A virgem e o libertino
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O libertino conde Jhon Howard está de volta a Londres, e seu objetivo é encontrar uma esposa. Ela não precisa ser uma beldade, apenas alguém disposta a viver uma farsa, sem esperar amor ou qualquer demonstração de afeto da parte dele.
O casamento duraria apenas um ano, tempo suficiente para que sua mãe acreditasse que ele havia tentado realizar seu maior sonho: ganhar um neto e garantir um herdeiro para o título da família. Depois disso, Jhon estaria livre para retomar suas viagens, conhecer novas mulheres e experimentar novos prazeres, sem compromissos ou amarras.
Sua missão parece simples: encontrar, entre as jovens da sociedade londrina, alguém disposta a aceitar esse acordo. Afinal, que dificuldade poderia existir em propor um casamento sem amor a uma mulher que desejasse segurança e posição social?
Amélia Peterson, por sua vez, já ultrapassou há muito tempo a idade considerada ideal para se casar. Depois de afastar todos os pretendentes, nunca se importou com a possibilidade de se tornar uma solteirona. Para ela, uma mulher não precisa de um marido para ser feliz, muito menos para encontrar seu valor.
Determinada a preservar sua liberdade, Amélia jamais se submeteria às humilhações que uma mulher poderia sofrer entre as quatro paredes do próprio casamento. Os relatos de sua amiga, que enfrentava há três anos a crueldade do homem que jurava amá-la, apenas fortaleceram sua decisão.
Entretanto, quando seus caminhos se cruzam, Amélia se vê diante de uma possibilidade tão improvável quanto perigosa: um acordo com o arrogante conde.
Ele quer uma esposa sem amor. Ela deseja escapar de um destino que teme.
Mas será que duas pessoas podem compartilhar um casamento de conveniência sem colocar o coração em risco.
O casamento duraria apenas um ano, tempo suficiente para que sua mãe acreditasse que ele havia tentado realizar seu maior sonho: ganhar um neto e garantir um herdeiro para o título da família. Depois disso, Jhon estaria livre para retomar suas viagens, conhecer novas mulheres e experimentar novos prazeres, sem compromissos ou amarras.
Sua missão parece simples: encontrar, entre as jovens da sociedade londrina, alguém disposta a aceitar esse acordo. Afinal, que dificuldade poderia existir em propor um casamento sem amor a uma mulher que desejasse segurança e posição social?
Amélia Peterson, por sua vez, já ultrapassou há muito tempo a idade considerada ideal para se casar. Depois de afastar todos os pretendentes, nunca se importou com a possibilidade de se tornar uma solteirona. Para ela, uma mulher não precisa de um marido para ser feliz, muito menos para encontrar seu valor.
Determinada a preservar sua liberdade, Amélia jamais se submeteria às humilhações que uma mulher poderia sofrer entre as quatro paredes do próprio casamento. Os relatos de sua amiga, que enfrentava há três anos a crueldade do homem que jurava amá-la, apenas fortaleceram sua decisão.
Entretanto, quando seus caminhos se cruzam, Amélia se vê diante de uma possibilidade tão improvável quanto perigosa: um acordo com o arrogante conde.
Ele quer uma esposa sem amor. Ela deseja escapar de um destino que teme.
Mas será que duas pessoas podem compartilhar um casamento de conveniência sem colocar o coração em risco.


















































