
A doce vingança do CEO sem coração
roseana2701 · Concluído · 259.0k Palavras
Introdução
Gabe Clifford é o CEO da maior indústria farmacêutica do mundo. Inteligente, sagaz, um homem sem coração, capaz de tudo para alcançar o que deseja.
Ele levou anos preparando sua vingança contra os Abertoon.
Ela seguiu sendo bondosa e alegre, mesmo quando tudo ao seu redor parecia desabar.
Ele queria destruí-la para saborear cada lágrima de Ernest Abertton, o homem a quem dedicou sua vida para ver sofrer.
Ela era apaixonada pelo irmão dele.
Ele montou a teia e ela era a presa.
O que Gabe não sabia era que a vingança poderia ser muito mais doce do que imaginava. Olívia, por sua vez, jamais imaginou que poderia existir alguém tão sem escrúpulos e coração como aquele homem.
Um desejo de vingança maior que tudo.
Uma mulher decidida a mudar seu destino.
Um casamento tratado como negócio.
Ele a usou como forma de vingança contra o homem que mais odiava. Só não esperava que conhecê-la seria seu pior castigo.
Capítulo 1
POV GABE
Ouvi uma batida na porta e Jorel entrou. Meu irmão era a única pessoa na face da terra que se atrevia a entrar na minha sala sem bater. E que pouco se preocupava em ser anunciado, como se a presença dele fosse importante o bastante para não precisar de nenhuma formalidade.
- Recebi seu recado. – Ele sentou-se à minha frente, pegando uma caneta que estava sobre a mesa – Quanto você pagou por esta porra?
- Menos do que você paga por uma prostituta. – Mal retirei os olhos do que eu estava fazendo no computador.
- Não saio com prostitutas. Sou um homem disputado o bastante para felizmente não precisar pagar ninguém para me satisfazer sexualmente, como “uns e outros” por aí. – Deu uma risadinha debochada.
Minimizei a tela importante na qual eu estava trabalhando e o olhei:
- Não lembro de ter lhe dado o direito de sequer “pensar” no que faço ou deixo de fazer. – Deixei bem claro.
- Quando levanta a sobrancelha deste jeito você parece um velho. – Seguiu me provocando.
Respirei fundo e tentei botar na minha cabeça que Jorel era um idiota e que me seria útil, principalmente agora:
- No auge dos meus 30 anos não me acho um velho. Mas existe uma coisa que se chama “maturidade’, que você não aprendeu na faculdade.
- Sabe que tenho faltado algumas aulas. – Gargalhou, achando divertido o fato de não se preocupar com porra nenhuma na vida a não ser bocetas.
- As pessoas fazem escolhas na vida. Se a sua foi ser um idiota sem futuro, lembrado pelo número de bocetas que comeu ao longo da vida, estou me fodendo.
- Me chamou aqui discutir meu estilo de vida? – o corpo dele arqueou-se levemente para frente, parecendo pouco interessado.
- Não. Na verdade, o chamei aqui para dizer que você irá casar! Parabéns!
Maximizei a página no computador, voltando a trabalhar na análise do projeto importante que eu precisava terminar até o fim do dia para aprovar ou reprovar.
Ouvi Jorel gargalhando, não me dando ao trabalho de olhar para sua cara idiota. Até porque, eu sabia que ele faria o que eu mandava. “Todos” me obedeciam e com meu irmão não seria diferente.
Segui fazendo a leitura das letras minúsculas na frente do computador, E a risada irritante dele foi diminuindo, até que parasse:
- Por que me chamou?
- Eu já disse! – Me limitei a dizer, indisposto a gastar minhas cordas vocais.
- Eu não vou casar. Se você leu isto em algum site por aí é mentira. Aliás, estas porras de sites de fofoca só servem para isto hoje em dia, destruir a reputação de bons rapazes, como eu!
– Aquele tom de deboche dele me irritava profundamente.
- Sim, você vai casar – confirmei, de forma tranquila – Com Olívia Abertton.
Jorel voltou a rir feito um jumento. Como assim aquele laboratório queria que eu comprasse um medicamento que já tinha negociado com outra indústria farmacêutica? Não deviam nem ter mandado a proposta. Todos no ramo já sabiam que eu não negociava produtos que não fossem exclusivos. A Clifford já estava num patamar que nem precisava mais competir. Era a melhor do mundo.
- Você pode olhar na minha cara pelo menos, porra! – Jorel alterou a voz, quase num grito.
Suspirei e abaixei a tela:
Acredita que ainda tem laboratórios que querem negociar com a Clifford sendo que já venderam o produto para outra indústria farmacêutica antes? – me recostei na cadeira de couro, levemente estressado com a petulância de algumas pessoas do meu ramo.
- Estou me fodendo para a porra do seu negócio, Gabe. De que casamento você está falando?
- Do seu – voltei a enunciar de forma tranquila, caso ele não entendesse que não tinha opção de fugir daquilo – Você casará com Olívia Abertton.
- Nem fodendo! – Ele riu, mas percebi aquele nervosismo de homem imaturo medroso passando por seus olhos.
- Sim, você vai.
- Por que você está mandando? – riu de novo, os lábios mal se movendo – Sou de maioridade, esqueceu? Não pode me obrigar!
- Está apaixonado por alguma de suas prostitutas?
- Elas não são prostitutas. – Vociferou.
- Aproveitam-se da sua bebida cara, dos jantares que lhes oferece nos mais luxuosos restaurantes e deitam-se nos melhores lençóis dos mais premiados hotéis do mundo. Em troca lhe dão sexo. São prostitutas!
- Você é muito filho da puta!
- E você um playboy mimado que não tem nada para fazer da vida. Então vai casar e pronto.
- Por que tem tanta certeza?
- Porque se não fizer isto, tirarei a sua mesada.
- Não pode fazer isto.
- Sim, eu posso. A recebe por caridade. Não é meu filho nem nada. Não tenho obrigação alguma com você para lhe dar dinheiro mensalmente a fim de que enfie em vagabundas por aí.
- Sou seu irmão, Gabe.
- E me vendeu sua parte na empresa, lembra-se?
- Você não me pagou nem perto do que valiam e sabe disto.
- Fiz a proposta e você aceitou. Sinto muito se não teve bons advogados que lhe orientaram a não aceitar minha oferta.
- Caralho, você saiu de onde? Porque duvido que tenha sido da barriga da nossa mãe.
- Case-se com Olívia Abertton e seguirá recebendo sua “gorda” mesada todos os meses.
E quando ainda assim ela não for suficiente, posso lhe dar um extra quando precisar.
- Qual o problema com esta garota?
- Nenhum. Ela inclusive não é feia.
- Não é feia? – pegou o celular para verificar quem era.
- Ela é um chuchu: insípida, inodora e insignificante.
Vi um sorriso se abrir no rosto de Jorel:
- Ela é bonita! Qual o problema com ela? Quer que eu faça caridade? Deseja fazer negócios com a família Abertton?
- Longe de mim – deixei claro – Como eu disse, “ela” é insignificante. Mas o pai dela é digamos... Alguém com que eu tenho algumas questões a resolver. Mas são pessoais. Não tem nada a ver com você.
- Acho que até um chuchu já foi melhor descrito na vida! – ele voltou os olhos para a tela do celular – Ela estuda Medicina.
- Continua sendo um chuchu.
- Talvez seja muito inteligente para mim.
- Seu único trabalho é ir na igreja, casar com ela e viver a sua vida.
- Eu sou muito novo para casar, Gabe. Tenho 22 anos. E ela tem... 21. Duvido que o pai dela autorize esta babaquice.
- O pai dela não tem condições de autorizar ou não. - Se eu não casar com ela ficarei sem dinheiro?
Não só isto!
Não? – O olhar dele se estreitou, como se quisesse pagar para ver.
- Vou ferrar com a sua vida.
- Vou mandar fazer um exame de DNA. Duvido que tenhamos o mesmo sangue nas veias, Gabe. Olhe o que você está me dizendo!
- Você poderia ser o bebê da mamãe, Jorel, mas não é o meu! Sabe que meu tempo é precioso para que eu o perca com você. Então não teria lhe chamado aqui para “brincar”.
Meu irmão ficou um tempo em silêncio, pensativo. Mas eu o conhecia o bastante para saber o que o atormentava. Ele não era capaz de ficar comendo uma única boceta.
- Entenda uma coisa, Jorel. Eu só quero que você case com Olívia Abertton. Em momento algum eu disse que deveria deixar de viver a sua vida como sempre viveu? Aliás, eu já falei sobre um bônus a mais na sua mesada, não é mesmo?
- Quer dizer que... Se eu casar com a tal Olívia... Posso continuar fazendo tudo que sempre fiz? E... Ainda vou ganhar uma mesada maior? – Os olhos dele se arregalaram. - Exatamente.
- Isto inclui...
- Sim, inclui sair e foder com quantas mulheres quiser. E a mídia? Pouco importa. Pode ser fotografado em boates, saindo com amigos, vivendo a sua vidinha medíocre de sempre. E não se preocupe com o nome da família. Se eu ler “Jorel Clifford, marido de Olívia Clifford, foi flagrado aos beijos com morena misteriosa em saída de Hotel de luxo”, lhe darei o valor dobrado da sua mesada.
- Você está me pagando o dobro do que me dá mensalmente para que eu case com uma gostosa, foda com ela e não deixe de foder com ninguém? E também não se importa se o nosso sobrenome valioso ficar na boca do povo, sendo o ganha-pão dos paparazzi de plantão? É bom demais para ser verdade! – ele sorriu, recostando-se confortavelmente na cadeira, sorrindo – Onde mesmo que eu assino?
Sorri satisfeito. Eu sabia que meu irmão caçula não me decepcionaria. Ele faria boa parte do serviço que era fazê-la chorar lágrimas de sangue. E isto, doeria no papai mais do que tudo. E o pior, ele não poderia fazer nada para ajudá-la. A dor dela seria a dele. Olívia Abertton, a filha do meio, a bastarda, a órfã, era a preferida daquele crápula. E eu a usaria para destruí-lo.
Se poderia mandar matá-lo ou até mesmo lhe dar um tiro com minhas próprias mãos? Claro que sim. Mas onde ficaria o doce sabor da vingança? Eu queria ver Ernest Abertton sofrendo como eu sofri, até que sua filha se tornasse um nada e desse fim à própria vida, cansada de tanto sofrer na teia que lhe preparei.
Ninguém melhor que Jorel Clifford para fazer aquele serviço. Meu irmão, diferente de mim, amava demais. Ele amava a vida, amava o dinheiro e literalmente amava todas as mulheres. E demonstrava isto através do seu pau.
As mais belas e famosas mulheres estiveram em sua cama e Jorel jamais deixou-se envolver-se emocionalmente com nenhuma delas. O coração dele pulsava no pau. E a pobre Chuchu não tinha nenhum tipo de encanto para fazer com que Jorel deixasse de ter pau no lugar do coração.
- Sabe que não posso fazer um contrato deste tipo, não é mesmo? – Esperava eu que ele entendesse.
- Por mim tudo bem.
- Mas no momento que casar, assim que assinar os papéis, na igreja mesmo, receberá o contrato assinado por mim onde aumentarei sua mesada para o dobro do valor. E claro que haverá alguns bônus caso seu nome saia na mídia, com aquelas garotas gostosas que você sai.
– Incentivei.
- As prostitutas? – segurou o riso.
- Prostitutas? Eu jamais as chamaria assim. Aposto que saem com você porque tem um pau grande... Tão grande quanto o seu ego.
Pode repetir?
Nem fodendo.
Jorel gargalhou:
- Ok, vou seguir Olívia Palito no Insta – deu um clique no celular – Ela não é muito adepta de postagens. Na maioria das fotos está com uma garota... – pareceu se interessar.
- E é a irmã dela.
- Como estas garotas estão botando corpo cedo! – ele meneou a cabeça – E já nas redes sociais! – suspirou – Curti e agora vou entra no PV para chamá-la para sair.
- Nem pensar! – De forma ágil me pus sobre a mesa e retirei o celular de suas mãos.
Jorel ficou me olhando com as mãos imóveis, o dedo ainda em processo de digitação:
- Gabe, eu não sei o que o tal Abertton fez para você... Mas confesso que eu tenho pena dele.
- Não é da sua conta. Esqueça o pai dela. Seu papel é sorrir e fazer o que eu mandar. Não quero que a chame para sair. O pai dela a obrigará a casar com você. Simples assim. Quero que ela tenha raiva dele.
Jorel estreitou os olhos, confuso. Eu não tinha que lhe dar satisfações. O papel dele era fazer o que eu mandava e pronto. E estava sendo bem pago para aquilo.
- Vou poder comer a minha esposa pelo menos?
- Sim... Ela e o restante das mulheres do país. Desde que não se apaixone pelo Chuchu, estará tudo certo.
- Eu, me apaixonar? – gargalhou – É mais fácil você se apaixonar do que eu.
Não me dei ao trabalho de revidar a babaquice que Jorel dizia, até porque ele não falava nada que fosse muito aproveitável.
- Agora levanta esta sua bunda preguiçosa daí e vá fazer algo útil.
- Como conquistar a Olívia Palito?
- Seu papel não é conquistar a garota, porra! – gritei, perdendo a paciência – Trate-a como o chuchu que ela é.
- Eu... Gosto de chuchu!
- Não, você não gosta de chuchu, Jorel. Ninguém pode dizer que gosta de chuchu porque é um legume sem gosto. Você só o tolera porque o come junto de alguma outra coisa.
- Já comi lula com chuchu e gostei. Tinham algumas especiarias como base do molho.
- Se o chef tirasse o chuchu o prato teria o mesmo gosto.
- Não acho!
- Quer mesmo discutir sobre o chuchu, porra? Quanto acha que vale o meu tempo?
Jorel levantou, atordoado, o dois dedos indicadores apontados para mim, como se precisasse decorar o que tinha que fazer:
- Caso com Olívia Palito, recebe o dobro de mesada, com quanto mais garotas eu trai-la, mais dinheiro ganho. E de bônus posso comer o chuchu... Mas não posso gostar. Porque lulas são melhores que chuchu.
- Fora! – gritei.
Ele saiu ainda andando de costas, falando mentalmente consigo mesmo, tão sério que parecia até que realmente estava tentando entender o que estava acontecendo. Pobre Jorel! Mal sabia que não precisava entender nada. Só casar no papel, deixar a filhinha do papai Abertton de lado e foder com tudo que tivesse uma boceta pelo caminho.
Interfonei para minha secretária, que ágil como sempre chegou em um minuto:
- Pois não, senhor Clifford.
- Marque um jantar de negócios com Ernest Abertton para amanhã à noite. Escolha o restaurante mais caro da capital de Noriah Norte. Diga que ele deve levar toda a família, a meu convite. E depois ligue para o restaurante e mande que insiram no cardápio o que tiverem de melhor a oferecer. Não quero pratos que possam sair em conta. Exijo um cardápio exclusivo, assim como um lugar reservado a mim e os Abertton.
Estarei providenciando imediatamente, senhor Clifford. Mais alguma coisa? Não... É isto!
Ingrid saiu e recostei-me na cadeira, respirando fundo. Enfim, depois de tantos anos, a hora estava chegando. Ernest Abertton mal sabia o que lhe esperava: os piores dias de sua vida estavam batendo à porta. E viriam sob forma de tortura psicológica com a sua “menina dos olhos”.
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—Assina essa porcaria de papelada —ele disse, a voz baixa e cortante como lâmina.
Eu engoli em seco.
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E eu assinei.
Elizabeth Harper nunca deveria se casar com ele. Ele era perigo dentro de um terno sob medida, riqueza embrulhada no silêncio, poder disfarçado por olhos azuis e gelados.
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Eu não sei por que eu faço o que esse homem manda quando ele manda, mas eu obedeço todas as vezes, sem falhar, e chupo aqueles dedos como se a minha vida dependesse disso.
Minhas coxas começam a tremer quando eu ouço o zíper descendo, porque eu sei o que vem em seguida. Ele vai se enfiar dentro de mim tão fundo que não vai ter mais pra onde ir, e vai me deixar queimando por dentro.
“Você não mexe as mãos quando eu tirar as minhas. Entendeu? Se você desobedecer, eu vou te amarrar e te deixar aqui até os seus pais virem te procurar e te encontrarem cheia até a borda com a minha porra.”***************************************Alguém está me seguindo.
Eu quase fui assaltada, ou talvez algo ainda pior pudesse ter acontecido.
Mas teve um cara que me salvou, tipo um super-herói moderno, mascarado num capacete preto.
Eu devia ter ficado apavorada quando ele cortou a garganta do meu agressor e depois assentiu pra mim, esperando eu entrar no carro em segurança, e pôs a mão no meu vidro.
Em vez de sentir medo, eu estou sentindo...
Excitada.
Viva.
E louca pra sentir aquilo de novo.
Então eu faço o que ninguém em sã consciência faria. Eu fico rodando pelas ruas da cidade quando eu devia estar na cama, descansando, só esperando mais um vislumbre do meu salvador.
Ele não me decepciona.
Ele me encurrala e me faz sentir coisas que eu não deveria estar sentindo, porque eu estou num relacionamento.
Eu anseio pelo toque dele; eu abro as pernas quando eu devia usá-las pra correr bem longe, pra bem longe.
Alguém está me seguindo.
E eu gosto disso.
O homem errado é meu par perfeito
Dentre suas certezas na vida, sabia que:
Não poderia casar com seu namorado por ele não ser da realeza, embora o tivesse colocado num cargo em que estariam sempre juntos.
Que as obrigações com o povo vinham antes de qualquer coisa, inclusive de si mesma.
Que o povo de Alpemburg amava os D'Auvergne Bretonne e que ela precisava ser uma monarca tão boa quanto ou melhor que seu pai e sua irmã.
O que nossa futura Majestade não esperava era que:
Todas as suas certezas virariam incertas, depois de um fatídico acidente, onde a princesa blogueira agora era chamada de irresponsável, ocupando a primeira página dos principais noticiários do mundo.
Concomitantemente, um escândalo num pequeno reino vem à tona mundialmente, com um príncipe nu estampando os principais veículos de comunicação. Um futuro rei com a pior das famas, levando seu país a ser alvo de especulações sobre uma possível queda do governo monárquico.
Uma proposta é feita para amenizar os noticiários negativos.
Uma princesa é rejeitada.
Um rei é desmascarado.
Uma revelação muda tudo que o povo sempre acreditou.
Aimê estava preparada para absolutamente tudo. Menos para aceitar que poderia ter qualquer coisa na vida, mas tudo que desejava era ser dele, o homem mais errado que já tinha conhecido até aquele momento.
Com diálogos espirituosos, personagens carismáticos e uma dose saudável de reviravoltas inesperadas, "O Homem Errado é Meu Par Perfeito" é uma história de amor hilariante que explora a jornada de Aimê em busca do amor verdadeiro, enquanto ela lida com suas próprias inseguranças e dúvidas.











