
A Verdadeira Herdeira Todo-Poderosa
Serena Voss · Atualizando · 618.5k Palavras
Introdução
Mas ninguém sabia que eu sou, na verdade, a misteriosa chefe da Divisão Sombria!
Sou uma médica lendária, capaz de trazer os mortos de volta à vida, uma artista famosa no mundo inteiro e uma lutadora de elite. Curei meu irmão paralítico, salvei minha mãe e dei tapas impiedosos na cara dos meus inimigos.
Quando o todo-poderoso presidente executivo, Si Shenxing, me encurralou contra a parede, ele sorriu com um ar diabólico e disse:
— Você curou meu pai. Agora, trate de se responsabilizar por mim.
Eu dei um sorriso de desprezo:
— Entra na fila.
Capítulo 1
Através de uma dor de cabeça lancinante, Amelia Richardson de repente sentiu alguém mexendo entre suas pernas.
Seus olhos gelados se abriram num estalo e ela viu duas mulheres de meia-idade: uma puxando a calça dela, enquanto a outra tentava forçar suas pernas para os lados, tentando alcançar por baixo.
— Você tá pedindo! — rosnou uma delas.
Amelia deu um chute na mulher gorda que estava apalpando ela. Pegue de surpresa, a mulher caiu pra trás.
— Ai, isso dói!
A outra parou de puxar a calça de Amelia e correu para ajudar a gorda a se levantar.
Amelia tentou agarrar as duas, mas percebeu que suas mãos estavam amarradas com força por uma corda.
Merda! Onde é que ela estava? Não era pra ela estar dormindo na casa da mãe adotiva?
Ela lançou um olhar rápido ao redor. Era um galpão/depósito de madeira caindo aos pedaços, com a porta bem trancada, e só um fio de luz entrando por uma janelinha lá em cima.
De pé de novo, a mulher gorda cuspiu em direção a Amelia.
— Desgraçada! Como você ousa me empurrar? Sua vagabunda!
Ela levantou a mão pra dar um tapa no rosto de Amelia, mas a outra mulher segurou o braço dela.
— Ela vale trinta mil dólares, não estraga ela! A gente tá contando com essa cara pra dobrar o lucro!
A gorda baixou a mão, engolindo a raiva.
— Aquela dose derruba até touro, e mesmo assim você acordou tão rápido! Já que tá acordada, coopera logo com a inspeção.
Amelia semicerrrou os olhos.
— Que inspeção?
— Por trinta mil dólares, a gente tem que garantir que você ainda é virgem.
Então era essa a tal “inspeção”?
Como se atreviam!
Será que essas idiotas sabiam com quem estavam mexendo?
Ela era a chefe do mercado negro de Thornfield. Todo o submundo de Thornfield estava sob o controle dela.
Amelia soltou uma risada fria; seus olhos afiados brilharam enquanto ela trabalhava para se livrar da corda, de propósito ganhando tempo.
— Que trinta mil dólares? Quem diabos são vocês?
Ela tinha voado de volta pra Ravenshollow, vinda de Thornfield, assim que soube que a mãe adotiva, Piper Thornton, estava à beira da morte.
Mas o estado de Piper não era grave — era só uma gripe forte.
Amelia tinha planejado voltar pra Thornfield no dia seguinte, mas, quando acordou, estava amarrada naquele lugar.
A mulher gorda segurou um dos pés dela e zombou:
— A Piper vendeu você pra gente. Se se comportar bonitinho, a gente te casa com alguém direito. Se não, vai parar na mão de algum solteirão de cinquenta, sessenta anos!
— O que você disse? A Piper me vendeu pra vocês?
Amelia ficou só olhando, sem ter palavras.
Quando ela tinha três anos, Piper a pegou abandonada na beira da estrada. Embora tivesse sido “adotada”, foi criada mais como empregada do que como filha.
Desde que ela começou a entender as coisas, todo o serviço mais pesado e imundo caía nas costas dela.
Por isso, ela se esforçou pra aprender habilidades. Aos doze anos, finalmente teve como ir embora e nunca mais voltou.
Mas nunca esqueceu a dívida de ter sido criada.
Todo primeiro dia do mês, ela mandava dinheiro pra casa.
O dinheiro que ela mandava dava pra comprar três ou quatro apartamentos bem localizados em qualquer cidade grande.
Dessa vez, ela só tinha voltado porque ouviu que Piper estava gravemente doente e queria vê-la pela última vez.
Mas nunca imaginou que Piper seria ainda mais cruel do que antes, vendendo ela por trinta mil dólares.
Agora fazia sentido a súbita atenção e gentileza de Piper quando ela voltou.
Ela achou que Piper tinha mudado, mas era só isso que a mulher estava esperando.
Devia ter ouvido seus subordinados — naquela família Reynolds não tinha gente que prestasse, e ela nunca devia ter voltado.
Sua mente trabalhava a mil enquanto as mãos se mexiam atrás das costas.
Só mais um pouco, e ela conseguiria soltar a corda.
Amelia respirou fundo e fingiu não acreditar.
— Vocês estão mentindo! Eu vou me casar com o Isaac Reynolds!
— Casar com o Isaac? — A mulher riu. — Você sumiu por anos, claro que não sabe de nada! O Isaac tá pra casar com a filha de uma família rica. Eles tão andando de Mercedes agora, por que ele ia casar com você?
A outra mulher apertou ainda mais o tornozelo de Amelia.
— Abre as pernas! A gente precisa ter certeza de que você ainda é virgem. Se não for, vamos ter que pedir metade do dinheiro de volta.
"Não tenta se mexer. Se a gente te machucar sem querer, quem vai sofrer é você."
Amelia de repente sorriu.
"Vamos ver quem é que vai sofrer!"
No segundo seguinte, a corda finalmente afrouxou. Ela agarrou a mulher gordinha pelo pescoço e a ergueu do chão.
A mulher se debatia desesperada, mas não conseguia se livrar da mão de ferro de Amelia.
Sem oxigênio, o rosto dela logo ficou vermelho e os lábios, roxos.
Ao ver isso, a outra mulher avançou para ajudar, mas Amelia lhe deu um chute que a lançou contra a parede.
Ao cair, a mulher cuspiu sangue.
Mas ela ignorou a dor e imediatamente gritou para fora:
"Socorro! Alguém ajuda!"
Logo dois homens fortes entraram correndo.
Cada um segurava um porrete e o desceu na direção de Amelia.
Amelia jogou a mulher de lado e, no ar, agarrou os dois porretes que desciam.
Os dois homens congelaram.
Que reflexo era aquele?!
Quando conseguiram reagir, já tinham levado chutes de Amelia e caíram desacordados.
Nesse momento, a mulher gordinha que Amelia tinha jogado antes avançou em silêncio de novo.
Mas Amelia já tinha percebido. Quando a mulher chegou perto, ela girou rapidamente e a nocauteou com um golpe de porrete.
Dez minutos depois, Amelia saiu do galpão de madeira, agora tomado pelas chamas, a luz forte do sol ardendo em seus olhos.
Ela levantou a mão para protegê-los, ouvindo os gritos de socorro lá de dentro.
Não olhou para trás em momento algum. Depois que os olhos se acostumaram à claridade, caminhou sem expressão em direção à casa da família Reynolds.
Traficante de gente tinha mais é que morrer!
E os próximos a morrer seriam os Reynolds!
Enquanto avançava, gritos ecoaram à distância.
"Fogo!"
"Apaga o fogo! Rápido!"
O incêndio atraiu os moradores da vila, que vieram correndo com baldes d’água.
Amelia vestia o casaco de uma das mulheres de meia-idade. De cabeça baixa, não chamou atenção de ninguém, passando pelos moradores que corriam na direção oposta para combater o fogo.
Não demorou para que Amelia chegasse à residência da família Reynolds.
Ela ergueu o pé e deu um chute na porta de madeira da chamada Villa Reynolds.
A porta despencou no chão com um estrondo, levantando uma nuvem de poeira.
Mas, ao entrar, ela viu que a casa já estava vazia—não havia viva alma ali.
"Fugiram rápido!"
Mas, mesmo que corressem até o fim do mundo, ela ia caçá-los.
A dívida por ter sido criada já estava paga. Agora era hora de acertar as contas.
Piper, Isaac—ela não pouparia nenhum dos dois!
Amelia caminhou sombria até o próprio quarto.
O quarto dela tinha sido adaptado de um antigo depósito de lenha—pequeno e abafado, com um cheiro úmido de mofo impregnado no ar.
Como esperado, a pequena mochila que ela tinha trazido de volta e o celular debaixo do travesseiro tinham sumido.
Na mochila não tinha nada de valor, só um RG.
Mas isso tornaria a volta um pouco mais trabalhosa.
Não fazia mal—assim que chegasse à cidade, ela podia pedir um celular emprestado e ligar para os subordinados virem buscá-la.
Quando estava prestes a sair, passos apressados soaram do lado de fora.
Amelia franziu a testa, mas logo esboçou um sorriso quase imperceptível.
Pelo visto, tinha alguém com desejo de morrer voltando.
Ela olhou em volta, pegou uma foice que ficava atrás da porta e saiu como se fosse a própria ceifeira.
Só que, ao sair, a pessoa espiando do lado de fora não era da família Reynolds—era um rapaz de uns vinte e poucos anos que ela nunca tinha visto.
O rosto dele estava sujo de barro seco e o cabelo, todo desgrenhado, mas ele vestia um terno.
O terno estava todo rasgado, e atrás dele havia um triciclo enferrujado.
Amelia escondeu a foice atrás das costas.
"Tá procurando quem?"
Talvez seus passos tivessem sido leves demais ao sair. O rapaz só reparou nela naquele instante, desviando o olhar em sua direção.
No segundo seguinte, quando viu que o rosto dela lembrava o de sua mãe, Natalie Wood, em sessenta, setenta por cento, os olhos dele se arregalaram e as lágrimas começaram a escorrer.
"Amelia! É você mesmo! Amelia!"
Ele disparou em direção a ela, como se tivesse perdido o juízo.
Mas, de repente, parou a uns sessenta centímetros de Amelia.
Amelia estava apontando a foice para ele.
Se ele desse mais um passo, a lâmina cortaria a garganta dele.
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