. Pediu desculpas quando ele fez uma careta de dor. O tremor dele se intensificou quando ela começou a limpar o ferimento para enxergar melhor, os sentidos dela entrando em alerta máximo, sabendo o que aquilo significava.

— Eu preciso que você fale comigo pra não entrar em choque — ela explicou, examinando a lesão. — Qual é o seu nome? Eu sou a Rosalie.

— Arcangelo.

— Arcangelo, você consegue me dizer se tem alguém esperando por você em casa? Família? Amigos?

— Um sobrinho e uma sobrinha... e a mi-mi-minha irmã...

— Tá, isso é bom. Tem gente esperando você voltar. Você consegue me contar sobre eles?

—Meu sobrinho... s-sobrinho... —ele gaguejou enquanto Rosalie fazia um curativo com a gaze no ferimento—. E-ele tem seis anos... n-não... não tem ninguém...

Ela mal prestou atenção nas palavras dele e conferiu a gaze, vendo que, por ora, tinha conseguido estancar o sangramento. A respiração de Arcangelo se acalmou.

—Tudo bem, Arcangelo? Eu preciso que você me diga pra onde eu tenho que te levar.

—Pela... pela estrada... você vai saber.

—Tá —Rosalie assentiu, sem entender aquele jeito enigmático de falar, antes de pegar o xale no banco de trás e cobri-lo com cuidado. Ajudou-o a se ajeitar de volta no assento, reclinou um pouco e então voltou ao volante, retomando o caminho.

Ela saiu do meio-fio e seguiu em silêncio, enquanto Rosalie lançava olhares para a silhueta de Arcangelo. Ele estava ali, com a arma segurada de forma frouxa na mão, o olhar voltado para a paisagem passando.

—Por que você me ajudou? —ele perguntou, rouco. Rosalie olhou para ele por um instante antes de voltar os olhos para a estrada—. Você podia ter me deixado morrer; afinal, eu tô te ameaçando com uma arma.

—Eu sei —ela confirmou—. Mas isso significaria que você teria morrido dentro do meu carro, e eu não preciso de uma coisa dessas na minha consciência.

—Mesmo assim, eu acho que você não devia ter me ajudado.

—Mas eu também não ia conseguir te deixar morrer. Eu não quero viver com a realidade de ter tido a chance de salvar alguém e, em vez disso, decidir agir por egoísmo e deixar esse alguém morrer.

Arcangelo não respondeu. Foi então que Rosalie avistou dois SUVs pretos parados no meio da estrada, com homens de terno de pé, armas firmes nas mãos. E naquele momento ela soube: ali era o fim da linha pra ela.

Ela parou o carro e levantou as mãos quando dois homens se aproximaram. Outros foram direto até Arcangelo, que tentava sair, até que um deles abriu a porta e os demais o ajudaram a descer.

—Cuidado. A gaze não vai segurar por muito tempo —Rosalie avisou aos homens, enquanto a puxavam para fora do carro. Mantiveram-na sob a mira de armas; as pernas dela cederam.

Engolindo em seco, Rosalie fechou os olhos e se encolheu ao ouvir o clique inconfundível da trava sendo destravada.

—Deixem ela —Arcangelo disse, por cima do ombro, enquanto o levavam em direção aos carros.

—Sim, chefe —os homens assentiram e se afastaram, fazendo os olhos de Rosalie se abrirem de supetão.

Arcangelo cruzou o olhar com o dela mais uma vez, deixando o recado alto e claro.

Abra a boca e você morre.”

Rosalie viu os carros irem embora, deixando uma trilha de fumaça para trás.

Ela acompanhou os veículos pretos diminuindo ao longe, enquanto o corpo inteiro tremia. As forças a abandonaram e ela desabou de joelhos, um soluço assustado sacudindo seu peito. Encarou as próprias mãos, cobertas de sangue, e tentou controlar a respiração.

Rosalie nem sabia quanto tempo ficou sentada naquela estrada de cascalho. Quando enfim enxugou as lágrimas e o sangue seco nas mãos, cambaleou até ficar de pé e desabou no banco do carro.

Quando se acomodou, ligou o rádio para acalmar os nervos à flor da pele, decidida a tomar um banho assim que chegasse em casa. O trajeto já era longo —e pareceu ainda mais com a pressa desesperada que ela sentia de voltar. No instante em que estacionou, Rosalie pegou suas coisas, escondendo as mãos entre as dobras dos livros, e entrou às pressas, de cabeça baixa.

Ao esbarrar sem querer em alguém, ela se desculpou às pressas e saiu correndo para longe dele, entrando no elevador e apertando o botão do sexto andar. Ela só queria ir para casa, tomar um banho e chorar na cama.

A programação do dia era bem simples: estudar para as provas que estavam chegando. Em nenhum momento dos planos dela entrava a possibilidade de um desconhecido ferido apontar uma arma para ela.

O medo voltou a engolir os sentidos dela com a lembrança do que tinha acontecido, as pupilas se dilatando e a respiração ficando curta. Engolindo o nó na garganta, ela tentou se acalmar.

*Inspira. Expira.

Inspira.

Expira.*

O ding do elevador a tirou dos exercícios de respiração. Soltando um suspiro de alívio, ela pegou as chaves enquanto andava pelo corredor.

Ao destrancar a porta, quase desabou para dentro e deixou todas as coisas caírem no chão. Virando de volta para a porta, ela trancou rapidamente, ainda colocando a corrente e encostando a testa na madeira, soltando um suspiro aliviado por estar de novo dentro dos limites da familiaridade e da certeza.

“Banho.” Ela murmurou para si mesma, enxugando as lágrimas. “Eu preciso de um banho.”

Soltando um ar trêmulo, ela se virou, pronta para pegar os livros, quando uma mão agarrou o ombro dela com brutalidade, fazendo-a gritar e engasgar com o próprio fôlego. Rosalie foi jogada contra a parede, um gemido de dor escapando enquanto uma mão se fechava em torno do pescoço dela e a outra tapava sua boca, impedindo qualquer som.

Um par de olhos verde-maçã a encarou de cima enquanto ela se debatia no aperto dele; a resistência só fez a mão dele se fechar ainda mais na garganta dela.

“O que você sabe?” ele rosnou baixo, enquanto as lágrimas desciam pelo rosto dela, as tentativas de lutar sendo inúteis.

“N-nada”, ela conseguiu dizer, sufocada, em pânico. “Eu não sei de nada.”

“Não minta pra mim, puttana.”

“P-por favor... eu não sei de nada!” ela soluçou, presa no aperto dele.

“Mentira!” Ele rosnou e aumentou a pressão, bloqueando a passagem de ar. Os pés dela saíram do chão enquanto ela tentava, desesperada, arrancar as mãos dele. Ele a observava com olhos frios, firmes, sem vacilar, e ela sentiu a consciência escapando por entre os dedos.

O aperto no pescoço dela desapareceu de repente, e ela desabou no chão num monte, tossindo sem parar, enquanto o homem acima dela alcançava a porta, saía e a batia atrás de si.

Rosalie ficou caída no chão, uma mão no pescoço, tossindo para conseguir respirar, curvada e tendo ânsias secas, com soluços atravessando o corpo.

Ela tentou respirar fundo para se recompor, mas, no esforço de recuperar o controle, os olhos se fecharam e o corpo inteiro dela relaxou contra o assoalho de madeira.

Rosalie acordou com o som do celular tocando. Gemeu contra o piso, se ergueu devagar e esfregou os olhos antes de remexer na bolsa à procura do aparelho. Desligando o alarme, ela olhou ao redor enquanto os acontecimentos de ontem voltavam, mais uma vez.

Engolindo em seco, ela fez uma careta com a dor que atravessou o corpo e então se levantou cambaleando.

Atordoada e zonza, Rosalie entrou no chuveiro, evitando olhar no espelho. Quando saiu, passou a mão no espelho levemente embaçado. Um grito de desespero ficou preso na garganta dela.

O pescoço dela estava todo roxo, azul-escuro, manchado por todos os lados. A pele doía ao toque e latejava sempre que ela tentava falar ou fazer qualquer som. Os olhos estavam injetados de sangue e o rosto, empolado e cheio de manchas.

Naquele momento, Rosalie decidiu faltar às aulas do dia e avisar no trabalho que estava doente. Ela não queria passar por tudo o que aconteceu ontem nunca mais.

Depois de trocar de roupa e colocar algo confortável, tentou comer, mas acabou vomitando. No fim, decidiu apenas tomar um analgésico e dormir.

Rosalie poderia ter dormido o dia inteiro, mas foi acordada pela vibração do celular. Trinta e seis ligações perdidas. Todas de pessoas diferentes. Depois de responder às mensagens com a desculpa de que estava com gripe, ela desabou de volta na cama. Os olhos quase se fechando na mesma hora, o sono a puxou de novo; os efeitos do remédio ainda rondavam o corpo.

Sua idiota!” Ela ouviu alguém sibilar no sonho, uma voz grave, escura e aveludada falando por cima dela. “Olha o que você fez!

Depois daquele sussurro silvado, veio o toque mais suave no pescoço dela.

Eu não tinha como ter certeza!” Uma nova voz sussurrou de volta.

Eu devia te matar, Vincent.” A primeira voz retrucou com uma calma assustadora. “Ela salvou a minha vida e você tenta matar ela? A garota já passou por trauma demais. E, se ela for inteligente, sabe que não deve abrir a boca. Não só porque ela não conhece as pessoas erradas, mas também porque ninguém acreditaria nela. Eu sou um fantasma, lembra? Eu não existo no mundo lá fora. Eu não passo de um boato.

No sonho, Rosalie se remexeu, tentando encontrar de onde vinham as vozes, mas não viu nada além de escuridão.

Vamos.” A voz falou por cima dela enquanto ela procurava desesperada, querendo saber por que fizeram aquilo com ela e o que ela poderia ter feito para merecer que aquele trauma caísse sobre si.

Ela precisava saber por que ela.

Ela quis gritar, mas a garganta doía demais para sequer formar uma palavra coerente. A dor aumentou de repente e a arrancou do sono quando ela engasgou numa tosse, encolhida na cama, tentando aliviar a queimação.

Quando a crise de tosse passou, ela ficou encarando o teto, lágrimas escorrendo, porque nunca quis que algo assim acontecesse. Os dedos tremiam quando ela levou a mão ao pescoço, jurando que aquele toque tinha sido real — mas sendo apenas fruto da imaginação dela, por causa do homem que ela tinha salvado ontem.

Antacio? Antonio? Angelo?

Ela nem conseguia lembrar o nome dele direito e ainda assim estava sonhando com ele.

Rosalie estendeu a mão até a mesinha de cabeceira para pegar o celular, mas algo amassado se encolheu sob a palma dela.

Ela se virou para o lado e encontrou uma folha. Não se lembrava de ter deixado um recado para si mesma. Erguendo o papel acima do rosto, ela soube na mesma hora que não era a letra dela — as palavras eram elegantes demais, numa cursiva perfeita demais para ser sua.

Sopa quente ajuda quando você foi estrangulada. Deve abrir as vias respiratórias o suficiente para tornar a respiração suportável. Além disso, você deveria comprar pomada de arnica para os hematomas.

-AR

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

A Rainha Lycan

A Rainha Lycan

8.4k Visualizações · Atualizando · Texaspurplerose72
"Se você quer que MEUS Guerreiros de Elite a encontrem, então precisamos saber tudo sobre ela, seus movimentos, amigos, onde ela gostava de ir, etc." Safyer disse a ele, "você não pode esperar que a gente chegue e automaticamente saiba onde ela está. Você quer que a gente apareça e puff! Sabemos onde ela está." Ela bufou. "Ao contrário do que você possa acreditar, não funciona assim." Ela deu uma risada sarcástica. "Ainda temos que investigar. Se você não quiser enviar as informações, então, desculpe, mas não podemos ajudar você." Ela deu de ombros com um tom entediado. Vega apenas balançou a cabeça. Ele sabia que sua filha estava apenas sendo desagradável com Aden.

"Tá bom," Aden cedeu, "para onde eu mando as informações?" Ele perguntou.

"Mande para o e-mail do Alfa Vega para que ele possa imprimir para mim e minha equipe." Ela instruiu.
Vega checou seu e-mail, "obrigado, Beta." Ele disse. "Minha equipe estará no aeroporto em duas horas. Eles precisam de tempo para arrumar as malas e avisar seus parceiros que estão saindo. Não há discussão sobre isso." Ele afirmou.

"Eu avisarei o Alfa Mason," Aden disse a ele, "quem será nosso ponto de contato?"

"A General Fyer será, ela estará no comando do caso." Disse Vega. "Quando a General Fyer não estiver disponível, você falará com o Tenente Austin ou o Tenente Rollins."

"Ah," foi a resposta de Aden.

"Se você tem problema em receber ordens ou trabalhar com mulheres," Safyer começou, "então é melhor superar isso," ela disparou. "Eu NÃO e NÃO vou aceitar seu desaforo ou atitude. Trabalhei muito para chegar onde estou. Se você não consegue lidar com isso, sugiro que supere ou encontre outra pessoa para ser meu ponto de contato."
Perseguindo Minha Ex-Luna

Perseguindo Minha Ex-Luna

236.6k Visualizações · Concluído · Willow Ashford
"Você é apenas uma substituta conveniente, Lyra. Tanto faz se estou te marcando ou te fodendo, estou pensando na Seraphina."

O vínculo de quatro anos estava prestes a terminar, e as palavras cruéis de Dorian partiram meu coração. O herdeiro alfa por quem eu havia me apaixonado tolamente me empurrou contra uma árvore áspera, seus olhos âmbar queimando de desgosto.

"Agora, faça o que deve fazer." Ele abriu o zíper das calças e puxou seu pênis ereto, quente e pesado, com uma veia grossa pulsando ao longo de seu comprimento.

Quando ele começou a mover os quadris, abri a boca, levando-o mais fundo.

Tentei recuar, ofegando por ar, mas sua mão disparou e apertou firmemente a parte de trás da minha cabeça. Ele empurrou minha cabeça para frente violentamente, o movimento repentino quase me sufocando.

"Minha," seu lobo rosnou. "Você é completamente minha, e deve aprender a obedecer, seja chupando meu pau ou aceitando minha rejeição."

--

Como filha do Alfa assassinado da Alcateia Sombra, Lyra Nightfall suportou quatro anos de um vínculo arranjado sem amor com Dorian Blackthorne, herdeiro da alcateia mais poderosa de Moon Shadow Bay. Ela acreditava que suas raras habilidades de cura e devoção inabalável poderiam ser suficientes para ganhar seu amor.

Ela estava errada.

O alfa a tratava como um fardo, contando os dias até poder descartá-la e se unir à sua verdadeira companheira destinada, Seraphina.

Mas o destino tinha outros planos. Sem que Dorian soubesse, Lyra possuía a chave para sua verdadeira redenção.

——————
Oi pessoal, quanto tempo! Meu novo livro, Remarrying the Billionaire: The Ex-Husband’s Regret , já está disponível! Como sempre, é uma história cheia de triângulos amorosos, desilusões e dramas da alta sociedade—por favor, confiram e mostrem seu apoio!
Nossa Luna, Nosso Companheiro

Nossa Luna, Nosso Companheiro

41.7k Visualizações · Concluído · Linda Middleman
Requests to the ChatCompletions_Create Operation under Azure OpenAI API version 2024-03-01-preview have exceeded token rate limit of your current OpenAI S0 pricing tier. Please retry after 3 seconds. Please go here: https://aka.ms/oai/quotaincrease if you would like to further increase the default rate limit.
Status: 429 (Too Many Requests)
ErrorCode: 429

Content:
{"error":{"code":"429","message": "Requests to the ChatCompletions_Create Operation under Azure OpenAI API version 2024-03-01-preview have exceeded token rate limit of your current OpenAI S0 pricing tier. Please retry after 3 seconds. Please go here: https://aka.ms/oai/quotaincrease if you would like to further increase the default rate limit."}}

Headers:
Retry-After: 3
x-ratelimit-reset-tokens: REDACTED
x-ms-client-request-id: d29c1db7-5e9c-41f1-bf25-2c9d9be673a5
apim-request-id: REDACTED
Strict-Transport-Security: REDACTED
X-Content-Type-Options: REDACTED
policy-id: REDACTED
x-ms-region: REDACTED
x-ratelimit-remaining-requests: REDACTED
Date: Wed, 16 Oct 2024 11:08:00 GMT
Content-Length: 348
Content-Type: application/json
Tabu

Tabu

310.4k Visualizações · Concluído · Vicky Visagie
Eu estava ajoelhada com as mãos sobre as pernas abertas. Eu estava esperando nua pelo Senhor no meio da sala. Quando o Senhor saiu do banheiro, ele estava tão feliz comigo, o que me deixou feliz também. O Senhor me disse para agradecê-lo pelo que ele ia fazer comigo naquela noite e eu sabia o que isso significava, quero dizer, eu já tinha brincado com alguns Dominantes no meu tempo no clube. Eu desabotoei as calças do Senhor e abri o zíper; quando as calças caíram, o pau dele estava bem na minha cara. Claramente, o Senhor não usava cueca. Eu chupei o Senhor o melhor que pude, eu podia sentir que ele estava se segurando, eu tinha certeza de que ele queria segurar minha cabeça e foder minha cara, mas claramente o Senhor tinha muito autocontrole. Quando ele teve o suficiente, ele me ajudou a levantar e me levou até a cruz de Santo André, onde ele prendeu meus braços e minhas pernas. Eu amava a cruz de Santo André, especialmente se eu fosse chicoteada, e era exatamente isso que o Senhor tinha em mente para esta noite. Eu disse a ele minha palavra de segurança, que era Cupcake. O Senhor ficou surpreso com a palavra de segurança, mas tudo tem um significado na minha vida. Ele começou a me chicotear, parecia o paraíso, o chicote sobre meu corpo. Mas o Senhor não parou por aí, ele me chicotaria até minhas costas ficarem bem quentes, então ele pressionaria seu corpo nu contra o meu, me beijando no pescoço e mordendo minha orelha. Ele me deixou tão excitada. Então ele parava e começava a chicotear tudo de novo, só que mais forte a cada vez. Ele brincava com minha buceta e me levava ao limite, onde eu só queria cair e gozar, mas ele parava e começava tudo de novo. Em algum momento, eu comecei a me sentir bêbada e tonta, não estava acostumada com essa sensação, foi quando usei minha palavra de segurança, Cupcake... O Senhor e eu conversamos sobre tudo e sobre por que eu usei minha palavra de segurança, eu disse a ele que não gosto de me sentir fora de controle, ele aceitou isso por enquanto, ele disse. Então continuamos a brincar, o Senhor sabia foder, ele era definitivamente um Dominante experiente que sabia como foder até você perder a cabeça, ele me fodeu até eu gozar pelo menos algumas vezes antes de eu desmaiar. Eu deveria pegar um telefone que o Senhor queria que eu tivesse para o pós-cuidado, mas eu estava com medo de me apaixonar pelo Senhor, então, enquanto ele ainda estava dormindo, eu saí furtivamente do quarto e deixei o celular. Quando cheguei em casa, fiquei chateada comigo mesma porque eu adoraria ver o Senhor novamente, mas agora ele se foi. Foi embora e eu não tenho ideia se algum dia o verei novamente...

Algumas noites depois do evento no clube onde conheci o Senhor, fui com meu pai a uma festa de boas-vindas para um dos amigos dele que voltou para Las Vegas. Desde a morte da minha mãe e do meu irmão, eu sou sempre o par do meu pai, não que sejamos muito próximos, mas eu tenho que fazer o que é esperado de mim. Meu pai é um homem muito rico e influente, o que eu tento ao máximo não ser. A festa de boas-vindas de hoje à noite era uma daquelas que eu realmente não queria ir. Quero dizer, ele é um velho amigo do meu pai, o que eu faria lá? Eu estava de costas para o grupo quando o amigo do meu pai se juntou a nós. Quando ele falou, eu tinha certeza de que conhecia aquela voz, assim que me virei e meu pai nos apresentou, tudo o que saiu da minha boca foi: "Senhor?"...
Cinco Irmãos, Uma Noiva

Cinco Irmãos, Uma Noiva

57.2k Visualizações · Concluído · Emma Blackwood
Todo mundo acha que Lily é apenas uma garota do interior tentando dar o golpe do baú. Eles não poderiam estar mais errados.

Quando Lily chega à magnífica propriedade dos Sterling para cumprir as últimas vontades de seu falecido pai, ela é recebida por cinco belos irmãos e uma mãe fria e calculista, determinada a mandá-la embora.

De acordo com um antigo acordo entre as famílias, Lily deve escolher um dos irmãos como marido — uma perspectiva que enche todos eles de desprezo.

Mas Lily esconde segredos que chocariam toda a família Sterling. Por trás de sua postura discreta, há uma mente brilhante para os negócios que construiu um império multibilionário a partir do nada. Ela também é uma cantora aclamada internacionalmente que se apresenta com o nome de Nightingale, e uma gênia da tecnologia conhecida como Anny, capaz de derrotar qualquer um em seu próprio jogo.

Enquanto lida com a complexa política interna da família Sterling, Lily se vê atraída pelo irmão mais frio de todos — William, o CEO que a trata apenas com desconfiança.

A mãe de William já escolheu o par perfeito para ele: Fiona, da família Foster, sua amiga e amor de infância.

No entanto, a palavra "rendição" nunca existiu no vocabulário de Lily.
Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida

Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida

44.2k Visualizações · Concluído · theresachipps
Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida
Livro Dois de Os Reis Lycan e o Lobo Branco. Também pode ser lido de forma independente.

Dezessete anos se passaram desde a ascensão do Lobo Branco, e o reinado dos Reis Lycan garantiu a paz em todo o reino. A próxima geração de guerreiros cresceu sob a proteção de governantes poderosos.

Cassian e Atlas, os herdeiros gêmeos do trono Lycan, já não são mais crianças. Prestes a completar dezoito anos, os futuros reis já se provaram no campo de treinamento, com força, habilidade e poder muito além do que sua idade sugeriria. Como gêmeos idênticos nascidos com habilidades extraordinárias, o vínculo entre eles é inquebrável, e a lealdade de um ao outro, absoluta. O reino sabe que, um dia, eles governarão juntos.

Mas completar dezoito anos traz mais do que responsabilidade.

Para os Lycans, é o momento em que o destino pode revelar a única pessoa destinada a ficar ao lado deles: sua companheira.

Para celebrar o aniversário de dezoito anos dos gêmeos, o palácio se prepara para um grande baile real. Alfas e famílias de todo o reino são convidados, e muitos chegam com a esperança de que suas filhas sejam escolhidas como a futura rainha do trono Lycan.

Só que o destino raramente segue o caminho que os outros esperam.

Em algum lugar do reino vive uma garota cuja existência nunca deveria ser conhecida. Escondida nas sombras dentro das muralhas do reino, ela carrega segredos no sangue capazes de mudar tudo — segredos poderosos o bastante para redesenhar o futuro do reino Lycan.

À medida que a noite do baile se aproxima, fios invisíveis do destino começam a entrelaçar vidas de um jeito que ninguém poderia prever.

O próximo capítulo da história dos Reis Lycan está prestes a começar.

E a companheira destinada a dois reis pode ser muito mais poderosa — e perigosa — do que qualquer um seria capaz de imaginar.
Não pode me reconquistar

Não pode me reconquistar

6.6k Visualizações · Concluído · Sarah
Aurelia Semona e Nathaniel Heilbronn estavam casados secretamente há três anos. Um dia, ele jogou um acordo de divórcio na frente dela, dizendo que seu primeiro amor havia voltado e que ele queria se casar com ela. Aurelia assinou com o coração pesado.

No dia em que ele se casou com seu primeiro amor, Aurelia sofreu um acidente de carro, e os gêmeos em seu ventre pararam de ter batimentos cardíacos.

A partir daquele momento, ela mudou todas as suas informações de contato e saiu completamente do mundo dele.

Mais tarde, Nathaniel abandonou sua nova esposa e procurou pelo mundo uma mulher chamada Aurelia.

No dia em que se reencontraram, ele a encurralou em seu carro e implorou: "Aurelia, por favor, me dê outra chance!"
Donati

Donati

167.5k Visualizações · Concluído · Allison Franklin
O primeiro beijo dela... e tinha gosto de sangue.

Frankie Donati não é um homem bom. Ele não fica derretido. O coração dele não dispara. Ele não se apaixona. Ele usa, toma, conquista e descarta. Simples assim. Até deixar de ser. Tem uma garota nova no clube. Ela é jovem, linda e parece que saberia usar aquele bisturi pra fazer muito mais do que aliviar as pálpebras inchadas de um lutador. E acha que consegue se esconder dele.

Gloria Rubanov está fugindo. Quando o homem a quem ela foi prometida ainda criança vem cobrá-la, a mãe faz a única coisa em que consegue pensar: pede a um amigo pra esconder a filha no meio da família mafiosa mais perigosa do país, os Accardi. Mas, com os Accardi atolados numa guerra própria, é só uma questão de tempo até o noivo dela descobrir onde ela está… e vir buscá-la de volta.

Quando um encontro casual em uma situação comprometedora vira obsessão, só existe uma maneira de Frankie Donati deixar outro homem ficar com o que é dele: vão ter que arrancá-la de suas mãos frias. Mortas.
Perdendo o Controle: Sua Loucura, Sua Cura

Perdendo o Controle: Sua Loucura, Sua Cura

28.9k Visualizações · Concluído · Ida
Sua respiração sai afiada. "Você é tão cheio de si que chega a ser ridículo."
"Você não me mandou parar," murmuro.
Seus dedos tremem como se ele quisesse me bater ou me agarrar, talvez ambos.
Ele vira a cabeça para o lado, como se estivesse tentando encontrar oxigênio, mas eu posso ver, o rubor em seu pescoço, o pulso batendo rápido sob meu polegar, a maneira como seu corpo o trai mesmo enquanto sua boca continua mentindo.
Eu pressiono meu corpo contra o dele, peito a peito, calor a calor.
"Você quer me odiar. Tudo bem. Me odeie o quanto quiser. Mas não minta para si mesmo. Não finja que seu pau não fica duro toda vez que eu digo seu nome."
Ele geme, um som preso entre frustração e necessidade.

Xander nunca teve a intenção de se envolver. Dois anos atrás, ele tropeçou em um beco e travou os olhos com um estranho espancando alguém até sangrar.
Esse estranho era Jax.
Desde então, ele se pega pensando no cara de forma obsessiva. Ele foi uma fantasia por dois anos inteiros... até que não foi mais. Agora eles circulam um ao outro como fogo e gasolina... faíscando, queimando, nunca se tocando sem deixar marcas. Xander não está acostumado a ser dominado. Mas Jax domina como se tivesse nascido para isso, e Xander odeia o quanto deseja isso.
É empurrar e puxar. Morder e sangrar. Querer e negar...
Jax se esconde atrás de silêncio e sombras. Um passado violento, impulsos mais sombrios, muros construídos com arame farpado. Mas Xander continua cavando, continua aparecendo, e isso assusta Jax mais do que qualquer coisa. Porque Xander não está apenas arranhando a superfície.
Ele está entrando e despedaçando Jax. E quanto mais fundo eles caem, mais perigoso fica.
✨Ele deveria ser um passatempo. Não um desejo. Mas algumas obsessões não se apagam. Elas queimam até o fim.✨
A Herdeira Vira-Lata Contra-Ataca

A Herdeira Vira-Lata Contra-Ataca

43.1k Visualizações · Concluído · PageProfit Studio
Dez anos atrás, Elizabeth Kaiser foi abandonada pelo pai biológico e expulsa de casa como um cachorro vira-lata. Uma década depois, ela voltou como uma general condecorada da Nação A, ostentando um poder imenso e uma riqueza incalculável.

Os espectadores aguardavam, ansiosos, a queda dela — só para assistirem, estarrecidos, às famílias mais influentes da Capital se curvarem diante dela com reverência.

Elizabeth abriu um sorriso frio. “Querem me caçar? Então é melhor pedirem permissão aos meus punhos primeiro!”
O estilista do Mafia Don

O estilista do Mafia Don

13.9k Visualizações · Atualizando · Mercy Moses
Anastasia, uma estilista em ascensão, recebe uma oferta que muda sua vida: um contrato de dez milhões de dólares para vestir Luciano Roberto, um CEO com um segredo perigoso. Desde o toque sutil de suas mãos até os olhares eletrizantes trocados, a atração entre eles é inegável. Aventure-se por encontros ameaçadores para desvendar mistérios, o mundo de Anastasia vira de cabeça para baixo.

Com o perigo à espreita em cada esquina, será que ela consegue resistir ao magnetismo do olhar de Luciano?