
Ligada pela Máfia do Dragão
McKenzie Shinabery · Atualizando · 265.2k Palavras
Introdução
O chef parecia estar rezando em silêncio pela morte.
Corri para a frente. “Amara. Para de traumatizar essas pessoas.”
Ela se virou, radiante. “Sera! Que bom que você veio. Prova isso. Tá faltando desespero.”
O rosto do chef se transformou numa crise existencial.
Eu agarrei o braço dela. “Larga a espátula.”
“Mas—”
“Larga.”
Com uma indignação exagerada, ela largou a espátula e resmungou: “Tá bom. Mas se ninguém aqui tem visão artística, a culpa não é minha.”
Ela se infiltrou para expor um império da máfia.
Ele lhe ofereceu trinta noites para salvar a vida dela.
Quando a jornalista investigativa Seraphine Vale entra no submundo cintilante governado pelo bilionário e chefe do crime Dante Vescari, ela acha que está atrás de uma história sobre mulheres desaparecidas e corrupção.
Em vez disso, ela descobre um segredo mais antigo que o sangue — um império erguido sobre fogo, pecado e dragões.
Atada a Dante por um pacto proibido, Seraphine se vê presa entre o medo e o desejo, a verdade e a tentação.
Cada noite a puxa mais fundo para o mundo dele, de poder, paixão e perigo…
e para mais perto do monstro escondido sob a pele perfeita.
Trinta noites. Um vínculo.
E um amor que talvez reduza o mundo a cinzas.
Capítulo 1
A redação sempre tinha um leve cheiro de café queimado, tinta de impressora e um toque de desespero. Os telefones não paravam de tocar, os teclados batiam numa sinfonia maníaca, e sempre tinha alguém gritando por causa de um prazo que já tinha estourado fazia dez minutos. O zumbido das lâmpadas fluorescentes vibrava no teto como um enxame de abelhas furiosas, combinando com a energia nervosa que parecia presa para sempre dentro daquelas paredes.
Meu canto no meio do caos ficava espremido entre a copiadora que tossia poeira de papel e uma pilha de caixas que ninguém se deu ao trabalho de abrir desde a “reestruturação de orçamento” do ano passado. A tela do meu computador tremeluzia como se estivesse se agarrando à vida enquanto eu rolava mais uma matéria local sem sal — gatos desaparecidos, um bazar beneficente de doces, uma cerimônia de inauguração de um lava-rápido novo. O tipo de encheção que jogavam para cima de mim porque, aparentemente, eu tinha cara de “fofa e inspiradora”, não fogo para a capa.
Eu estava na metade da edição de um parágrafo sobre “barrinhas de limão caseiras por uma boa causa” quando aconteceu.
“Vale!”
O latido do meu nome estalou pela redação como um chicote. Cabeças surgiram acima das baias. A fofoca morreu no meio da frase.
Ergui os olhos e lá estava ele — o sr. Brantley, meu editor-chefe, encostado no batente da porta do próprio escritório. Os suspensórios estavam tão esticados sobre a barriga que pareciam prestes a arrebentar. O couro cabeludo brilhava sob as lâmpadas fluorescentes com gordura suficiente para temperar uma frigideira, e a gravata pendia frouxa no pescoço, como um laço que desistiu do próprio trabalho.
O homem era um fóssil ambulante de maus hábitos e opiniões piores ainda — perfumado com colônia barata, dentes amarelados e um sorrisinho que me dava arrepios.
“Sim, senhor?”, respondi, forçando a voz a não tremer.
“Escritório. Agora.”
Ele nem esperou resposta — só se virou e foi se arrastando de volta para dentro da caverna.
Alguém murmurou: “Mulher morta andando”, quando eu me levantei. Típico.
O escritório do Brantley cheirava a cada decisão ruim que ele já tinha tomado — fumaça velha de cigarro, bourbon derramado e colônia demais tentando esconder tudo. As persianas estavam meio fechadas, cortando o ambiente em faixas empoeiradas de luz. A mesa era uma bagunça caótica de jornais, embalagens de comida para viagem pela metade e uma foto emoldurada dele apertando a mão de algum político decadente.
Ele nem levantou o olhar quando entrei. “Fecha a porta.”
O clique da porta batendo atrás de mim soou definitivo.
Fiquei ali, agarrada ao meu bloco de notas como se fosse um escudo. “O senhor queria falar comigo?”
“Senta.”
Eu não sentei. Por fim, ele olhou para cima, estreitando os olhos como se eu o tivesse insultado pessoalmente só por respirar o ar dele. “Você tem implorado por algo mais sério do que bazar de docinhos, não tem?”
Hesitei. “Eu não diria implorando—”
Ele fez um gesto com a mão, me cortando. “Ótimo. Então considere isso uma intervenção divina.”
Ele se inclinou, remexeu uma pilha de pastas e deu uma batida com força, largando um fichário grosso de papel pardo sobre a mesa. As folhas tremularam, se espalhando como pássaros assustados.
“O que é isso?”, perguntei.
“Sua nova pauta.”
Dei um passo à frente, o ar espesso com a névoa de cigarro dele, e abri a pasta. Meu coração parou.
Lá dentro havia boletins de ocorrência, fotos de cenas de crime e cartazes de pessoas desaparecidas. Todas mulheres. Todas da região. Cada uma sorrindo numa foto granulada que alguém provavelmente tinha tirado pouco antes de elas sumirem.
Minha garganta secou. “Este é o caso das mulheres desaparecidas.”
“Garota esperta”, disse Brantley, recostando-se na cadeira rangente. “Você vai cobrir. Com efeito imediato.”
“Você está brincando.”
Ele arqueou uma sobrancelha. “Eu pareço estar brincando?”
Eu o examinei — testa suada, gravata torta, manchas de café na camisa. “Sinceramente? Você parece que não teve um pensamento sério desde que o Nixon renunciou.”
O sorriso dele sumiu. “Cuidado com a boca, Vale.”
Eu não recuei. “O James estava cobrindo essa matéria.” Minha voz endureceu. “Você lembra do James? O repórter que está desaparecido há três semanas?”
O dar de ombros de Brantley foi irritantemente casual. “Sim, uma pena. Mas a história ainda está quente. Alguém tem que manter isso vivo.”
“Você está me dando o caso dele?”, perguntei, incrédula. “Vai simplesmente me jogar nisso como isca?”
“Você disse que queria trabalho de verdade.” O tom dele era liso, quase entediado. “Considere isso sua chance. Prove para mim — e para todo mundo — que você é mais do que matérias leves e legendas de foto.”
“Não foi isso que eu—”
“Não foi?” Ele se inclinou para a frente, os cotovelos afundando na bagunça da mesa. “Você está pedindo por uma oportunidade desde que entrou aqui. Parabéns. Você conseguiu.”
Eu ri, seca e sem humor. “Não, o que eu consegui foi uma sentença de morte. Você não se importa com o que vai acontecer comigo.”
“Eu me importo com resultados”, ele disse simplesmente, acendendo um cigarro. “Você me traga algo que valha a pena imprimir, e eu vou me importar muito. Agora pare de choramingar e faça seu trabalho. Você queria brincar com os grandões? Pois bem — aqui está sua caixa de areia.”
A condescendência escorria de cada palavra.
Ouvir ele dizer aquilo significava duas coisas.
Primeiro: ninguém mais nessa redação era corajoso — ou idiota — o bastante para pegar a história.
Segundo: meu chefe não ligava se eu vivia ou morria.
Fechei a pasta com um estalo; o som ecoou alto no ar abafado. “Você vai se arrepender disso.”
Ele sorriu, preguiçoso. “Querida, eu já me arrependo.”
Aquilo foi minha deixa para sair antes que eu dissesse algo que me fizesse ser demitida — ou pior, presa por agressão.
Virei em direção à porta, a voz firme apesar de minhas mãos estarem tremendo. “Obrigada por esta oportunidade, senhor.”
Ele ergueu o cigarro num falso cumprimento. “Isso. Esse é o espírito. Tente não acabar na primeira página você mesma.”
A porta se fechou com um clique atrás de mim, e eu finalmente soltei o ar.
Do lado de fora, a redação continuava zumbindo como se nada tivesse acontecido. Passei pelos olhares curiosos, apertando o arquivo contra o peito como uma boia salva-vidas. Meu reflexo capturado na janela do corredor — alta, cabelo ruivo preso para trás apertado demais, sardas espalhadas pela pele clara e curvas que eu passara metade da vida tentando disfarçar sob blazers que nunca caíam direito.
Brantley via tudo isso quando olhava para mim. Não a minha ambição. Não a minha ética de trabalho. Só um corpo, ele achava, que não pertencia ao mundo dele.
E talvez isso já tivesse me incomodado. Talvez ainda incomodasse. Mas alguma coisa dentro de mim — algo quente, desafiador e furioso — se acendeu enquanto eu encarava aquela pasta parda.
Ele achava que essa tarefa ia me mastigar e cuspir fora, como fez com James. Achava que o medo me manteria no meu lugar.
Ele estava errado.
Isso já não era só uma matéria. Era a minha chance.
E, quando eu trouxesse a verdade à luz, a única coisa faltando na primeira página seria o sorriso presunçoso dele.
Últimos Capítulos
#209 Capítulo 209 Seraphine
Última Atualização: 6/19/2026#208 Capítulo 208 Seraphine
Última Atualização: 6/19/2026#207 Capítulo 207 Seraphine
Última Atualização: 6/19/2026#206 Capítulo 206 Seraphine
Última Atualização: 6/19/2026#205 Capítulo 205 Seraphine
Última Atualização: 6/19/2026#204 Capítulo 204 Ganhou a si mesma
Última Atualização: 6/19/2026#203 Capítulo 203 Seraphine
Última Atualização: 6/19/2026#202 Capítulo 202 Dante
Última Atualização: 6/19/2026#201 Capítulo 201 Dante
Última Atualização: 6/19/2026#200 Capítulo 200 Seraphine
Última Atualização: 6/19/2026
Você Pode Gostar 😍
Antes de Você Me Deixar Ir
A voz de Elias foi uma lâmina no meu peito. Observei a mulher que ele amava — sua amante — caída em uma poça de sangue no pé da escada. Eu não a empurrei. Ela caiu tentando me agarrar, tentando se gabar do filho que crescia dentro dela. Mas ele não se importou.
Ele aninhou o corpo ferido dela como se fosse um cristal precioso, deixando sua esposa parada no frio. Ele não sabia que eu também estava grávida. Ele não sabia que, enquanto rezava pelo bastardo da amante, estava destruindo a mãe do seu herdeiro legítimo.
Toquei minha barriga lisa, as lágrimas congelando em meu rosto enquanto as luzes da ambulância nos pintavam de vermelho. Ele me olhou com puro ódio, um olhar que matou a última brasa do meu amor.
"Vou assinar os papéis do divórcio, Elias", sussurrei para o nada enquanto ele ia embora com ela. "Mas você nunca vai ver este bebê. Você escolheu a criança errada para salvar."
Renascida: A Vingança da Herdeira Indesejada
Enfrentando sua família, antes fria, ela recuperou tudo o que lhe pertencia por direito com uma feroz resistência, desmascarando a filha adotiva falsa e fazendo seus irmãos hipócritas se arrependerem de suas ações para sempre. No entanto, enquanto ela se concentrava em seu caminho de vingança, o todo-poderoso William continuava invadindo seu mundo, declarando sua reivindicação sobre ela com uma abordagem dominadora, porém terna.
Por que ele estava tão obcecado por ela? Que segredos desconhecidos estavam escondidos por trás da tristeza profunda em seus olhos?
A Princesa Escrava
“Sim... mestre,” eu disse sem fôlego.
Outro golpe, mas este foi no meu traseiro. Foi forte e ardia como se eu tivesse acabado de ser atacada por uma vespa. Ele passou o polegar sobre a marca e arrepios subiram pela minha espinha.
“Você está gostando disso?” Ele perguntou. Sua voz era rouca e fez minha cabeça ficar toda confusa.
“Eu...” Abri os olhos, mas não consegui responder.
Ele me golpeou novamente. Joguei a cabeça para trás e ofeguei levemente.
“Responda-me.” Ele rosnou.
“Sim... sim... mestre...” eu disse pesadamente.
O reino de Silver Aisles está em uma guerra contínua com o Rei dos lobisomens. Seus dois reinos colidem há anos, e a situação só piorou depois que o Rei lobisomem Arthur matou toda a família do Príncipe Viktor enquanto voltavam de um baile e o capturou, torturando-o diariamente. Dois anos após Viktor ser capturado pelo reino dos lobisomens, ele escapou, sem saber que Violette foi quem o ajudou a se libertar. Viktor até retaliou sequestrando a única filha do Rei lobisomem, a Princesa Violette...
Srta. Maxwell Eu Quero Você Agora
Edward Huxley, o formidável dono da Huxley Airline and Shipping Company e o solteiro bilionário mais cobiçado do país, fica chocado e enfurecido ao descobrir que a mulher em sua cama não é Veronica, como ele esperava, mas a desconhecida e aparentemente sem graça filha ilegítima dos Maxwell. O encontro deles termina em uma noite de paixão não planejada.
Quando Veronica descobre a verdadeira identidade de Edward, ela decide que o quer para si. Junto com sua mãe, ela acusa e humilha Sarah.
Com o coração partido e devastada, Sarah deixa o país. Quatro anos depois, ela retorna como uma mulher diferente, com uma carreira de sucesso e seus adoráveis gêmeos, que carregam os traços inconfundíveis do galã bilionário do país, Edward Huxley.
Edward fica impressionado com a transformação dela e se vê apaixonado por ela mais uma vez. Determinado a conquistar seu coração, ele se empenha em reconstruir a família deles. Mas será que ele conseguirá, ou já é tarde demais com o enigmático Benicio sempre ao lado de Sarah, com os olhos cheios de amor e devoção?
Casamento arranjado: O Príncipe e eu
Nesse instante, Ziza sentiu seu coração encolher, morrer e afundar profundamente no fundo de seu estômago ácido. Tomá-la como sua? Sua mão em casamento? Certamente o rei não seria tão cruel a ponto de dar sua mão em casamento ao seu filho bestial.
Ela acabou de perder o emprego, perdeu o namorado e foi torturada por seus meio-irmãos e pela mãe deles. E isso era o que ela recebia—casar-se com um príncipe implacável e frio que a esbofeteou e insultou?!
Será que ela teria ao menos um vislumbre de esperança nesse casamento arranjado?
Não pode me reconquistar
No dia em que ele se casou com seu primeiro amor, Aurelia sofreu um acidente de carro, e os gêmeos em seu ventre pararam de ter batimentos cardíacos.
A partir daquele momento, ela mudou todas as suas informações de contato e saiu completamente do mundo dele.
Mais tarde, Nathaniel abandonou sua nova esposa e procurou pelo mundo uma mulher chamada Aurelia.
No dia em que se reencontraram, ele a encurralou em seu carro e implorou: "Aurelia, por favor, me dê outra chance!"
A Herdeira Vira-Lata Contra-Ataca
Os espectadores aguardavam, ansiosos, a queda dela — só para assistirem, estarrecidos, às famílias mais influentes da Capital se curvarem diante dela com reverência.
Elizabeth abriu um sorriso frio. “Querem me caçar? Então é melhor pedirem permissão aos meus punhos primeiro!”
Cinco Irmãos, Uma Noiva
Quando Lily chega à magnífica propriedade dos Sterling para cumprir as últimas vontades de seu falecido pai, ela é recebida por cinco belos irmãos e uma mãe fria e calculista, determinada a mandá-la embora.
De acordo com um antigo acordo entre as famílias, Lily deve escolher um dos irmãos como marido — uma perspectiva que enche todos eles de desprezo.
Mas Lily esconde segredos que chocariam toda a família Sterling. Por trás de sua postura discreta, há uma mente brilhante para os negócios que construiu um império multibilionário a partir do nada. Ela também é uma cantora aclamada internacionalmente que se apresenta com o nome de Nightingale, e uma gênia da tecnologia conhecida como Anny, capaz de derrotar qualquer um em seu próprio jogo.
Enquanto lida com a complexa política interna da família Sterling, Lily se vê atraída pelo irmão mais frio de todos — William, o CEO que a trata apenas com desconfiança.
A mãe de William já escolheu o par perfeito para ele: Fiona, da família Foster, sua amiga e amor de infância.
No entanto, a palavra "rendição" nunca existiu no vocabulário de Lily.
Reivindicada Pelo Bilionário
A voz dele era fria, afiada como aço.
—Espera... tem alguma coisa errada.
—Assina essa porcaria de papelada —ele disse, a voz baixa e cortante como lâmina.
Eu engoli em seco.
As ameaças do meu pai ecoaram na minha cabeça: Se você não assinar, nunca mais vai ver seu filho.
E eu assinei.
Elizabeth Harper nunca deveria se casar com ele. Ele era perigo dentro de um terno sob medida, riqueza embrulhada no silêncio, poder disfarçado por olhos azuis e gelados.
Um erro, uma assinatura na sala errada, e agora ela está presa a Christian Reed, o bilionário implacável conhecido por destruir impérios... inclusive a própria linhagem.
Ela devia ser invisível. Obediente e descartável.
Perdendo o Controle: Sua Loucura, Sua Cura
"Você não me mandou parar," murmuro.
Seus dedos tremem como se ele quisesse me bater ou me agarrar, talvez ambos.
Ele vira a cabeça para o lado, como se estivesse tentando encontrar oxigênio, mas eu posso ver, o rubor em seu pescoço, o pulso batendo rápido sob meu polegar, a maneira como seu corpo o trai mesmo enquanto sua boca continua mentindo.
Eu pressiono meu corpo contra o dele, peito a peito, calor a calor.
"Você quer me odiar. Tudo bem. Me odeie o quanto quiser. Mas não minta para si mesmo. Não finja que seu pau não fica duro toda vez que eu digo seu nome."
Ele geme, um som preso entre frustração e necessidade.
Xander nunca teve a intenção de se envolver. Dois anos atrás, ele tropeçou em um beco e travou os olhos com um estranho espancando alguém até sangrar.
Esse estranho era Jax.
Desde então, ele se pega pensando no cara de forma obsessiva. Ele foi uma fantasia por dois anos inteiros... até que não foi mais. Agora eles circulam um ao outro como fogo e gasolina... faíscando, queimando, nunca se tocando sem deixar marcas. Xander não está acostumado a ser dominado. Mas Jax domina como se tivesse nascido para isso, e Xander odeia o quanto deseja isso.
É empurrar e puxar. Morder e sangrar. Querer e negar...
Jax se esconde atrás de silêncio e sombras. Um passado violento, impulsos mais sombrios, muros construídos com arame farpado. Mas Xander continua cavando, continua aparecendo, e isso assusta Jax mais do que qualquer coisa. Porque Xander não está apenas arranhando a superfície.
Ele está entrando e despedaçando Jax. E quanto mais fundo eles caem, mais perigoso fica.
✨Ele deveria ser um passatempo. Não um desejo. Mas algumas obsessões não se apagam. Elas queimam até o fim.✨
O Primeiro Olhar do Bilionário
Renascimento: Atriz Estrela
Mas o que eu nunca esperava era que a razão pela qual eles me procuraram era para meu medula óssea... Eles queriam usá-la para salvar outra pessoa!
Meu coração se despedaçou. Como pais poderiam ser tão cruéis?
Desiludido com o mundo, caí da varanda e morri.
Mas, para minha surpresa, renasci!
Desta vez, eu viveria para mim mesmo! Aqueles que me machucaram pagariam o preço!












