
Destinada: Minha Vida Nas Mãos do Alfa
hazelhwinchester · Atualizando · 142.8k Palavras
Introdução
Filha de um Alfa, mas incapaz de despertar sua loba, ela cresceu ouvindo que era fraca, defeituosa e indigna do sangue que carregava. Até que uma guerra destrói tudo o que conhece.
Ayres, o temido Alfa da Alcateia Phoenix, invade Thunder e coloca seu pai de joelhos. Para impedir que o restante da alcateia seja massacrado, uma negociação desesperada começa.
Terras. Ouro. Submissão.
Ayres não quer nada disso.
Ele quer Hope.
Entregue pelo próprio pai ao homem que deveria odiar, Hope acredita que sua vida agora pertence ao Alfa inimigo. O que ela não sabe é que, no instante em que Ayres colocou os olhos nela, seu lobo fez algo que jamais havia feito antes.
Ele a escolheu.
Agora Hope vive sob o mesmo teto que o homem responsável pela queda de sua alcateia. Um Alfa perigoso, dominante e irresistível, que desperta nela sentimentos que jamais deveria sentir.
Mas Ayres não a levou para Phoenix apenas por desejo.
Existe algo adormecido dentro de Hope.
Algo que todos acreditavam que ela não possuía.
E quando antigos inimigos começarem a se levantar, Ayres descobrirá que a jovem ômega entregue a ele como preço de uma guerra pode ser a única mulher capaz de ajudá-lo a vencer uma batalha muito maior.
Ela deveria ser sua prisioneira.
Pode se tornar sua Luna.
E talvez seja a única mulher capaz de colocar o Alfa mais temido de joelhos.
Capítulo 1
Hope abriu os olhos antes mesmo que a claridade alcançasse sua janela. O som vindo do campo de treinamento foi suficiente para arrancá-la do sono.
Rosnados, passos pesados sobre a terra e o estalo dos ossos mudando de forma faziam parte de quase todas as manhãs em Thunder.
Ela permaneceu deitada por alguns segundos, olhando para o teto do quarto pequeno. Já conhecia aquela rotina. Também conhecia a dor que vinha junto com ela.
Aos vinte e dois anos, Hope ainda sentia o mesmo aperto no peito sempre que ouvia alguém mais novo completar uma transformação.
Levantou-se e caminhou até a janela. Do outro lado do vidro, jovens de dezesseis e dezessete anos corriam pelo campo em forma de lobo.
Alguns ainda tropeçavam, outros se empolgavam demais e eram repreendidos pelos treinadores. Risadas se misturavam aos uivos naquela manhã fria.
Hope apoiou a testa no vidro.
Ela deveria ter vivido aquilo aos dezesseis anos.
Deveria ter sentido sua loba despertar, ouvido sua voz pela primeira vez e descoberto qual seria sua aparência. Deveria ter corrido pela floresta com os outros jovens, participado das celebrações e recebido o orgulho do pai. Em vez disso, seis anos haviam passado.
E dentro dela só existia silêncio.
— Bom dia para você também — falou baixinho para si mesma, afastando-se da janela.
Hope prendeu os cabelos claros em um coque simples e vestiu uma calça escura com uma blusa confortável. Seu quarto ficava na parte mais afastada da residência do Alfa, longe dos aposentos principais. Quando era criança, perguntava por que não dormia perto do pai.
Depois parou de perguntar.
Ela era filha de Evon Thunder, Alfa da alcateia. Mas dentro daquela casa, isso parecia importar apenas quando alguém precisava lembrá-la de que era uma decepção para o sobrenome.
Sua mãe, Lyanna, morreu quando Hope ainda era muito pequena. Pelo menos essa era a história que sempre lhe contaram. Hope praticamente não se lembrava dela. Existiam poucos retratos e, sempre que tentava fazer perguntas, Evon encerrava o assunto.
Mirella entrou na vida do Evon alguns anos depois.
Com ela veio Elara.
A meia-irmã mais nova de Hope possuía tudo aquilo que Thunder esperava encontrar em uma filha de Alfa. Elara era bonita, forte, treinada desde criança e despertou sua loba cedo. Aos dezessete anos, já lutava melhor do que muitos jovens guerreiros.
Hope desceu para o café quando o sol começava a aparecer atrás das montanhas. O salão estava quase vazio. Mirella ocupava a cabeceira menor da mesa, perfeitamente arrumada, como se até o café da manhã precisasse obedecer às regras dela.
— Finalmente — comentou Mirella, sem sequer olhar diretamente para Hope. — Achei que ficaria escondida no quarto até o meio-dia.
Hope puxou uma cadeira.
— São cinco e meia da manhã.
— Os membros úteis desta alcateia já estão acordados há bastante tempo.
Hope pegou um pedaço de pão.
— Então fico feliz que tenha conseguido acordar também.
Mirella ergueu os olhos lentamente.
Hope mordeu o pão sem demonstrar culpa.
Depois de tantos anos, aprendeu que ficar calada não fazia Mirella tratá-la melhor. Então, pelo menos, preferia não facilitar.
— Haverá um jantar importante esta noite — informou Mirella. — Alguns membros do Conselho virão conversar com seu pai.
— Certo.
— Você ficará no seu quarto.
Hope parou de mastigar.
— Desculpe?
— Não quero você circulando pelo salão enquanto eles estiverem aqui.
Hope largou o pão devagar.
— E existe algum motivo especial?
Mirella tomou um gole de chá.
— Não precisamos de perguntas desagradáveis durante uma reunião política.
— Perguntas sobre o quê?
A madrasta finalmente olhou diretamente para ela.
— Sobre você.
Hope sentiu o velho peso no peito.
Mesmo assim, não desviou.
— Você poderia simplesmente dizer que sente vergonha de mim. Economizaria muitas palavras.
Mirella sorriu de maneira fria.
— Vergonha sentimos quando alguém comete um erro. Você é pior, Hope. Você nasceu sendo um.
A frase atingiu com força.
Por um instante, Hope sentiu a garganta apertar. Não porque fosse a primeira vez que ouvia algo cruel. Muito pelo contrário. Talvez doesse justamente porque, mesmo depois de tantos anos, alguma parte dela ainda esperava que um dia aquilo parasse.
Ela respirou fundo.
Não choraria.
Não na frente de Mirella.
— Engraçado — respondeu, apoiando os braços sobre a mesa. — Mesmo sendo um erro, ainda preciso me esforçar muito menos do que você para carregar o sobrenome Thunder.
A expressão de Mirella desapareceu.
— Cuidado.
— Com o quê? Com a verdade?
A porta se abriu antes que Mirella respondesse.
Elara entrou vestindo roupas de treinamento, os cabelos presos em uma trança alta e uma pequena marca de terra no rosto. Estava sorrindo até perceber o clima dentro do salão.
— O que aconteceu?
Mirella respondeu primeiro.
— Sua irmã esqueceu o lugar dela novamente.
Elara olhou para Hope.
— Isso acontece bastante.
Hope revirou os olhos.
— Bom dia para você também.
Elara puxou uma cadeira.
— Mamãe está falando do jantar?
— Está falando sobre me esconder para ninguém descobrir que a grande família Thunder produziu uma filha sem loba.
Elara deu de ombros.
— Talvez seja melhor assim.
Hope ficou séria.
— Claro que você acharia.
— Não comece.
— Eu nem comecei.
Elara inclinou o corpo para frente.
— Você sempre faz isso. Age como se todos fossem cruéis com você sem motivo.
Hope soltou uma risada curta.
— Desculpe. Qual é o motivo aceitável para alguém ouvir desde adolescente que não deveria existir?
Elara apertou os lábios.
— Você carrega o sobrenome Thunder porque papai permite.
Hope virou lentamente para a irmã. O comentário poderia ter passado. Mas Hope estava cansada.
Cansada de Mirella. Cansada de Elara. Cansada de entrar naquele salão e precisar se lembrar de que todos consideravam sua existência um problema.
— E você precisa lembrar disso todos os dias porque, mesmo tendo uma loba, ainda tem medo de ser menos importante do que uma mulher que não possui uma.
Elara levantou da cadeira tão rápido que ela raspou no chão.
— Repete.
Hope também se levantou.
— Você ouviu.
— Pelo menos eu sou uma loba de verdade.
Hope sentiu o golpe.
— E mesmo assim parece precisar da aprovação de todo mundo para acreditar nisso.
Elara deu um passo na direção dela.
— Você não sabe nada sobre mim.
— Sei que toda vez que alguém olha para mim por mais de cinco segundos você precisa encontrar um jeito de lembrar que é melhor.
— Porque eu sou.
— Então por que precisa repetir tanto?
— Chega!
A voz masculina ecoou pelo salão. As duas pararam. Evon Thunder estava na entrada.
Mesmo envelhecido, o Alfa ainda possuía uma presença forte. Os cabelos estavam cada vez mais grisalhos, o rosto carregava marcas do tempo e os ombros não eram tão firmes quanto anos antes. Ainda assim, ninguém confundia Evon com um homem fraco.
Hope esperou. Talvez, pela primeira vez, ele perguntasse o que havia acontecido. Não perguntou. Olhou para as duas filhas e depois fixou os olhos nela.
— Hope, retire-se.
Ela sentiu o coração afundar.
— Claro.
Elara sentou novamente, satisfeita. Hope percebeu. Isso doeu mais.
— Pai, ela também estava discutindo.
— Eu mandei que se retirasse.
— Você nem perguntou o que aconteceu.
Evon respirou fundo.
— Não quero problemas logo pela manhã.
Hope soltou uma risada triste.
— E eu sou sempre o problema, certo?
— Hope.
— Não. Tudo bem.
Ela pegou a cadeira e a empurrou para debaixo da mesa. Antes de sair, porém, parou diante do pai. Olhou diretamente para ele.
— Posso fazer uma pergunta?
Evon permaneceu sério.
— Faça.
Hope engoliu o nó na garganta.
— Alguma vez você vai me defender?
O salão ficou completamente quieto. Mirella não falou. Elara também não. Evon apenas ficou parado.
Hope procurou qualquer reação no rosto dele. Um pedido de desculpas. Uma palavra. Qualquer sinal de que, no fundo, ele percebia o que acontecia naquela casa.
Nada veio. O silêncio respondeu por ele. Hope forçou um sorriso triste.
— Foi o que pensei.
Ela passou pelo pai e saiu.
Hope ficou longe de casa durante quase todo o dia.
A floresta sempre foi o único lugar onde conseguia respirar sem sentir olhos julgando cada passo. Ali ninguém perguntava por que sua loba não havia despertado. As árvores não tinham pena dela. O rio não a chamava de defeituosa.
Ela caminhou por uma trilha conhecida até chegar a um pequeno espaço entre as árvores. Sentou sobre uma pedra. O sol já começava a descer..Hope respirou fundo e fechou os olhos.
— Talvez Mirella esteja certa. — As palavras escaparam antes que pudesse impedir. Ela odiava admitir aquilo. — Talvez exista realmente alguma coisa errada comigo.
Uma lágrima caiu. Hope limpou rapidamente.
— Ótimo. Agora estou conversando com árvores. Meu dia está ficando melhor.
Levantou-se. Então sentiu. Uma pontada atravessou seu peito. Hope levou a mão ao coração.
— Ah!
A dor veio novamente, mais forte. Ela se curvou.
Por alguns segundos, seu corpo inteiro pareceu esquentar. Um arrepio correu por sua coluna e sua respiração ficou pesada.
Hope tentou entender o que estava acontecendo.
— O que...
Seus olhos assumiram um brilho prateado intenso. Ela não podia ver. Mas a floresta pareceu reagir. Os pássaros ficaram em silêncio. O vento parou.
E então uma voz surgiu. Distante. Fraca. Quase como um sussurro levado pelas árvores.
— “Hope...”
Ela congelou. Ergueu a cabeça.
— Quem está aí? — Nenhuma resposta. Hope olhou ao redor. — Tem alguém aí?
Seu coração disparou. A voz veio novamente, ainda mais baixa.
— “Hope...”
Ela deu um passo para trás.
— Apareça!
Nada. Hope girou procurando qualquer movimento entre as árvores. Não havia ninguém. Mas, pela primeira vez em seis anos, o silêncio dentro dela parecia não estar completamente vazio.
Últimos Capítulos
#90 Capítulo 90 Capítulo 90 - Eu Não Preciso Ser Salva, Mas Preciso de Ajuda
Última Atualização: 10/28/2026#89 Capítulo 89 Capítulo 89 - Não Conte a Ayres
Última Atualização: 10/28/2026#88 Capítulo 88 Capítulo 88 - Quem Sou Eu Quando Ninguém Está Olhando?
Última Atualização: 10/28/2026#87 Capítulo 87 Capítulo 87 - Se Ela Quiser Voltar, Ela Sabe o Caminho
Última Atualização: 10/28/2026#86 Capítulo 86 Capítulo 86 - Não Olhe Para Trás
Última Atualização: 10/26/2026#85 Capítulo 85 Capítulo 85 - Então Eu Preciso Ir
Última Atualização: 10/26/2026#84 Capítulo 84 Capítulo 84 - Eu Liberto Hope Thunder
Última Atualização: 10/23/2026#83 Capítulo 83 Capítulo 83 - Você Ainda Pode Me Mandar Embora?
Última Atualização: 10/23/2026#82 Capítulo 82 Capítulo 82 - Não Me Proteja Das Minhas Próprias Escolhas
Última Atualização: 10/22/2026#81 Capítulo 81 Capítulo 81 - E Se Eu Só Troquei de Dono?
Última Atualização: 10/22/2026
Você Pode Gostar 😍
De Melhor Amigo a Noivo
Savannah Hart achava que tinha superado Dean Archer—até sua irmã, Chloe, anunciar que vai se casar com ele. O mesmo homem que Savannah nunca deixou de amar. O homem que a deixou de coração partido… e agora pertence à sua irmã.
Uma semana de casamento em New Hope. Uma mansão cheia de convidados. E uma madrinha de casamento muito amarga.
Para sobreviver a isso, Savannah leva um acompanhante—seu encantador e bem-apessoado melhor amigo, Roman Blackwood. O único homem que sempre esteve ao seu lado. Ele deve um favor a ela, e fingir ser seu noivo? Fácil.
Até que os beijos de mentira começam a parecer reais.
Agora Savannah está dividida entre manter a farsa… ou arriscar tudo pelo único homem por quem ela nunca deveria ter se apaixonado.
Coroados pelo Destino
"Ela seria apenas uma Reprodutora, você seria a Luna. Uma vez que ela estivesse grávida, eu não a tocaria novamente." O maxilar do meu parceiro Leon se contraiu.
Eu ri, um som amargo e quebrado.
"Você é inacreditável. Prefiro aceitar sua rejeição do que viver assim."
——
Como uma garota sem um lobo, deixei meu parceiro e minha matilha para trás.
Entre os humanos, sobrevivi me tornando uma mestre do temporário: pulando de emprego em emprego... até me tornar a melhor bartender de uma pequena cidade.
Foi lá que o Alfa Adrian me encontrou.
Ninguém podia resistir ao encantador Adrian, e eu me juntei à sua matilha misteriosa escondida no fundo do deserto.
O Torneio do Rei Alfa, realizado a cada quatro anos, havia começado. Mais de cinquenta matilhas de toda a América do Norte estavam competindo.
O mundo dos lobisomens estava à beira de uma revolução. Foi quando vi Leon novamente...
Dividida entre dois Alfas, eu não fazia ideia de que o que nos aguardava não era apenas uma competição, mas uma série de provas brutais e implacáveis.
Contrato de sangue - Série Família Sokolov 1
Rainha de copas
Mas não seria tão óbvio se não fosse você.
Mais uma feita por mim, com bastante carinho, espero que gostem.
A Noite Antes de Eu Conhecê-lo
Dois dias depois, entrei no meu estágio e o encontrei sentado atrás da mesa do CEO.
Agora eu busco café para o homem que me fez gemer, e ele age como se eu fosse a pessoa que ultrapassou os limites.
Tudo começou com um desafio. Terminou com o único homem que ela nunca deveria desejar.
June Alexander não planejava dormir com um estranho. Mas na noite em que comemora conseguir o estágio dos seus sonhos, um desafio ousado a leva para os braços de um homem misterioso. Ele é intenso, quieto e inesquecível.
Ela achou que nunca mais o veria.
Até que entra no seu primeiro dia de trabalho—
E descobre que ele é seu novo chefe.
O CEO.
Agora June tem que trabalhar sob o comando do homem com quem compartilhou uma noite imprudente. Hermes Grande é poderoso, frio e completamente proibido. Mas a tensão entre eles não desaparece.
Quanto mais próximos ficam, mais difícil se torna manter seu coração e seus segredos a salvo.
MARCADA POR DOIS NO MORRO
O que ela não imaginava é que acordaria no dia seguinte numa cama desconhecida, com o corpo cheio de marcas da noite anterior, ao lado de Escorpião e de Pesadelo: o homem mais temido de todo o território, dono de um poder absoluto que ninguém ousa questionar.
Melissa descobre então que os dois não são apenas parceiros de mando — dividem muito mais do que o comando do morro: dividem desejos, segredos e agora, ela. Envolvida sem querer num jogo que não conhece, entre a fuga desesperada e a atração que não consegue controlar, ela vai perceber que cruzou uma linha da qual não há volta.
Presa entre o medo, a paixão e um mundo regido por regras duras e possessivas, Melissa terá que escolher: correr para tentar recuperar a vida que conhecia... ou aceitar o lugar que eles já reservaram para ela, bem no centro da sua vida e da sua sombra.
Bastardo Perfeito
"Vai se foder, seu filho da puta!" retruquei, tentando me soltar.
"Diga!" ele rosnou, usando uma mão para segurar meu queixo.
"Você acha que eu sou uma vadia?"
"Então isso é um não?"
"Vá para o inferno!"
"Bom. Era só isso que eu precisava ouvir," ele disse, levantando minha blusa preta com uma mão, expondo meus seios e enviando uma onda de adrenalina pelo meu corpo.
"O que diabos você está fazendo?" ofeguei enquanto ele olhava para meus seios com um sorriso satisfeito.
Ele passou um dedo sobre uma das marcas que ele havia deixado logo abaixo de um dos meus mamilos.
O desgraçado estava admirando as marcas que ele deixou em mim?
"Envolva suas pernas em mim," ele ordenou.
Ele se inclinou o suficiente para pegar meu seio na boca, sugando forte um mamilo. Mordi meu lábio inferior para abafar um gemido enquanto ele mordia, fazendo-me arquear o peito em direção a ele.
"Vou soltar suas mãos; não ouse tentar me parar."
Desgraçado, arrogante e completamente irresistível, o tipo exato de homem com quem Ellie jurou nunca mais se envolver. Mas quando o irmão de sua amiga retorna à cidade, ela se vê perigosamente perto de sucumbir aos seus desejos mais selvagens.
Ela é irritante, inteligente, gostosa, completamente louca, e está deixando Ethan Morgan louco também.
O que começou como um simples jogo agora o atormenta. Ele não consegue tirá-la da cabeça, mas nunca permitirá que alguém entre em seu coração novamente.
Mesmo enquanto ambos lutam com todas as forças contra essa atração ardente, serão capazes de resistir?
A Obsessão do Traficante
Tudo muda quando ela é vendida e acaba nas mãos de Samuel, o homem mais temido do Morro da Alvorada. Conhecido por sua frieza e autoridade, Samuel carrega cicatrizes profundas deixadas por traições que o transformaram em alguém incapaz de confiar e de amar.
O que deveria ser apenas mais um acordo logo se torna uma perigosa obsessão. Enquanto Elisa luta para recuperar sua liberdade e descobrir a verdade sobre o próprio passado, Samuel vê todas as suas certezas ruírem diante da única mulher que jamais deveria tocar seu coração.
Entre segredos, disputas por poder e inimigos à espreita, eles descobrirão que, às vezes, a obsessão é muito mais perigosa do que o amor.
A Última Cláusula do Bilionário
Três anos de casamento terminaram com uma linha e uma caneta tremendo na mão dela. Não eram os papéis que doíam — era o jeito como ele nem sequer pestanejou quando ela tremeu.
Amelia Hart saiu do cobertura dele naquela noite com nada além de uma mala e o coração em frangalhos. Ela tinha dado tudo a Daniel Sterling — o amor, a própria identidade, a devoção silenciosa — só para ser descartada no instante em que virou um incômodo.
Mas, quando o império que ele construiu começa a ruir, quando o CEO frio que nunca olhou para trás de repente precisa da mulher que jogou fora, ele volta com as mesmas mãos que um dia a deixaram ir, agora estendidas para recuperar o que ele destruiu.
Só que, desta vez, existe uma cláusula que ele não leu…
A Jornalista no Morro
Porém os desafios e as armadilhas do coração lhe farão por a prova o que de fato é mais importante na dua vida.
O profissional ou o pessoal?
Qual será a escolha da Estagiária?
Mais uma obra feita por mim, espero que gostem.
Um beijo Nat.
O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida
Aria Taylor acorda na cama de Blake Morgan, acusada de seduzi-lo. Sua punição? Um contrato de casamento de cinco anos—sua esposa no papel, sua serva na realidade. Enquanto Blake ostenta seu verdadeiro amor Emma nos galas de Manhattan, Aria paga as contas médicas de seu pai com sua dignidade.
Três anos de humilhação. Três anos sendo chamada de filha de assassino—porque o carro de seu pai "acidentalmente" matou um homem poderoso, deixando-o em coma e destruindo sua família.
Agora Aria está grávida do filho de Blake. O bebê que ele jurou que nunca iria querer.
Alguém quer vê-la morta. Trancaram-na em um freezer, sabotaram cada passo seu. É porque seu pai está acordando? Porque alguém está aterrorizado com o que ele pode lembrar?
Sua própria mãe tenta desligar os aparelhos dele. A perfeita Emma de Blake não é quem finge ser. E aquelas memórias que Aria tem de salvar Blake de um incêndio? Todos dizem que são impossíveis.
Mas não são.
À medida que os ataques aumentam, Aria descobre a traição definitiva: A mulher que a criou pode não ser sua verdadeira mãe. O acidente que destruiu sua vida pode ter sido assassinato. E Blake—o homem que a trata como propriedade—pode ser sua única salvação.
Quando seu pai acordar, que segredos ele revelará? Blake descobrirá que sua esposa carrega seu herdeiro antes que alguém a mate? E quando ele souber quem realmente o salvou, quem realmente o drogou, e quem está caçando sua esposa—sua vingança se tornará a redenção dela?
O CEO Acima da Minha Mesa
“Eu sei que precisa.”
“E se ela não quiser esse tipo de proteção?”
“Ela vai querer”, eu digo, baixando um pouco a voz. “Porque ela precisa de um homem que seja capaz de dar o mundo a ela.”
“E se o mundo pegar fogo?”
Minha mão se fecha de leve na cintura de Violet.
“Então eu construo um novo pra ela”, eu respondo. “Mesmo que eu tenha que queimar o velho com as minhas próprias mãos.”
Eu não trabalho para Rowan Ashcroft.
Eu trabalho abaixo dele.
Da minha mesa, eu decido quem consegue acesso ao CEO mais implacável da cidade e quem nunca passa da recepção. Eu administro o tempo dele, o silêncio dele, os inimigos dele. Eu mantenho o mundo dele funcionando enquanto o meu desaba em silêncio sob contas atrasadas, uma mãe internada numa clínica de reabilitação e um irmão que sumiu sem nem se despedir.
Rowan Ashcroft é poder embrulhado num terno sob medida.
Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.
E por muito tempo, eu fui apenas útil.
Até que ele começou a me observar.
No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.
Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.
Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.
Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.












