
Grávida dos Gêmeos da Máfia
oyindamola aduke · Atualizando · 369.4k Palavras
Introdução
Antes presa em um casamento sem amor com Dario Moretti, o mais temido chefe da máfia italiana. Elena Caruso mal conseguiu escapar com seus gêmeos ainda não nascidos e sua vida. Acusada de traição pela astuta madrasta de Dario e humilhada por seus casos extraconjugais, Elena foi descartada como lixo. Quando ele tentou matá-la e ao filho deles, ela desapareceu nas sombras de Nova York, começando de novo com um novo nome e um coração de ferro.
Agora uma designer de interiores requisitada, Elena está confiante, destemida e prosperando, até que Dario invade seu mundo como uma arma carregada, desesperado para recuperar o que jogou fora.
Mas Elena não é a mesma mulher frágil que ele controlava. E ela não vai abrir mão de sua liberdade ou de seus filhos sem lutar.
Ele quer redenção e ela quer vingança, enquanto os gêmeos? Eles querem a verdade...
Em um mundo de laços de sangue e votos quebrados, o amor não é um conto de fadas, é um campo de batalha.
Capítulo 1
O relógio bateu meia-noite.
Elena estava profundamente adormecida, seu corpo enrolado sob os cobertores macios, finalmente se rendendo ao cansaço do dia. Tudo o que ela queria era um momento de paz. Um suspiro. Uma noite sem medo.
Mas paz era um luxo que ela não possuía mais.
Uma pressão súbita esmagou seu peito, um peso pesado a forçando contra o colchão. Seus olhos se abriram de repente, o pânico inundando seu peito enquanto ela lutava para respirar. E então ela os viu, dois olhos azuis e penetrantes a encarando no escuro, brilhando com algo indecifrável.
Ela não precisava de luz para saber quem era.
Ela conhecia aquele cheiro. Aquele hálito. Aquele toque.
Seu marido.
Dario Moretti.
"Por que você está usando calcinha?" A voz dele era um rosnado baixo em seu ouvido, quieto mas mortal. "Você esqueceu o que eu te disse, querida? Você deveria estar pronta para mim nesta cama."
Um arrepio percorreu a espinha de Elena. Ela queria falar, explicar, mas o medo roubou sua voz.
Ela tinha esquecido.
Estava tão cansada. Tão enjoada. Seu corpo doía há dias, sua cabeça latejava incessantemente. No momento em que deitou, adormeceu sem pensar duas vezes.
Mas desculpas não significavam nada para Dario, não quando ele estava nesse humor.
O impiedoso rei da máfia do oeste da Itália, Dario era temido por todos. Bonito. Rico. Intocável. E frio como a morte. Pessoas que o contrariavam não tinham segundas chances, eram enterradas.
E Elena?
Ela era sua esposa.
Não por amor ou escolha. Mas por força, um casamento arranjado nascido da obrigação.
Ele se casou com ela apenas porque seu poderoso avô havia exigido. O velho devia sua vida a Elena, ela o havia salvado uma vez, e em troca, ele a escolheu para ser a noiva de Dario. Quando Dario recusou, sua herança e todo o império Moretti foram ameaçados.
Dario obedeceu. Mas nunca perdoou.
Para ele, Elena não passava de um fardo. Uma interesseira. Uma mancha em seu orgulho. E ele nunca a deixava esquecer isso.
Ele pairava sobre ela agora, completamente nu, seu calor pressionando contra a pele fria dela. Seu corpo enrijeceu. Ela não estava pronta. Não queria isso. Não naquela noite.
Mas ele não se importava.
Sem aviso, ele rasgou sua calcinha e a penetrou com um empurrão bruto e violento.
"Ah!" Elena gritou, a dor imediata, aguda e implacável.
"Porra, você está tão seca," Dario rosnou, seu desprezo claro.
"E quantas vezes eu te disse para tomar banho antes de dormir? Você fede a suor e temperos. O que você faz o dia todo, cozinha para fantasmas?"
Seus insultos cortavam mais fundo que suas ações. Mas Elena havia aprendido a não se encolher. Após três anos desse casamento sem amor, seu coração havia se tornado calejado. Ainda assim, lá no fundo, uma parte frágil dela mantinha um sonho tolo de que talvez um dia, ele a olharia com algo além de ódio.
Mas sonhos assim não sobrevivem muito tempo em uma gaiola.
Ela virou a cabeça, escondendo as lágrimas que ameaçavam seus olhos.
No entanto, de repente, suas ações mudaram. Dario enfiou a cabeça no pescoço dela, inalando seu cheiro como se isso o acalmasse. Seus dedos se moveram suavemente pelas coxas internas dela, tocando seu ponto sensível em círculos lentos e deliberados.
Seu corpo a traiu. Sua respiração falhou. Um gemido suave escapou de seus lábios.
"Ah... Dario..."
Ele congelou.
"O que você acabou de dizer?" Sua voz caiu para um sussurro baixo e mortal.
"Eu-eu sinto muito, Sr. Moretti," ela gaguejou, corrigindo-se imediatamente.
Ele a havia proibido de chamá-lo pelo nome. Somente sua família e aliados de confiança tinham esse direito.
"Assim está melhor," ele sibilou. "Lembre-se do seu lugar."
Ele levou o dedo aos lábios, provando-a. "Nojento," ele murmurou.
Mas ele lambeu o dedo mesmo assim.
A contradição torceu o estômago dela.
Ela o odiava.
Odiava que seu corpo respondesse ao toque dele. Odiava como ele a insultava e ainda assim não conseguia ficar longe da cama dela. Odiava a vergonha, a humilhação, a dor.
E ainda assim, ela permanecia ali impotente, sem fôlego e tentando não chorar.
Seus olhos encontraram os dela, indecifráveis. Por um momento, ela pensou ter visto algo. Doçura? Desejo? Mas isso desapareceu tão rapidamente quanto surgiu.
Ele a penetrou novamente, e seus lábios esmagaram os dela com uma fome que a confundia.
Não era amor.
Não podia ser.
Dario fazia sexo com ela todas as noites, quer ela quisesse ou não. Quer ela estivesse exausta ou doente, ele tomava o que queria e a deixava vazia.
Ele a odiava... não odiava?
E ainda assim, ele não conseguia passar uma única noite sem ela.
Era desejo? Obsessão? Controle?
Seja o que fosse, isso a assustava mais do que o ódio jamais poderia.
Essa noite, ele estava diferente. Mais lento. Mais deliberado. Isso a aterrorizava.
"Espere, Sr. Moretti..." ela arfou, a voz falhando.
Ele gemeu. "O que foi agora?"
"Por favor... seja gentil essa noite," ela sussurrou, a voz tremendo.
Ele zombou. "O que há de tão especial essa noite?"
"Eu... eu não estou me sentindo bem."
Ele agarrou o queixo dela, forçando-a a encontrar seus olhos. Por um instante, eles suavizaram apenas um pouco e depois se tornaram de pedra novamente.
"Um novo truque, hein?" ele disse friamente.
Elena não respondeu.
Ele jogou as pernas dela sobre o ombro e deslizou mais fundo, balançando os quadris com uma crueldade lenta.
"Eu gosto de ver você em dor debaixo de mim," ele sussurrou com um sorriso sombrio.
Lágrimas escorreram silenciosamente pelas bochechas dela.
Ela ficou imóvel. Silenciosa. Uma boneca sem vida.
Ainda assim, Dario pela primeira vez foi gentil. Ele a tocou de forma diferente. Ele não parou até que ela se quebrasse. Até que seu corpo a traísse novamente.
Ela teve um orgasmo. Ela odiou isso.
Ele gozou dentro dela. Não uma, mas três vezes.
Duas horas depois, ele desabou ao lado dela, exausto.
Ela moveu o corpo pesado dele para o lado, afastando-o gentilmente.
E então... ela ficou olhando para o teto, o coração batendo forte.
Ela estava grávida.
O teste que fez naquela manhã ainda estava escondido na gaveta. Duas linhas. Positivo.
Ela tinha perdido a menstruação. A náusea tinha piorado. Não havia como negar agora.
Uma nova vida estava crescendo dentro dela.
Uma mistura de medo e alegria se enroscou em seu peito. Mas um medo superava os outros:
Como Dario reagiria quando descobrisse?
Ele tinha dito desde o início que nunca queria um filho com ela.
Ele veria isso como uma traição. Como uma armadilha.
Ela nem se lembrava de quando esqueceu uma pílula ou quando esse milagre aconteceu.
Mas ainda assim... uma pequena faísca de esperança brilhou dentro dela.
Talvez... Esse bebê pudesse mudar tudo.
Talvez pudesse mudar ele e isso poderia salvá-la também.
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Em vez disso, ouvi o próprio diabo sussurrar no meu ouvido:
"Se você quiser, eu posso me casar com você."
Daniel. O irmão sobre quem fui avisada. Aquele que fazia Nicholas parecer um coroinha.
Ele se encostou na parede, observando meu mundo implodir.
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"Você me ouviu." Seus olhos queimaram nos meus. "Case comigo, Emma."
Mas enquanto eu olhava para aqueles olhos magnéticos, percebi algo aterrador:
Eu queria dizer sim para ele.
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Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário
No meu aniversário, ele a levou de férias. No nosso aniversário de casamento, ele a trouxe para nossa casa e fez amor com ela na nossa cama...
De coração partido, eu o enganei para que assinasse os papéis do divórcio.
George permaneceu despreocupado, convencido de que eu nunca o deixaria.
Suas mentiras continuaram até o dia em que o divórcio foi finalizado. Joguei os papéis no rosto dele: "George Capulet, a partir deste momento, saia da minha vida!"
Só então o pânico inundou seus olhos enquanto ele implorava para eu ficar.
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"Você não sabe," Julian riu ao telefone, "que um ex-namorado decente deve ser tão quieto quanto um morto?"
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"Diga isso," James exigiu.
Cassidy olhou para James quando ele lhe disse para dizer algo. Ela parecia um pouco atordoada, sua mente nublada com o desejo crescente e a loba dentro de sua mente tentando tomar o controle. "Dizer o quê?" ela perguntou suavemente, um pouco confusa e sem fôlego depois que James pressionou seu corpo contra o dela.
James rosnou e lentamente empurrou contra Cassidy novamente, a fricção entre os dois fazendo com que suas coxas se apertassem mais em torno dos quadris dele. "Diga que você é minha."












