
O Contrato dizia esposa Ele entendeu Propriedade
A.C. Borges · Concluído · 123.7k Palavras
Introdução
Só que tem.
Entre uma mansão cheia de regras, uma ala trancada guardando um nome proibido, e uma atração que nenhum dos dois planejou, Lena vai descobrir que o casamento que devia ser só papel virou a coisa mais real da vida dela. E Vincent vai descobrir que existe uma única variável no mundo que ele não consegue controlar.
Ela.
Capítulo 1
O problema de ter um pai levado algemado pela Polícia Federal às seis da manhã não é a sirene rasgando o silêncio da rua. É o silêncio absoluto que fica no apartamento depois que eles levam os computadores, as pastas e a sua dignidade num saco plástico transparente.
Faltavam três meses para eu pegar meu diploma de jornalismo. Eu tinha três meses para provar que o sobrenome Whitmore servia para assinar matéria séria. Em vez disso, ele foi parar na página policial, estampado em vermelho sangue. Parece piada, mas ninguém estava rindo.
Descer do meu prédio na Vila Mariana e caminhar até o metrô, duas horas depois da batida policial, foi como se eu tivesse saído do meu próprio corpo. A cidade não para porque a sua vida acabou.
O asfalto cheirava a poluição e garoa seca. Na roleta da estação, um cara de terno esbarrou no meu ombro e xingou baixo, apressado para bater ponto. O perfume masculino ficou grudado na minha roupa por alguns segundos, como se o universo quisesse deixar bem claro que homem de terno sempre sai impune.
Ninguém ali sabia que o nome da minha família estava rodando nos rodapés dos canais de notícias matinais. Eu não tinha nem limite no cartão para o Uber de volta pra casa, quanto mais pra ida. O trajeto inteiro pela Linha Amarela até o escritório do advogado foi feito em pé. Eu segurava a barra de metal gelada, o balanço do vagão batendo meus joelhos uns nos outros, enquanto lia no celular do homem ao meu lado a manchete inevitável: Roberto Whitmore preso em operação por fraude.
Já tinha vomitado todo o pânico na noite anterior. O que sobrou foi um vazio frio e a necessidade de resolver. Desespero é luxo de quem tem opção, e eu não tinha nenhuma.
Quando finalmente cheguei, o escritório era um cubo de vidro gelado e silencioso. Aquele tipo de lugar blindado, onde o barulho da rua e o problema dos outros não entram. O ar-condicionado de Carlos estava no máximo, congelando as pontas dos meus dedos e secando minha garganta, mas o homem do outro lado da mesa passava um lenço de pano na testa a cada dois minutos.
— A fiança é impagável, Lena — ele repetiu, a voz arranhando, seca. Não era a primeira vez que ele dizia isso na última hora. — E os bens já estão bloqueados. Seu pai não tem dinheiro livre. Você não tem dinheiro livre.
Apertei o copo de papelão de café que a secretária me deu até o plástico da tampa estalar sob meus dedos. Minha boca tava seca, gosto de noite mal dormida. Eu amava Roberto Whitmore com a consciência pesada de quem cresceu ouvindo ele jurar que "só dessa vez" ia resolver rápido — o mesmo "só dessa vez" que já tinha comido a poupança da faculdade duas vezes antes de eu entender que era um padrão, não um acidente. Ele não era um santo. Mas era o cara que dirigia quarenta minutos debaixo de temporal só pra me buscar na faculdade sem que eu pedisse, e eu não ia deixar ele apodrecer numa cela provisória sem tentar de tudo.
— Tem que ter uma opção, Carlos. — Minha voz saiu reta. Plana. — Uma venda direta de ativos menores. Um empréstimo paralelo. Um agiota menos agressivo que a média. Qualquer coisa.
Carlos parou de enxugar a testa. Ele baixou os olhos para a pasta preta de couro cru, perfeitamente alinhada no centro da mesa de vidro. O único objeto na sala que parecia valer mais do que a minha vida no momento.
— Existe uma proposta. — Ele destravou o fecho de metal, mas a mão ficou ali, em cima do couro, um segundo a mais do que precisava. Como se pudesse fechar de novo antes que fosse tarde demais. Não fechou. — Não é um agiota. É uma... liquidação de passivos. Alguém disposto a cobrir a fiança integral, assumir as dívidas primárias e limpar a primeira página dos jornais até amanhã cedo.
Continuei encarando a pasta. Ninguém joga um bote salva-vidas no meio de um naufrágio financeiro milionário sem querer o pescoço de alguém como garantia.
— Em troca de quê? — perguntei.
Carlos não respondeu. Ele apenas virou a pasta na minha direção e deslizou um contrato espesso pela mesa, sem me olhar nos olhos enquanto fazia isso. Puxei o documento. Meu lado jornalista ativou na hora. Eu fui treinada pra caçar mentiras em balanço financeiro, e aquele papel cheirava a golpe. Meus olhos varreram a primeira página. Termo de Assunção de Dívida e Obrigações Acessórias. Até aí, juridiquês padrão.
Mas na segunda página, o juridiquês mudou de cara. O vocabulário mudou de ativos financeiros para controle pessoal.
Cláusula 4: Transferência imediata de domicílio para a residência principal do Credor.
Cláusula 5: Manutenção rigorosa de aparências públicas em eventos designados, sob coordenação da assessoria do Credor.
Cláusula 7: Confidencialidade absoluta sobre os termos deste acordo, sob pena de execução patrimonial e criminal.
Meu polegar parou na borda da folha, a unha lascada raspando no papel. Isso não era um empréstimo. Isso era um acordo de confidencialidade misturado com um contrato de prestação de serviços absurdamente invasivo. Só que o serviço não estava especificado. Fui direto para a última página. Para a linha pontilhada da assinatura do credor.
Fiquei olhando para o nome impresso ali até as letras perderem o sentido.
Vincent Blackwood.
Duas palavras que eu já tinha visto na capa da Forbes, em tapumes de obras faraônicas, na lateral de um prédio comercial inteiro de vidro na Faria Lima. Vincent não era só um empresário rico. Era o tipo de homem que comprava um quarteirão inteiro pra derrubar, e o prefeito ligava pessoalmente pra agradecer. Capaz de redesenhar a silhueta da cidade e esmagar a concorrência sem nunca precisar levantar a voz ou sorrir para uma câmera.
E eu sabia disso não só pelas notícias. A memória veio como um soco: meses atrás, cheguei em casa e encontrei meu pai no escritório, a porta trancada, o rosto da cor de cinza velha. Ele segurava o telefone com as mãos tremendo, sussurrando o nome Blackwood com um terror engasgado, como se fosse uma arma destravada apontada para a própria cabeça. Roberto Whitmore tinha pavor desse homem.
O suor frio na testa de Carlos de repente fez todo o sentido do mundo.
E Vincent Blackwood não estava apenas comprando as dívidas do meu pai. A Cláusula 1, logo abaixo da linha de assinatura, era muito clara, brutal e sem margem para renegociação.
Ele estava me comprando.
Últimos Capítulos
#120 Capítulo 120 Bônus final: VICENTE SABE
Última Atualização: 8/22/2026#119 Capítulo 119 Bônus : Diane sabe
Última Atualização: 8/24/2026#118 Capítulo 118 Bonus: Vicente e Renata
Última Atualização: 8/22/2026#117 Capítulo 117 Bônus: Lena e Renata
Última Atualização: 8/22/2026#116 Capítulo 116 Bônus: investigação paralela
Última Atualização: 8/22/2026#115 Capítulo 115 Bônus: o sobrenome
Última Atualização: 8/22/2026#114 Capítulo 114 Bônus: As flores de lavanda
Última Atualização: 8/22/2026#113 Capítulo 113 Bônus: no escuro
Última Atualização: 8/22/2026#112 Capítulo 112 Bônus : A carta do pai
Última Atualização: 8/22/2026#111 Capítulo 111 Bônus : o que a câmera queria ver
Última Atualização: 8/22/2026
Você Pode Gostar 😍
Aliança com o Mafioso
Sozinha e consumida pelo luto, ela precisa encontrar forças para continuar, principalmente porque ainda existe alguém que depende dela: sua irmã mais nova. Sabendo que o perigo não terminou e que sua família continua sendo um alvo, ela abandona seus medos e decide lutar contra aqueles que destruíram sua vida. O desejo de justiça se transforma em uma obsessão, e cada passo que dá a aproxima de um caminho sem volta.
Determinada a se vingar, ela descobre que a única maneira de chegar perto do homem responsável pela tragédia é através de seu próprio filho, Alexei Corleone. Herdeiro de um império construído sobre poder e violência, Alexei carrega o peso do sobrenome e também os próprios conflitos com o legado de sua família.
Entre eles existe uma história marcada pelo ódio, pela desconfiança e por uma guerra antiga entre dois clãs inimigos. No entanto, quando circunstâncias inesperadas os colocam lado a lado, uma aliança improvável começa a surgir. O plano inicial é simples: unir forças para destruir o verdadeiro inimigo e garantir a proteção de sua irmã.
Mas para isso, ela terá que fazer o impensável: se casar com o filho do homem que arruinou sua vida. Um casamento baseado em vingança, onde cada olhar esconde uma ameaça e cada sentimento pode se transformar em uma fraqueza.
POSTO 7 RJ Visita favorável
Á caminhos que nós levam a escuridão que não há nenhum fresta de luz, mas é de lá que conseguimos força para iluminar o nosso próprio caminho.
Mais uma obra feita com muito carinho, espero que gostem.
Um beijo.
Nat.
O CEO Acima da Minha Mesa
“Eu sei que precisa.”
“E se ela não quiser esse tipo de proteção?”
“Ela vai querer”, eu digo, baixando um pouco a voz. “Porque ela precisa de um homem que seja capaz de dar o mundo a ela.”
“E se o mundo pegar fogo?”
Minha mão se fecha de leve na cintura de Violet.
“Então eu construo um novo pra ela”, eu respondo. “Mesmo que eu tenha que queimar o velho com as minhas próprias mãos.”
Eu não trabalho para Rowan Ashcroft.
Eu trabalho abaixo dele.
Da minha mesa, eu decido quem consegue acesso ao CEO mais implacável da cidade e quem nunca passa da recepção. Eu administro o tempo dele, o silêncio dele, os inimigos dele. Eu mantenho o mundo dele funcionando enquanto o meu desaba em silêncio sob contas atrasadas, uma mãe internada numa clínica de reabilitação e um irmão que sumiu sem nem se despedir.
Rowan Ashcroft é poder embrulhado num terno sob medida.
Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.
E por muito tempo, eu fui apenas útil.
Até que ele começou a me observar.
No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.
Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.
Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.
Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.
Desta Vez Ele Me Persegue Com Tudo
Do lado de fora do salão, ela foi até ele enquanto ele fumava perto da porta, querendo pelo menos se explicar.
— Você ainda está com raiva de mim?
Ele jogou o cigarro longe e olhou para ela com um desprezo evidente.
— Com raiva? Você acha que eu estou com raiva? Deixe-me adivinhar: a Maya finalmente descobre quem eu sou e agora quer "se reconectar". Mais uma chance, agora que ela sabe que meu sobrenome vem acompanhado de dinheiro.
Quando ela tentou negar, ele a interrompeu.
— Você foi um mero detalhe. Uma nota de rodapé. Se não tivesse aparecido esta noite, eu nem teria me lembrado de você.
Lágrimas arderam nos olhos dela. Ela quase lhe contou sobre a filha deles, mas se conteve. Ele apenas pensaria que ela estava usando a criança para prendê-lo e ficar com seu dinheiro.
Maya engoliu tudo a seco e foi embora, certa de que seus caminhos nunca mais se cruzariam — apenas para que ele continuasse aparecendo em sua vida, até ser ele aquele a se rebaixar, implorando humildemente para que ela o aceitasse de volta.
Secretária, você quer transar comigo?
Talvez por isso nenhuma durasse mais de duas semanas; ele se cansava delas muito rápido. Mesmo assim, Valeria disse não, o que fez com que ele passasse a persegui-la, bolando diferentes estratégias para conseguir o que queria, sem deixar de lado a diversão com as outras mulheres.
Sem perceber, Valeria acabou virando seu braço direito, e ele passou a precisar dela até para respirar. Mas ele só reconheceu que a amava quando ela chegou ao próprio limite e foi embora.
Uma Noite Com Meu Chefe
Dominada pelo Consigliere
Ela levantou virando as costas, soltando o ar com força comprimindo os lábios, apertando o objeto que estava prestes a engatilhado.
Maria Eduarda havia o rejeitado há quatro anos, só que agora, Maicon havia sido aquele escolhido para casar com ela, que tentava dia após dia, fazê-lo se arrepender, sem sucesso.
“Deixá-la agora seria desperdício, não me desfaço de nada que possuo, fique ciente!“ — ele a puxou de repente, fazendo com que a arma ficasse pendurada na ponta de seus dedos.
“Pra me possuir vai precisar de muito mais do que ter o meu corpo..." — sussurrou enquanto se sentia ser desarmada com facilidade por ele.
“Isso é o que vamos ver... até o diavolo tem medo de mim, italiana!"
Sexy Atrás da Máscara
Quando ela encontra uma calcinha de renda rosa‑choque enfiada entre as almofadas do sofá… definitivamente não é dela, não é exatamente um coração partido que ela sente. É liberdade.
Grayson Taylor não se envolve mais em relacionamentos. Não depois de flagrar sua noiva atriz na cama com outra mulher. Agora ele canaliza tudo para aquisições hostis e reuniões de diretoria, especialmente aquelas em que sua diretora financeira exageradamente cautelosa enfrenta cada maldita compra que ele quer fazer. Joy Smith é brilhante, irritante e engraçada quando ele aperta todos os botões dela.
Mas Honey está cansada de ser invisível. Cansada de nunca ter sentido prazer de verdade. Então, quando a melhor amiga lhe passa os detalhes do The Velvet Room — o clube mascarado mais exclusivo de Manhattan — ela se promete apenas uma noite. Uma noite para descobrir se o marido tem razão, se ela é mesmo frígida, ou se só nunca foi tocada pelas mãos certas.
Ela não espera que o estranho mascarado a reclame no segundo em que ela entra. Não espera a química que explode entre os dois, o jeito como ele faz o corpo dela cantar, nem os orgasmos que a deixam tremendo. Não espera que ele lhe entregue um endereço de e‑mail com uma única ordem:
— Só eu. Ninguém mais encosta em você.
O Sangue que Nos Condena
Aléxia Santos cresceu assistindo ao sofrimento de sua mãe e de sua avó, e jurou que seria a primeira a quebrar esse ciclo. Determinada, racional e focada em sua carreira como designer de interiores, ela acredita piamente estar no controle absoluto de sua vida e de suas emoções. Tudo muda quando Marcos Fontes cruza seu caminho como o novo e poderoso cliente de sua agência. Magnético, imprevisível e emocionalmente indisponível, ele desperta em Aléxia uma paixão avassaladora e viciante que desafia toda a sua lógica.
Enquanto se afunda no labirinto dessa relação tóxica e destrutiva, Aléxia se apoia em Lucas, seu arquiteto parceiro e amigo de longa data, sem perceber que a resposta para a sua verdadeira felicidade sempre esteve ao seu lado. Quando cartas antigas de sua bisavó revelam a verdadeira natureza dessa "maldição", Aléxia precisa enfrentar seus próprios traumas e reescrever sua história antes que o sangue que corre em suas veias a condene para sempre.
Engane-me Uma Vez...Vergonha Para Mim
Mas a linha se torna tênue quando ela chama a atenção de Gabriel, um vampiro com nome de anjo. De repente, a vida monótona de uma bruxa se enche de dramas de vampiros e atos sombrios. Forçada a fazer um juramento de sangue, ela não percebe o quão envolvida está até ser tarde demais. Tão profundamente envolvida que nem mesmo o tempo será capaz de separá-los.
Será que Hazel consegue lidar com ser dividida entre quem ela pensava que era, quem ela quer ser e quem ela está se tornando?
A Casa dos Segredos
Após um acidente que a deixou sem memória, Julia acorda em um hospital com o marido Otto ao seu lado, mas algo parece fora de lugar. Julia não se lembra de nada sobre sua vida, nem mesmo de Otto, o homem que diz ser seu marido. Em uma tentativa de reconstruir sua vida, ela começa a lidar com as lembranças fragmentadas que começam a emergir lentamente, e cada nova memória traz consigo uma mistura de sentimentos conflitantes.
Otto, tentando manter a fachada de um marido dedicado, se dedica a cuidar dela, mas Julia sente que há algo estranho em sua presença. Ela começa a questionar a veracidade de sua relação, à medida que fragmentos de seu passado surgem com força. Memórias de uma vida antes do acidente começam a emergir, mas nenhuma delas parece completamente clara. Ela luta para entender o que aconteceu, o que é real e quem ela realmente é.
Enquanto tenta recuperar as peças de sua identidade, Julia se vê cada vez mais dividida entre o que Otto lhe diz e as sensações que suas memórias despertam. À medida que as recordações do passado voltam à tona, um relacionamento que parecia sólido se torna incerto e cheio de dúvidas. Será que a verdade sobre o que aconteceu com ela é algo que está sendo escondido?
Em meio à confusão emocional, Julia precisa aprender a confiar em si mesma e a navegar entre a dor da perda de memória e os sentimentos que começam a surgir com as lembranças que retornam. Mas a verdade está mais próxima do que ela imagina, e a recuperação de sua memória pode significar não apenas recuperar o que perdeu, mas também descobrir segredos que mudam tudo.
Contrato de Amor e Fraldas
Chloe representa o atleta como sua advogada por dois anos e mesmo que Ryan a cante em toda oportunidade que tem, a mulher tem uma regra de não misturar prazer com trabalho então está sempre o dispensando, mas em uma festa em que os dois passam na bebida, eles acabam se envolvendo em uma noite de diversão sem compromisso.
E quando a noite dar a Chloe mais do que um dor de cabeça e ela descobre que está grávida, a vida deles vira um caos hilário e inesperado.
Para manter suas reputações intactas, Ryan propõe um contrato de fachada: eles devem agir como um casal até o bebê nascer.
Entre situações embaraçosas, encontros forçados e uma série de mal-entendidos engraçados, Chloe e Ryan lutam para manter as aparências, mas acabam se descobrindo de maneiras que nunca imaginaram.
No final, será que o contrato de amor e fraldas pode transformar uma relação de fachada em um verdadeiro conto de fadas?












