Anjo Corrompido - Um Romance da Máfia

Anjo Corrompido - Um Romance da Máfia

nicolefox859 · Concluído · 266.4k Palavras

206
Popular
6.7k
Visualizações
285
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Eu encontrei o meu anjo. Aí eu quebrei as asas dela.

A Alexis nunca deveria ter pisado no meu mundo.
Homens como eu mancham garotas como ela. A gente tira a inocência delas e rasga em pedaços.
Ela acha que é durona. Acha que consegue me aguentar.
Mas ela não faz ideia do tamanho da minha escuridão.

Foi melhor assim: eu a tive por uma noite e a deixei para trás.
Qualquer coisa além disso teria sido crueldade.

Eu achei que nunca mais veria Alexis Wright.
Então imagine a minha surpresa quando, dois anos depois, a porta do meu escritório se abre…
E ela entra.
A garota que eu destruí. A garota que eu devorei.

Agora que ela está de novo na minha frente, eu só tenho duas perguntas pra ela:
Primeiro — o que ela está fazendo aqui?
E a segunda…
O que ela quer dizer com “o nosso bebê”?

Capítulo 1

Alexis

Está começando a escurecer lá fora.

Acendo o abajur da minha mesa e me espreguiço na cadeira, tentando evitar aquela curvatura inevitável de fim de expediente. Meu estômago ronca e eu abro a gaveta de baixo da mesa, de olho nas gostosuras lá dentro. Ah, sim, a velha e boa gaveta secreta dos lanches. É secreta não porque eu tenha vergonha do tanto que belisco, mas porque a Vicky Oberman, no cubículo em frente ao meu, aparece por cima da divisória feito um suricato se escutar o barulhinho denunciador do saco de salgadinho amassando.

Pego um pacote de Twizzlers e fecho a gaveta. Fico encarando o cursor piscando na tela do computador enquanto mastigo a ponta de um palito de alcaçuz sabor morango. Eu disse ao meu noivo, Grant, que hoje ia chegar tarde porque queria terminar essa matéria, mas não sei se tenho saco.

É só uma matéria leve — a história improvável de como o zelador de um centro comunitário encontrou exatamente os patins que ele usava quando visitava o lugar ainda criança. O senhor Finkel passou metade da entrevista relembrando quanto tudo custava naquela época (uma latinha de refrigerante — cinco centavos; um cachorro-quente — vinte e cinco centavos; duas bolas de sorvete — dez centavos), e o resto do tempo falando sobre como as crianças de hoje em dia não dão valor ao luxo de ter um centro comunitário para frequentar.

Agora, cabe a mim, como jornalista dedicada de notícias locais, transformar aquela geleia sem graça num artigo instigante que analise o papel dos centros comunitários em fortalecer a juventude do amanhã.

Ou, pelo menos, foi assim que eu decidi vender a ideia. Minha editora, Debbie Harris, só quer que eu escreva a matéria. Na verdade, as palavras exatas dela foram: “Ninguém vai ler isso além daquele zelador, então só garante que você não escreva o nome do cara errado.”

A Debbie não faz questão nenhuma de disfarçar que não gasta tempo nem energia com essas matérias caça-clique quando existem histórias maiores para contar. Eu só queria que ela me desse uma dessas histórias maiores. Meu trabalho no New York Union até agora teve pouquíssima substância.

“Wright!”, solta uma voz seca na entrada do meu cubículo.

Ah, não. Fala no diabo.

Eu me viro para encarar a Debbie, com um Twizzler ainda pendurado na boca. Ela é uma escocesa de aparência severa, com o cabelo loiro perfeitamente arrumado, olhos bem delineados de preto e um batom que nunca sai do lugar. Ela tem uma seleção admiravelmente infinita de terninhos de cores chamativas. O de hoje é um blazer e uma calça fúcsia com uma blusa branca bem viva por baixo. Ela parece ter uns quarenta e cinco, mas, em dois anos trabalhando no jornal, eu nunca a ouvi falar da idade. Ouvi um boato de que alguém no escritório tentou fazer uma festa surpresa de aniversário para ela uma vez e nunca mais se ouviu falar dessa pessoa.

“Como está indo a matéria?”, ela pergunta, com aquele sotaque carregado de Glasgow.

“Bem.” Eu mordo a ponta do Twizzler. “Eu estava só—”

Ela faz um gesto com a mão. “Não, não, já sei tudo o que preciso. Só vim te passar sua pauta de amanhã.” Ela abre um sorriso. “Você vai gostar dessa.”

Meu coração acelera. Finalmente a Debbie vai me dar alguma coisa mais encorpada, algo em que eu possa fincar os dentes.

“É uma exposição de cachorros!”, ela anuncia.

“Ah.”

“Não faz essa cara de decepcionada.” Ela se apoia na parede do meu cubículo. “Você ainda não ouviu a melhor parte.”

Eu arqueio uma sobrancelha, esperando.

A Debbie se inclina um pouco. “Todos os cães são imitadores de celebridades.”

“Debbie!”, eu gemo, deixando a cabeça cair para trás de frustração. “Isso é mais do mesmo lixo que eu sempre pego. Pra que me deixar animada assim?”

Ela dá um chute na parte de baixo da minha cadeira, me fazendo endireitar num pulo, e então cruza os braços e me fuzila com o olhar.

“Você e essa sua falta de paciência de novo”, ela me repreende. “Você tem noção de como é sortuda por ter esse emprego? Tenho uma dúzia de currículos na gaveta de gente que adoraria escrever uma matéria sobre um desfile de cães com roupinhas fofas.”

“Sim”, eu suspiro. “Você tem razão. Desculpa. Obrigada.”

Ela sorri e vai embora.

Eu sei que a Debbie tem razão, mas não consigo evitar a frustração. Por mais que a exposição de cachorros pareça mesmo fofa, eu quero escrever histórias que façam diferença.

O relógio bate cinco e meia e eu começo a juntar minhas coisas. Hoje eu não estou a fim de ficar até mais tarde. Eu só quero me encolher no sofá com o Grant, uma taça bem grande de vinho tinto, e assistir a alguma TV bem besta. Na verdade, isso soa exatamente como o que o médico receitou.

Leva quase quarenta minutos para ir da redação do jornal em Manhattan até o nosso loft no Brooklyn. O Grant tem sorte — acabou de ser promovido a sócio júnior num escritório de advocacia empresarial no centro do Brooklyn e o caminho a pé até o trabalho não dá nem dez minutos.

É uma noite estranhamente quente para novembro, mas ainda tem um friozinho no ar que me faz puxar o casaco mais para junto do corpo enquanto caminho do metrô até o nosso prédio. Subo os degraus da entrada e entro no elevador que já está me esperando, sonhando com um pinot noir encorpado.

A porta do apartamento está destrancada, o que é surpreendente. Por mais perto que o escritório dele seja, advocacia em Manhattan não é brincadeira, e o Grant trabalha horas puxadas. Ele tinha dito que hoje não ia demorar muito, então eu me pergunto onde ele se meteu. Jogo minhas chaves na tigela e entro na sala, esperando encontrá-lo ali, mas ele não está em lugar nenhum.

— Grant? — chamo. As tábuas antigas do assoalho gemem sob meus pés enquanto vou em direção ao quarto, largando a bolsa no sofá pelo caminho.

Nhec. Nhec.

Eu venho discutindo com o Grant desde que a gente foi morar junto por causa do colchão do nosso quarto. Ele adora, mas eu não suporto aquelas molas rangendo. Só que tem um detalhe: as molas só fazem barulho quando eu e ele estamos… resolvendo assuntos de adulto. E como eu estou parada no corredor, começo a perceber, com um horror crescente, que isso significa…

Ah, Jesus.

Quando empurro a porta do quarto com dedos que de repente parecem pálidos e trêmulos, dou de cara com uma coisa que eu nunca, nunca quis ver.

A primeira coisa que eu vejo é a bunda branca do Grant, contraindo enquanto ele mete.

A segunda coisa que eu vejo é o rosto apavorado da mulher embaixo dele, que acabou de cruzar o olhar comigo e percebeu — tarde demais, tarde demais — que fez uma grande besteira.

Meu queixo despenca.

A mulher tenta empurrar o Grant para longe e se cobrir com o edredom, mas o grandalhão leva um segundo para entender o que está acontecendo. Quando finalmente entende e levanta o olhar para me ver parada na porta, a expressão dele desaba.

— Não é o que você está pensando! — ele grita. Ele salta da cama, puxa uma cueca boxer — a que eu dei para ele de aniversário no ano passado, eu reparo — e gesticula feito doido.

Olhar para ele me dá enjoo, então olho para a garota. Ela está encolhida debaixo do edredom. O cabelo loiro de farmácia está todo bagunçado e os olhos dela estão arregalados de choque.

— Não é o que você está pensando! — Grant repete, como se eu não tivesse ouvido da primeira vez.

Por um segundo, eu quero acreditar nele. Seria tão mais fácil engolir as mentiras dele do que aceitar que meu noivo, o homem com quem eu passei todos os domingos dos últimos dois anos agarradinha no sofá, me traiu da pior forma.

Mas não dá para negar que é exatamente o que parece.

A raiva percorre minhas veias como querosene. Só falta um fósforo.

— Então o que é? — eu exijo, arregalando os olhos. — Vocês estavam se procurando piolho? Ela deixou cair um brinco dentro da sua cueca?

O Grant vem correndo na minha direção. O cabelo castanho-areia está espetado em tufos e tem batom borrado ao redor da boca dele.

— Amor, deixa eu explicar!

A visão daqueles lábios — os lábios que eu achava que eram só meus para beijar — incendeia meu sangue, queimando minha pele por dentro.

Ele tem olhos grandes, expressivos. Eu me lembro de ter me apaixonado por eles, por ele. Eles brilhavam à luz de velas no restaurante italiano onde ele me levou no nosso primeiro encontro sério. Mesmo agora, uma parte de mim quer absorver a emoção ali e perdoá-lo.

Eu coloco essa parte de mim numa caixa, tranco e jogo a chave fora.

— Sai — eu digo, fria, apontando um dedo para a porta de entrada. — Vocês dois vão sair daqui agora.

Meu coração está tentando subir pela minha garganta. Eu sinto que vou vomitar. Como ele pôde fazer isso comigo? Eu estou a dois segundos de desmoronar de vez, e nem ferrando que eu vou deixar o Grant ficar aqui para ver isso.

O Grant franze a testa.

— Mas o apartamento é meu.

— Eu mandei vocês saírem daqui antes que eu arraste vocês pra fora! — Minha voz mais alta funciona. Com um grito abafado, a mulher passa correndo por mim em direção à porta.

O Grant se vira e estica a mão para pegar uma calça. Eu devo não ter sido clara; talvez ele precise que eu repita mais uma última vez.

— Eu gaguejei? Eu disse: SAI. DA. PORRA. DAQUI!

Ouvindo o veneno na minha voz, o Grant abandona a calça e dispara porta afora. Dois segundos depois, eu ouço a porta da frente bater com força.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Contrato de Amor e Fraldas

Contrato de Amor e Fraldas

12.4k Visualizações · Atualizando · Sara Gomez
Chloe Parker, é uma advogada perfeccionista, e Ryan Mitchell, o galã do futebol americano.
Chloe representa o atleta como sua advogada por dois anos e mesmo que Ryan a cante em toda oportunidade que tem, a mulher tem uma regra de não misturar prazer com trabalho então está sempre o dispensando, mas em uma festa em que os dois passam na bebida, eles acabam se envolvendo em uma noite de diversão sem compromisso.
E quando a noite dar a Chloe mais do que um dor de cabeça e ela descobre que está grávida, a vida deles vira um caos hilário e inesperado.
Para manter suas reputações intactas, Ryan propõe um contrato de fachada: eles devem agir como um casal até o bebê nascer.
Entre situações embaraçosas, encontros forçados e uma série de mal-entendidos engraçados, Chloe e Ryan lutam para manter as aparências, mas acabam se descobrindo de maneiras que nunca imaginaram.
No final, será que o contrato de amor e fraldas pode transformar uma relação de fachada em um verdadeiro conto de fadas?
Sem Segunda Chance, Despreocupada e Próspera

Sem Segunda Chance, Despreocupada e Próspera

1.2m Visualizações · Concluído · Gloria Fox
Um mês antes do meu casamento, eu queimei o vestido que passei um ano fazendo com minhas próprias mãos.
Meu noivo estava lá com sua amante grávida nos braços, zombando de mim. "Sem mim, você não é nada."
Eu me virei e bati na porta do homem mais rico da cidade. "Sr. Locke, interessado em uma aliança matrimonial? Estou oferecendo uma participação de cem bilhões de dólares—além de um futuro império de negócios, gratuitamente."
Um Gangster em minha Vida

Um Gangster em minha Vida

1.4k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
O amor de infância, não imagina a força que tem.
A distância não foi suficiente para que ambos se esquecessem, o reencontro se tornou o amor ainda mais forte.
Um juramento e uma promessa, será que com o passar dos anos, ambos ainda se lembrariam de tudo que se foi prometido?

Vamos embarcar em mais uma aventura, espero que se divirtam.

Um beijo Nat.
MANDRAKA

MANDRAKA

1.5k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Livia - Gerente geral do Morro do Adeus .
Nando - Dono do Morro Dois Caminhos trilhados na Bala .
Segredos nunca revelados , podem por a prova toda uma vida , mas o orgulho não deixara que o medo siga a diante .

Nem todas as verdades foram ditas, nem todas as mentiras foram contadas, mas mesmo assim eles acreditavam naquilo que achavam certo, e era o fim, mas cabia aceitar qual lado cairia primeiro.

Mais uma obra feita pro mim, espero que gostem.

Um beijo Nat.
Rainha de copas

Rainha de copas

845 Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Você foi a minha perdição, mas eu sabia que seria a minha Salvação também, poderia ser meio óbvio a forte atração, o sangue nós olhos apenas por não ter a atenção desejada.
Mas não seria tão óbvio se não fosse você.

Mais uma feita por mim, com bastante carinho, espero que gostem.
A doce vingança do CEO sem coração

A doce vingança do CEO sem coração

44.9k Visualizações · Concluído · roseana2701
Olívia Abertton é doce, engraçada e carinhosa, "a menina dos olhos" de seu pai, Ernest Abertton, mesmo sendo filha de um relacionamento fora do casamento.
Gabe Clifford é o CEO da maior indústria farmacêutica do mundo. Inteligente, sagaz, um homem sem coração, capaz de tudo para alcançar o que deseja.
Ele levou anos preparando sua vingança contra os Abertoon.
Ela seguiu sendo bondosa e alegre, mesmo quando tudo ao seu redor parecia desabar.
Ele queria destruí-la para saborear cada lágrima de Ernest Abertton, o homem a quem dedicou sua vida para ver sofrer.
Ela era apaixonada pelo irmão dele.
Ele montou a teia e ela era a presa.
O que Gabe não sabia era que a vingança poderia ser muito mais doce do que imaginava. Olívia, por sua vez, jamais imaginou que poderia existir alguém tão sem escrúpulos e coração como aquele homem.
Um desejo de vingança maior que tudo.
Uma mulher decidida a mudar seu destino.
Um casamento tratado como negócio.
Ele a usou como forma de vingança contra o homem que mais odiava. Só não esperava que conhecê-la seria seu pior castigo.
O CEO Acima da Minha Mesa

O CEO Acima da Minha Mesa

1.1m Visualizações · Concluído · McKenzie Shinabery
“Você acha que ela precisa de você”, ele diz.

“Eu sei que precisa.”

“E se ela não quiser esse tipo de proteção?”

“Ela vai querer”, eu digo, baixando um pouco a voz. “Porque ela precisa de um homem que seja capaz de dar o mundo a ela.”

“E se o mundo pegar fogo?”

Minha mão se fecha de leve na cintura de Violet.

“Então eu construo um novo pra ela”, eu respondo. “Mesmo que eu tenha que queimar o velho com as minhas próprias mãos.”

Eu não trabalho para Rowan Ashcroft.
Eu trabalho abaixo dele.

Da minha mesa, eu decido quem consegue acesso ao CEO mais implacável da cidade e quem nunca passa da recepção. Eu administro o tempo dele, o silêncio dele, os inimigos dele. Eu mantenho o mundo dele funcionando enquanto o meu desaba em silêncio sob contas atrasadas, uma mãe internada numa clínica de reabilitação e um irmão que sumiu sem nem se despedir.

Rowan Ashcroft é poder embrulhado num terno sob medida.
Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.

E por muito tempo, eu fui apenas útil.

Até que ele começou a me observar.

No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.

Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.

Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.

Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.
PROTEGIDA POR MIM

PROTEGIDA POR MIM

6.7k Visualizações · Atualizando · Hellen Luiza Castro
Bernardo Mendes, conhecido como Terror, é o dono da Rocinha. Temido, respeitado e conhecido por sua frieza, ele aprendeu desde cedo que ninguém viria para salvá-lo.

Aos oito anos, foi abandonado por quem deveria amá-lo, cuidar dele e protegê-lo. Cresceu sozinho, cercado pelo crime e pela violência, até transformar a sobrevivência em sua única regra.

Anos depois, Terror conquistou o comando da Rocinha ao matar Gotinha, o antigo dono do morro, um homem cruel que havia cometido um crime imperdoável contra uma menina de apenas doze anos. Para Terror, aquilo não foi apenas uma disputa pelo poder. Foi justiça.

Desde então, ele segue suas próprias regras e mantém o controle do morro com mãos firmes. Para alguns, é apenas um criminoso. Para outros, é o homem que faz a justiça que ninguém mais teve coragem de fazer.

Por trás do vulgo Terror existe Bernardo, um homem marcado pelo abandono e por uma infância que nunca teve. Vencer se tornou uma questão de honra e uma forma de pedir desculpas, todos os dias, ao menino que precisou aprender a sobreviver sozinho.

Mas sua vida está prestes a mudar.

Ele está acostumado a proteger seu território, seu nome e seu império. O que não esperava era encontrar alguém que despertasse nele um instinto ainda maior: o de proteger.

E quando essa mulher entrar em sua vida, Terror descobrirá que existem batalhas que não podem ser vencidas com armas, poder ou medo.

Porque, dessa vez, o homem mais temido da Rocinha terá alguém que poderá perder.
Subúrbio do Rio - O plano perfeito.

Subúrbio do Rio - O plano perfeito.

1.3k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Uma obsessão instalada no peito a negação inflando o ego do sub comandante do morro, que tem olhos mão e desejos por apenas uma mulher. Milena uma moça que vive em condições muito precária na comunidade após a morte dos pais ela faz tudo e ainda cuida de sua irmã pequena, não sabe em qual momento vai parar nas garras do JP mas bola o plano perfeito para usar e abusar de toda essa obsessão. Mais uma obra feita por mim, espero que gostem.

Um beijo Nat.
A Última Cláusula do Bilionário

A Última Cláusula do Bilionário

712.8k Visualizações · Concluído · Benedicta Nkemjika
—Assina —ele disse.

Três anos de casamento terminaram com uma linha e uma caneta tremendo na mão dela. Não eram os papéis que doíam — era o jeito como ele nem sequer pestanejou quando ela tremeu.

Amelia Hart saiu do cobertura dele naquela noite com nada além de uma mala e o coração em frangalhos. Ela tinha dado tudo a Daniel Sterling — o amor, a própria identidade, a devoção silenciosa — só para ser descartada no instante em que virou um incômodo.

Mas, quando o império que ele construiu começa a ruir, quando o CEO frio que nunca olhou para trás de repente precisa da mulher que jogou fora, ele volta com as mesmas mãos que um dia a deixaram ir, agora estendidas para recuperar o que ele destruiu.

Só que, desta vez, existe uma cláusula que ele não leu…
O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida

O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida

1.2m Visualizações · Concluído · Amelia Rivers
Ela é a filha da governanta. Ele é o bilionário mais frio de Manhattan. Um drink drogado muda tudo.

Aria Taylor acorda na cama de Blake Morgan, acusada de seduzi-lo. Sua punição? Um contrato de casamento de cinco anos—sua esposa no papel, sua serva na realidade. Enquanto Blake ostenta seu verdadeiro amor Emma nos galas de Manhattan, Aria paga as contas médicas de seu pai com sua dignidade.

Três anos de humilhação. Três anos sendo chamada de filha de assassino—porque o carro de seu pai "acidentalmente" matou um homem poderoso, deixando-o em coma e destruindo sua família.

Agora Aria está grávida do filho de Blake. O bebê que ele jurou que nunca iria querer.

Alguém quer vê-la morta. Trancaram-na em um freezer, sabotaram cada passo seu. É porque seu pai está acordando? Porque alguém está aterrorizado com o que ele pode lembrar?

Sua própria mãe tenta desligar os aparelhos dele. A perfeita Emma de Blake não é quem finge ser. E aquelas memórias que Aria tem de salvar Blake de um incêndio? Todos dizem que são impossíveis.

Mas não são.

À medida que os ataques aumentam, Aria descobre a traição definitiva: A mulher que a criou pode não ser sua verdadeira mãe. O acidente que destruiu sua vida pode ter sido assassinato. E Blake—o homem que a trata como propriedade—pode ser sua única salvação.

Quando seu pai acordar, que segredos ele revelará? Blake descobrirá que sua esposa carrega seu herdeiro antes que alguém a mate? E quando ele souber quem realmente o salvou, quem realmente o drogou, e quem está caçando sua esposa—sua vingança se tornará a redenção dela?
O Preço do Teu Toque

O Preço do Teu Toque

7.8k Visualizações · Atualizando · gerlane Pereira
Algumas alianças são assinadas com tinta.
Outras... com sangue.
Quando o império Moretti começa a ruir após um escândalo financeiro que ameaça destruir décadas de poder, Alessandro Moretti recebe uma única saída deixada por seu avô em testamento: casar-se com uma mulher escolhida anos atrás por um acordo entre duas famílias.
O problema?
Ele nunca ouviu falar dela.
Aurora Vasconcelos cresceu acreditando que seu pai morreu devendo favores aos Moretti. Nunca imaginou que sua própria vida fazia parte daquela dívida.
Ela não precisa de marido.
Ele não acredita no amor.
Mas ambos precisam um do outro.
Enquanto aprendem a dividir a mesma cobertura, os mesmos jantares de negócios e o mesmo sobrenome, descobrem que alguém dentro da empresa está manipulando contratos milionários.
E quanto mais perto chegam da verdade...
Mais caro se torna cada toque.
Porque há pessoas dispostas a matar para impedir que esse casamento dê certo.