
Sr. Regnante
Serena Light · Concluído · 91.1k Palavras
Introdução
Isso não impediu a história deles.
Eles não deveriam se encontrar da maneira que se encontraram.
Afinal, ela era apenas uma estudante universitária e ele era um fantasma.
Inexistente, um boato, uma história que você conta para seus filhos à noite.
Mas quando as circunstâncias mais imprevistas fazem seus caminhos se cruzarem, não uma, não duas, mas três vezes—um encontro que termina com a promessa de evitar um ao outro. Eles não têm escolha a não ser reconhecer que precisam se manter afastados antes que um deles se machuque.
E é exatamente isso que acontece.
Isso causa outro encontro entre os dois, mas desta vez com uma promessa de segurança e proteção, porque ele deve a ela sua vida.
Capítulo 1
A luz do sol toscano banhava os pedestres tocando a vida. Sentados em cafés ao ar livre, conversando lado a lado, todos aproveitando o tempo bom.
O inverno estava chegando, e a primeira neve ainda não tinha caído, dando às pessoas a chance de curtir os últimos dias agradáveis antes de se renderem ao isolamento do aquecimento central. Aproveitando isso, todo mundo tentava tirar o máximo daquele tempo.
Uma garota, de cabelo castanho-claro e vestido florido, juntou suas coisas antes de ir até o carro. Ela tinha acabado de afivelar o cinto quando a porta do passageiro escancarou de repente; fazendo-a se assustar e soltar um grito quando um homem se jogou no banco ao lado.
— Dirige! — o homem gemeu, e tudo o que ela conseguiu fazer foi encarar o estado dele.
O cabelo escuro estava grudado na testa, empapado, e os olhos dele corriam de um lado para o outro. As duas mãos estavam sujas de sangue, pressionando um ferimento no abdômen e segurando uma arma preta.
— Porra, dirige! — ele berrou de novo, e ela entrou em ação. Pisou no acelerador, guiando às cegas como uma louca, como se a vida dela dependesse disso.
E talvez dependesse mesmo.
— Rodovia. Agora — ele resmungou entre os dentes cerrados e jogou a cabeça para trás, os olhos bem fechados, sangrando no estofado. O sangue atravessava a camisa e se acumulava no colo dele. A bile subiu na garganta da garota, e ela soube que precisava fazer alguma coisa antes que ele morresse no carro dela — e explicar a presença de um cadáver seria um problema completamente diferente.
— Deixa eu te ajudar. — A voz dela tremeu enquanto ela dirigia na direção da rodovia, conferindo os retrovisores e vendo um trecho de estrada deserto atrás deles.
— Só me leva... pra rodovia.
— A rodovia fica a trinta minutos daqui, mesmo nessa velocidade, e você vai morrer de hemorragia se não deixar eu estancar o sangramento — ela explicou, enquanto ele semicerrava os olhos para ela. — Eu sou estudante de medicina. Por favor, deixa eu te ajudar.
— Por quê? Pelo que eu sei... pelo que eu sei... você pode ser uma deles.
— Quem tá com a arma é você, senhor. Me diz você quem está em desvantagem.
O desconhecido se calou, fechando os olhos contra a dor. Um gemido escapou dos lábios dele, e ela percebeu que a arma estava tremendo.
— Tá! Tá! — ele reclamou, se contorcendo no banco. — Só anda logo.
Ela encostou no acostamento, saiu do carro e foi até a parte de trás, onde pegou um kit de primeiros socorros. Erguendo as mãos, mostrou o kit antes de se aproximar e abrir a porta, encontrando o homem tremendo, com a arma apontada para ela, à beira de entrar em choque.
— Eu não... não vou correr... nenhum, nenhum risco.
— Tudo bem. — Ela assentiu, compreendendo, e se agachou diante dele, desabotoando a camisa branca manchada. Pediu desculpas quando ele fez uma careta de dor. O tremor dele se intensificou quando ela começou a limpar o ferimento para enxergar melhor, os sentidos dela entrando em alerta máximo, sabendo o que aquilo significava.
— Eu preciso que você fale comigo pra não entrar em choque — ela explicou, examinando a lesão. — Qual é o seu nome? Eu sou a Rosalie.
— Arcangelo.
— Arcangelo, você consegue me dizer se tem alguém esperando por você em casa? Família? Amigos?
— Um sobrinho e uma sobrinha... e a mi-mi-minha irmã...
— Tá, isso é bom. Tem gente esperando você voltar. Você consegue me contar sobre eles?
—Meu sobrinho... s-sobrinho... —ele gaguejou enquanto Rosalie fazia um curativo com a gaze no ferimento—. E-ele tem seis anos... n-não... não tem ninguém...
Ela mal prestou atenção nas palavras dele e conferiu a gaze, vendo que, por ora, tinha conseguido estancar o sangramento. A respiração de Arcangelo se acalmou.
—Tudo bem, Arcangelo? Eu preciso que você me diga pra onde eu tenho que te levar.
—Pela... pela estrada... você vai saber.
—Tá —Rosalie assentiu, sem entender aquele jeito enigmático de falar, antes de pegar o xale no banco de trás e cobri-lo com cuidado. Ajudou-o a se ajeitar de volta no assento, reclinou um pouco e então voltou ao volante, retomando o caminho.
Ela saiu do meio-fio e seguiu em silêncio, enquanto Rosalie lançava olhares para a silhueta de Arcangelo. Ele estava ali, com a arma segurada de forma frouxa na mão, o olhar voltado para a paisagem passando.
—Por que você me ajudou? —ele perguntou, rouco. Rosalie olhou para ele por um instante antes de voltar os olhos para a estrada—. Você podia ter me deixado morrer; afinal, eu tô te ameaçando com uma arma.
—Eu sei —ela confirmou—. Mas isso significaria que você teria morrido dentro do meu carro, e eu não preciso de uma coisa dessas na minha consciência.
—Mesmo assim, eu acho que você não devia ter me ajudado.
—Mas eu também não ia conseguir te deixar morrer. Eu não quero viver com a realidade de ter tido a chance de salvar alguém e, em vez disso, decidir agir por egoísmo e deixar esse alguém morrer.
Arcangelo não respondeu. Foi então que Rosalie avistou dois SUVs pretos parados no meio da estrada, com homens de terno de pé, armas firmes nas mãos. E naquele momento ela soube: ali era o fim da linha pra ela.
Ela parou o carro e levantou as mãos quando dois homens se aproximaram. Outros foram direto até Arcangelo, que tentava sair, até que um deles abriu a porta e os demais o ajudaram a descer.
—Cuidado. A gaze não vai segurar por muito tempo —Rosalie avisou aos homens, enquanto a puxavam para fora do carro. Mantiveram-na sob a mira de armas; as pernas dela cederam.
Engolindo em seco, Rosalie fechou os olhos e se encolheu ao ouvir o clique inconfundível da trava sendo destravada.
—Deixem ela —Arcangelo disse, por cima do ombro, enquanto o levavam em direção aos carros.
—Sim, chefe —os homens assentiram e se afastaram, fazendo os olhos de Rosalie se abrirem de supetão.
Arcangelo cruzou o olhar com o dela mais uma vez, deixando o recado alto e claro.
“Abra a boca e você morre.”
Rosalie viu os carros irem embora, deixando uma trilha de fumaça para trás.
Ela acompanhou os veículos pretos diminuindo ao longe, enquanto o corpo inteiro tremia. As forças a abandonaram e ela desabou de joelhos, um soluço assustado sacudindo seu peito. Encarou as próprias mãos, cobertas de sangue, e tentou controlar a respiração.
Rosalie nem sabia quanto tempo ficou sentada naquela estrada de cascalho. Quando enfim enxugou as lágrimas e o sangue seco nas mãos, cambaleou até ficar de pé e desabou no banco do carro.
Quando se acomodou, ligou o rádio para acalmar os nervos à flor da pele, decidida a tomar um banho assim que chegasse em casa. O trajeto já era longo —e pareceu ainda mais com a pressa desesperada que ela sentia de voltar. No instante em que estacionou, Rosalie pegou suas coisas, escondendo as mãos entre as dobras dos livros, e entrou às pressas, de cabeça baixa.
Ao esbarrar sem querer em alguém, ela se desculpou às pressas e saiu correndo para longe dele, entrando no elevador e apertando o botão do sexto andar. Ela só queria ir para casa, tomar um banho e chorar na cama.
A programação do dia era bem simples: estudar para as provas que estavam chegando. Em nenhum momento dos planos dela entrava a possibilidade de um desconhecido ferido apontar uma arma para ela.
O medo voltou a engolir os sentidos dela com a lembrança do que tinha acontecido, as pupilas se dilatando e a respiração ficando curta. Engolindo o nó na garganta, ela tentou se acalmar.
*Inspira. Expira.
Inspira.
Expira.*
O ding do elevador a tirou dos exercícios de respiração. Soltando um suspiro de alívio, ela pegou as chaves enquanto andava pelo corredor.
Ao destrancar a porta, quase desabou para dentro e deixou todas as coisas caírem no chão. Virando de volta para a porta, ela trancou rapidamente, ainda colocando a corrente e encostando a testa na madeira, soltando um suspiro aliviado por estar de novo dentro dos limites da familiaridade e da certeza.
“Banho.” Ela murmurou para si mesma, enxugando as lágrimas. “Eu preciso de um banho.”
Soltando um ar trêmulo, ela se virou, pronta para pegar os livros, quando uma mão agarrou o ombro dela com brutalidade, fazendo-a gritar e engasgar com o próprio fôlego. Rosalie foi jogada contra a parede, um gemido de dor escapando enquanto uma mão se fechava em torno do pescoço dela e a outra tapava sua boca, impedindo qualquer som.
Um par de olhos verde-maçã a encarou de cima enquanto ela se debatia no aperto dele; a resistência só fez a mão dele se fechar ainda mais na garganta dela.
“O que você sabe?” ele rosnou baixo, enquanto as lágrimas desciam pelo rosto dela, as tentativas de lutar sendo inúteis.
“N-nada”, ela conseguiu dizer, sufocada, em pânico. “Eu não sei de nada.”
“Não minta pra mim, puttana.”
“P-por favor... eu não sei de nada!” ela soluçou, presa no aperto dele.
“Mentira!” Ele rosnou e aumentou a pressão, bloqueando a passagem de ar. Os pés dela saíram do chão enquanto ela tentava, desesperada, arrancar as mãos dele. Ele a observava com olhos frios, firmes, sem vacilar, e ela sentiu a consciência escapando por entre os dedos.
O aperto no pescoço dela desapareceu de repente, e ela desabou no chão num monte, tossindo sem parar, enquanto o homem acima dela alcançava a porta, saía e a batia atrás de si.
Rosalie ficou caída no chão, uma mão no pescoço, tossindo para conseguir respirar, curvada e tendo ânsias secas, com soluços atravessando o corpo.
Ela tentou respirar fundo para se recompor, mas, no esforço de recuperar o controle, os olhos se fecharam e o corpo inteiro dela relaxou contra o assoalho de madeira.
Rosalie acordou com o som do celular tocando. Gemeu contra o piso, se ergueu devagar e esfregou os olhos antes de remexer na bolsa à procura do aparelho. Desligando o alarme, ela olhou ao redor enquanto os acontecimentos de ontem voltavam, mais uma vez.
Engolindo em seco, ela fez uma careta com a dor que atravessou o corpo e então se levantou cambaleando.
Atordoada e zonza, Rosalie entrou no chuveiro, evitando olhar no espelho. Quando saiu, passou a mão no espelho levemente embaçado. Um grito de desespero ficou preso na garganta dela.
O pescoço dela estava todo roxo, azul-escuro, manchado por todos os lados. A pele doía ao toque e latejava sempre que ela tentava falar ou fazer qualquer som. Os olhos estavam injetados de sangue e o rosto, empolado e cheio de manchas.
Naquele momento, Rosalie decidiu faltar às aulas do dia e avisar no trabalho que estava doente. Ela não queria passar por tudo o que aconteceu ontem nunca mais.
Depois de trocar de roupa e colocar algo confortável, tentou comer, mas acabou vomitando. No fim, decidiu apenas tomar um analgésico e dormir.
Rosalie poderia ter dormido o dia inteiro, mas foi acordada pela vibração do celular. Trinta e seis ligações perdidas. Todas de pessoas diferentes. Depois de responder às mensagens com a desculpa de que estava com gripe, ela desabou de volta na cama. Os olhos quase se fechando na mesma hora, o sono a puxou de novo; os efeitos do remédio ainda rondavam o corpo.
“Sua idiota!” Ela ouviu alguém sibilar no sonho, uma voz grave, escura e aveludada falando por cima dela. “Olha o que você fez!”
Depois daquele sussurro silvado, veio o toque mais suave no pescoço dela.
“Eu não tinha como ter certeza!” Uma nova voz sussurrou de volta.
“Eu devia te matar, Vincent.” A primeira voz retrucou com uma calma assustadora. “Ela salvou a minha vida e você tenta matar ela? A garota já passou por trauma demais. E, se ela for inteligente, sabe que não deve abrir a boca. Não só porque ela não conhece as pessoas erradas, mas também porque ninguém acreditaria nela. Eu sou um fantasma, lembra? Eu não existo no mundo lá fora. Eu não passo de um boato.”
No sonho, Rosalie se remexeu, tentando encontrar de onde vinham as vozes, mas não viu nada além de escuridão.
“Vamos.” A voz falou por cima dela enquanto ela procurava desesperada, querendo saber por que fizeram aquilo com ela e o que ela poderia ter feito para merecer que aquele trauma caísse sobre si.
Ela precisava saber por que ela.
Ela quis gritar, mas a garganta doía demais para sequer formar uma palavra coerente. A dor aumentou de repente e a arrancou do sono quando ela engasgou numa tosse, encolhida na cama, tentando aliviar a queimação.
Quando a crise de tosse passou, ela ficou encarando o teto, lágrimas escorrendo, porque nunca quis que algo assim acontecesse. Os dedos tremiam quando ela levou a mão ao pescoço, jurando que aquele toque tinha sido real — mas sendo apenas fruto da imaginação dela, por causa do homem que ela tinha salvado ontem.
Antacio? Antonio? Angelo?
Ela nem conseguia lembrar o nome dele direito e ainda assim estava sonhando com ele.
Rosalie estendeu a mão até a mesinha de cabeceira para pegar o celular, mas algo amassado se encolheu sob a palma dela.
Ela se virou para o lado e encontrou uma folha. Não se lembrava de ter deixado um recado para si mesma. Erguendo o papel acima do rosto, ela soube na mesma hora que não era a letra dela — as palavras eram elegantes demais, numa cursiva perfeita demais para ser sua.
“Sopa quente ajuda quando você foi estrangulada. Deve abrir as vias respiratórias o suficiente para tornar a respiração suportável. Além disso, você deveria comprar pomada de arnica para os hematomas.
-AR”
Últimos Capítulos
#38 Capítulo XXXVIII: O Big Brother está assistindo
Última Atualização: 4/24/2026#37 Capítulo XXXVII: Epílogo
Última Atualização: 4/24/2026#36 Capítulo XXXVI: Graduação
Última Atualização: 4/24/2026#35 Capítulo XXXV: Item nº #2
Última Atualização: 4/24/2026#34 Capítulo XXXIV: Na doença e na saúde
Última Atualização: 4/24/2026#33 Capítulo XXXIII: Sangrando
Última Atualização: 4/24/2026#32 Capítulo XXXII: À queima-roupa
Última Atualização: 4/24/2026#31 Capítulo XXXI: Separação
Última Atualização: 4/24/2026#30 Capítulo XXX: Conheça os pais
Última Atualização: 4/24/2026#29 Capítulo XXIX: Encerramento
Última Atualização: 4/24/2026
Você Pode Gostar 😍
A Rainha do Açúcar da Máfia
Lutando para salvar sua mãe doente e escapar da ruína financeira esmagadora, Hannah entra em um acordo de alto risco que promete resolver seus problemas—mas a que custo? Leonardo, um homem com sombras mais escuras que a noite e poder além da imaginação, oferece a ela tudo o que ela precisa. Luxo. Segurança. Proteção.
Mas, no traiçoeiro cenário de riqueza e poder, nada é tão simples quanto parece.
Enquanto Hannah navega por uma teia complexa de relacionamentos de sugar dating, guerra corporativa e emoções inesperadas, ela descobre que alguns acordos vêm com amarras que podem tanto salvar quanto destruí-la completamente.
Quando as linhas entre transação e paixão se confundem, e inimigos circulam como tubarões, Hannah deve decidir: a sobrevivência vale o preço de sua alma?
A Noiva de Última Hora do Bilionário
"Todos estão falando sobre a hashtag que acabou de se tornar viral em menos de algumas horas. No entanto, essa garota se tornou um mistério que todos querem resolver. Na verdade, temos fotos de várias pessoas que viram a garota pessoalmente."
A tela do celular é pequena, mas consigo ver várias fotos minhas piscando na tela. Isso não pode estar acontecendo!
Sabe aquele ataque de pânico que eu estava tentando controlar? Bem, aquilo volta com força total. Parece que todo o ar é sugado de mim e meu peito fica apertado. Minha visão fica embaçada e percebo que estou caindo antes de tudo ficar escuro.
"Relaxe, Srta. Riley, este é o Sr. Rhodes, um doador do nosso hospital. Essa mulher é a noiva dele. Eu vou cuidar das coisas daqui." O médico diz e se afasta para deixar a enfermeira sair.
Eu a vejo se afastar apressadamente antes de me concentrar no médico. Ele é um homem mais velho, com cabelos brancos e um rosto amigável, mas me passa uma sensação estranha.
Espera... ele acabou de dizer, noiva?
"Desculpe, o que você disse?" Eu pergunto.
"Eu tenho uma proposta para você." O homem diz.
"Uma proposta para mim? O que você quer dizer?"
"Uma proposta? Significa-"
Eu aceno com a mão. "Não isso! Eu não sou idiota. Quero dizer que proposta?"
"Eu quero que você se case comigo." Ele diz com seriedade.
Então aposto que você está se perguntando como uma mulher que vive em um vagão de trem abandonado acaba se casando com um grande bilionário da tecnologia.
Bem, é simples. Nós nos esbarramos, trocamos olhares e o resto é história.
Ok, não foi exatamente assim que aconteceu. Veja bem, Artemis Rhodes está em apuros. Ele precisa de uma noiva até o próximo aniversário dele... daqui a seis dias. Então o que ele faz? Ele me persegue como um louco e me oferece uma tonelada de dinheiro para me casar com ele.
Loucura, né?
É claro que eu recuso porque tenho um pouco de dignidade, mas quando minha vida vira de cabeça para baixo, não tenho escolha a não ser aceitar. Graças a ele, não posso voltar à minha vida antiga e agora estou presa na dele.
Eu sou a rebelião dele contra a família e o espinho em sua carne... palavras dele, não minhas...
Somos de mundos diferentes e isso significa que eventualmente esses mundos vão colidir e, com isso, o desastre está pronto para destruir todo o esquema. Sabe, apenas uma terça-feira comum.
Então, o que duas pessoas fazem quando tudo começa a dar errado?
Bem, deixe-me te contar...
Cinco Irmãos, Uma Noiva
Quando Lily chega à magnífica propriedade dos Sterling para cumprir as últimas vontades de seu falecido pai, ela é recebida por cinco belos irmãos e uma mãe fria e calculista, determinada a mandá-la embora.
De acordo com um antigo acordo entre as famílias, Lily deve escolher um dos irmãos como marido — uma perspectiva que enche todos eles de desprezo.
Mas Lily esconde segredos que chocariam toda a família Sterling. Por trás de sua postura discreta, há uma mente brilhante para os negócios que construiu um império multibilionário a partir do nada. Ela também é uma cantora aclamada internacionalmente que se apresenta com o nome de Nightingale, e uma gênia da tecnologia conhecida como Anny, capaz de derrotar qualquer um em seu próprio jogo.
Enquanto lida com a complexa política interna da família Sterling, Lily se vê atraída pelo irmão mais frio de todos — William, o CEO que a trata apenas com desconfiança.
A mãe de William já escolheu o par perfeito para ele: Fiona, da família Foster, sua amiga e amor de infância.
No entanto, a palavra "rendição" nunca existiu no vocabulário de Lily.
SENHOR (Um Romance de Máfia e BDSM)
Suas duas vidas nunca se tocam.
Até a noite em que o chefe dela entra em seu mundo como um novo cliente.
David não é estranho ao controle: de dia, ele é o CEO implacável com um império mafioso oculto; à noite, ele é o cliente mais exigente dela, sem saber que a submissa mascarada que ele deseja é a mulher que conhece todos os seus segredos. O que começa como um prazer proibido se transforma em uma obsessão perigosa, que embaralha as fronteiras entre poder, dor e amor.
À medida que os inimigos se aproximam e o passado de Nora ressurge, ela precisa decidir qual parte de si mesma vai salvar… a mulher que ele comanda ou a mulher que pode destruí‑lo.
Aviso de gatilho: Esta história contém cenas explícitas de BDSM (incluindo dinâmicas de dominação/submissão, práticas de impacto, imobilização e privação sensorial), descrições gráficas de violência armada e assassinato, tentativas de sequestro, ameaças ligadas à máfia e elementos de crime organizado, consumo de álcool e temas de segredo, traição e manipulação emocional. Leitura com cautela é recomendada – práticas seguras, sãs e consensuais são enfatizadas, mas o conteúdo pode ser intenso para alguns leitores.
O GAROTO QUE PODIA GERAR UM HERDEIRO
“Você acha que eu vou deixar o Cassian levar a culpa?”
“Ele é meu filho. E você? Você é só um rosto que eu me arrependo de ter trazido ao mundo!!”
Lucien nasceu com um segredo.
Um que nem ele entendia.
Um que o pai sempre soube — e por isso o odiou.
Enquanto o irmão gêmeo, Cassian, vivia uma vida de liberdade, Lucien vivia trancado atrás de portas, punido por simplesmente existir.
Ele não podia sair.
Ele não podia viver.
Ele era escondido. Esquecido. Quebrado.
Até que uma festa mudou tudo.
Uma princesa da máfia foi ferida.
A culpa caiu em Cassian.
Mas o pai deles fez questão de garantir que Lucien pagasse o preço.
Naquela noite, Lucien foi entregue a Zayn Kingsley —
Um herdeiro bilionário da máfia.
Um dos Oito que governam a cidade das sombras.
Ele tem duas esposas. Uma filha. E um pai morrendo, sussurrando:
“Me dê um filho. Um verdadeiro herdeiro. Ou você vai perder tudo.”
Zayn não acredita em fraqueza.
Não acredita em amor.
E com certeza não acredita em homens como Lucien.
Zayn é frio. Implacável. Homofóbico.
Mas o que Zayn não sabe…
É que Lucien carrega mais do que dor.
Ele carrega um segredo que desafia a biologia, a lógica e tudo o que Zayn achava que sabia:
🩸 Lucien pode gerar um herdeiro.
E o que começou como punição vira obsessão.
O que começou como ódio começa a queimar em algo proibido… e aterrorizante.
Antes de Você Me Deixar Ir
A voz de Elias foi uma lâmina no meu peito. Observei a mulher que ele amava — sua amante — caída em uma poça de sangue no pé da escada. Eu não a empurrei. Ela caiu tentando me agarrar, tentando se gabar do filho que crescia dentro dela. Mas ele não se importou.
Ele aninhou o corpo ferido dela como se fosse um cristal precioso, deixando sua esposa parada no frio. Ele não sabia que eu também estava grávida. Ele não sabia que, enquanto rezava pelo bastardo da amante, estava destruindo a mãe do seu herdeiro legítimo.
Toquei minha barriga lisa, as lágrimas congelando em meu rosto enquanto as luzes da ambulância nos pintavam de vermelho. Ele me olhou com puro ódio, um olhar que matou a última brasa do meu amor.
"Vou assinar os papéis do divórcio, Elias", sussurrei para o nada enquanto ele ia embora com ela. "Mas você nunca vai ver este bebê. Você escolheu a criança errada para salvar."
Paraíso Cruel - Um Romance da Máfia
Ligar sem querer para o seu chefe...
E deixar uma mensagem de voz safada quando você está, hã... "pensando" nele.
Trabalhar como assistente pessoal de Ruslan Oryolov é o emprego do inferno.
Depois de um longo dia satisfazendo todos os caprichos do bilionário, eu preciso aliviar o estresse.
Então, quando chego em casa naquela noite, é exatamente isso que eu faço.
O problema é que meus pensamentos ainda estão presos no chefe babaca que está arruinando a minha vida.
Tudo bem — porque, de todos os muitos pecados de Ruslan, ser lindo talvez seja o mais perigoso.
Esta noite, fantasias com ele são exatamente o que eu preciso para me fazer chegar lá.
Mas quando olho para o meu celular esmagado ao meu lado,
Lá está.
Uma mensagem de voz de 7 minutos e 32 segundos...
Enviada para Ruslan Oryolov.
Eu entro em pânico e arremesso meu celular para o outro lado do quarto.
Mas não há como desfazer o estrago causado pelo meu orgasmo escandaloso.
Então, o que eu posso fazer?
Meu plano era simplesmente evitá-lo e agir como se nada tivesse acontecido.
Além disso, ninguém tão ocupado assim ouve as mensagens de voz, certo?
Mas quando ele marca uma reunião a sós comigo de exatamente 7 minutos e 32 segundos,
Uma coisa é certa:
Ele.
Ouviu.
Tudo.
ALGO COMO ÓDIO
O dia deveria ser preenchido de alegria e amor, mas ele o transformou em um pesadelo. Ainda estou procurando o que poderia ter feito para merecer a sua raiva. Ele me forçou a jurar nunca mais aparecer diante dele, e eu obedeci... até agora.
XANDER:
Ela era tudo para mim, a própria essência da minha existência. Mas então tudo desmoronou. Na noite antes de nos unirmos para sempre, descobri sua traição e vi suas verdadeiras cores. Destruído, cortei todos os laços e a fiz prometer desaparecer da minha vida. Por dois anos, ela se manteve afastada... até agora.
Casamenteira de Bebês
Seis anos depois, retorno como uma designer renomada, determinada a buscar vingança. Charles, cegado pelas mentiras da minha meia-irmã, me vê como inimiga. Quando a verdade finalmente vem à tona, ele implora por outra chance—mas eu o rejeito com um coração frio.
Mal sabia eu que meus três filhos se tornariam suas armas secretas para conquistar meu coração...
Perseguindo Minha Ex-Luna
O vínculo de quatro anos estava prestes a terminar, e as palavras cruéis de Dorian partiram meu coração. O herdeiro alfa por quem eu havia me apaixonado tolamente me empurrou contra uma árvore áspera, seus olhos âmbar queimando de desgosto.
"Agora, faça o que deve fazer." Ele abriu o zíper das calças e puxou seu pênis ereto, quente e pesado, com uma veia grossa pulsando ao longo de seu comprimento.
Quando ele começou a mover os quadris, abri a boca, levando-o mais fundo.
Tentei recuar, ofegando por ar, mas sua mão disparou e apertou firmemente a parte de trás da minha cabeça. Ele empurrou minha cabeça para frente violentamente, o movimento repentino quase me sufocando.
"Minha," seu lobo rosnou. "Você é completamente minha, e deve aprender a obedecer, seja chupando meu pau ou aceitando minha rejeição."
--
Como filha do Alfa assassinado da Alcateia Sombra, Lyra Nightfall suportou quatro anos de um vínculo arranjado sem amor com Dorian Blackthorne, herdeiro da alcateia mais poderosa de Moon Shadow Bay. Ela acreditava que suas raras habilidades de cura e devoção inabalável poderiam ser suficientes para ganhar seu amor.
Ela estava errada.
O alfa a tratava como um fardo, contando os dias até poder descartá-la e se unir à sua verdadeira companheira destinada, Seraphina.
Mas o destino tinha outros planos. Sem que Dorian soubesse, Lyra possuía a chave para sua verdadeira redenção.
——————
Oi pessoal, quanto tempo! Meu novo livro, Remarrying the Billionaire: The Ex-Husband’s Regret , já está disponível! Como sempre, é uma história cheia de triângulos amorosos, desilusões e dramas da alta sociedade—por favor, confiram e mostrem seu apoio!
O Rei Eterno
Dizem que o Rei Eterno era implacável, não mostrava misericórdia e desprezava todas as criaturas que não eram de sua espécie. Em seus dez mil anos de vida, ele só foi visto na Terra uma vez, salvando a vida de seu irmão, e depois nunca mais foi visto. Isso até ele sentir que sua companheira estava nascendo...
**
Nos últimos 18 anos, o Rei Kane tem tentado unificar seu reino com o Rei Gabriel... o rei de todos os lobisomens, licantropos, bruxas, vampiros e todos os outros seres sobrenaturais. Rumores circulavam sobre os dois reinos se tornando um só. Lobisomens e demônios não se davam bem de jeito nenhum, mas todos os membros fiéis e leais do reino de Kane o seguiam cegamente e nunca questionavam suas decisões. Quanto aos membros do reino de Gabriel... alguns estavam muito chateados...
**
Apenas Gabriel, seu segundo em comando, Balthazar, e o terceiro em comando, Kol, sabiam por que Kane de repente queria unificar os reinos. Ele esperou a vida inteira por sua companheira e não deixará nada atrapalhar a união deles.
**
Será que Kane conseguirá unificar os reinos, ao mesmo tempo em que mantém sua companheira segura?
!! Há cenas sexuais neste livro, então se você não aguenta o calor, não leia. !!
Copyright © 2024
Tabu
Algumas noites depois do evento no clube onde conheci o Senhor, fui com meu pai a uma festa de boas-vindas para um dos amigos dele que voltou para Las Vegas. Desde a morte da minha mãe e do meu irmão, eu sou sempre o par do meu pai, não que sejamos muito próximos, mas eu tenho que fazer o que é esperado de mim. Meu pai é um homem muito rico e influente, o que eu tento ao máximo não ser. A festa de boas-vindas de hoje à noite era uma daquelas que eu realmente não queria ir. Quero dizer, ele é um velho amigo do meu pai, o que eu faria lá? Eu estava de costas para o grupo quando o amigo do meu pai se juntou a nós. Quando ele falou, eu tinha certeza de que conhecia aquela voz, assim que me virei e meu pai nos apresentou, tudo o que saiu da minha boca foi: "Senhor?"...












