Fingindo Namoro com A Lenda

Fingindo Namoro com A Lenda

barbiewrites053 · Concluído · 249.8k Palavras

619
Popular
622
Visualizações
0
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Amelia Hartley nunca planejou virar manchete de ninguém — muito menos dele.

Ela prefere fatos, prazos e histórias com provas. Namoro de fachada com o galã do campus? Nem pensar. Principalmente com Nathan Miller, o capitão do time de hóquei da Universidade Fairview, bad boy notório e figurinha carimbada dos tabloides.

Mas quando um trabalho de jornalismo os coloca no mesmo caminho, uma declaração pública impulsiva transforma Amelia na namorada de mentira de Nathan e a arrasta para um mundo de câmeras, ex-namoradas ciumentas e boatos poderosos o bastante para acabar com a chance dele de virar profissional. O acordo é simples: fingir, recuperar a imagem destruída dele e fazer o ex dela se arrepender de tudo.

O problema? Nathan levou longe demais, esqueceu as regras e se apaixonou primeiro.

Ele aparece no dormitório e nas aulas dela, a acompanha e a defende sem hesitar. Olha para ela como se ela fosse a única coisa que importa. E quando uma acusação devastadora ameaça a carreira dele, Amelia começa a investigar — só para descobrir verdades que mudam a forma como ela enxerga Nathan… e o quanto ela já caiu por ele.

Porque um namoro de mentira nunca foi feito para parecer real.
E o amor nunca deveria doer assim.

Capítulo 1

A cafeteria da Universidade Fairview nunca era silenciosa, mas hoje parecia mais barulhenta do que o normal.

Amelia Hartley estava sentada numa mesa de canto, o celular preso entre as duas mãos, o polegar pairando sobre a tela. O café, intocado, ainda estava sobre a mesa.

Do outro lado, Mira, sua melhor amiga, mastigava com preguiça enquanto rolava a tela do próprio celular.

— Amelia — disse Mira, com a boca cheia de batatas fritas —, você atualizou essa página tantas vezes que eu já tô começando a me sentir julgada.

— A lista sai hoje — murmurou Amelia.

— E a sua pressão também.

O celular vibrou e Amelia congelou.

Então ela se levantou tão rápido que a cadeira quase caiu.

— Saiu.

Isso chamou a atenção de Mira, que também se levantou de supetão.

— A lista de jornalismo esportivo?

— Sim.

— Tipo… saiu mesmo?

— Sim.

— Meu Deus. Meu Deus. Levanta. Você precisa ir agora.

Amelia enfiou o celular no bolso, pegou o copo de café sem pensar.

— Espera, Amelia, sua bolsa! — gritou Mira.

— Eu volto!

Ela hesitou e pegou a bolsa. — Tenho aula daqui a dez minutos.

Mira assentiu com um sorriso.

Amelia disparou, o coração acelerado. Já conseguia imaginar o quadro de avisos.

A lista estaria cheia de nomes dos colegas de curso e dos atletas da escola. Era a oportunidade pela qual ela vinha trabalhando desde o primeiro ano. A única coisa de que Connor tinha rido quando…

Amelia ouviu um alvoroço e se virou por instinto.

O som não era de raiva. Era alto, animado, divertido.

Um grupo de estudantes se formara perto da entrada da cafeteria, celulares já erguidos.

— Ei, Nate!

— Capitão!

— Aqui!

O pé dela prendeu na borda da alça de uma mochila esticada pelo chão.

— Ai! — ela tropeçou.

O café chacoalhou com violência quando o braço dela se moveu num solavanco e a tampa se soltou, fazendo o líquido quente espirrar no instante em que ela se chocou com alguém.

Ela arfou com o impacto.

Mãos fortes a seguraram na hora: uma apoiando a parte baixa das costas, a outra prendendo-a pela lateral para impedir que ela caísse de vez.

Mas o café se derramou por toda parte.

Os dedos de Amelia se fecharam no ombro do desconhecido, e então ela ergueu o olhar.

Nathan Miller a encarava de cima. Havia um sorriso no canto da boca; ele parecia se divertir com o que acabara de acontecer.

— Bem… — começou ele, apertando a mão em torno dela — acho que eu te tirei do chão.

A boca dela abriu e fechou.

Garota, você tá nos braços de Nathan Miller, o capitão do hóquei profissional! a mente dela gritou.

— Tudo bem — ele disse, com um sorrisinho — eu tenho esse efeito nas mulheres.

Ao redor deles, alguém soltou uma risadinha pelo nariz. Outra câmera de celular fez clique.

Amelia piscou e então enrijeceu. — Por que… — ela engoliu em seco — você ainda está me segurando?

Nathan franziu a testa. — Eu não sabia que te deixar cair fazia parte do roteiro.

— Que roteiro? — ela lançou um olhar fulminante.

— Aquele em que eu deixo uma garota dar de cara no chão na frente de metade da cafeteria.

— Me solta.

Ele não soltou. Em vez disso, inclinou a cabeça, estudando-a.

— Você sempre olha assim, desse jeito? Ou isso é só pra mim?

— Tira as mãos de mim!

— Relaxa — ele disse. — Eu te segurei.

— Isso não foi um convite pra ficar me rondando.

O sorriso de Nathan se alargou. — Arisca — murmurou ele.

Então, antes que ela pudesse reagir, a mão dele roçou o rosto dela.

— O que você…

Ele tirou os óculos dela com cuidado.

— Me devolve! — ela gritou.

— Eu só quero olhar pra você — ele disse, os olhos descendo até os dela. — De verdade.

O mundo ficou um pouco embaçado sem as lentes, mas o rosto dele continuava nítido.

— Você tá falando sério agora? — ela exigiu. — Devolve.

— Uau — ele disse, baixo. — Você tem uns olhos que arrumam briga.

— Você costuma roubar os óculos das pessoas?

— Só quando elas trombam em mim com todo um drama.

Ela empurrou o peito dele. — Eu não trombei em você de propósito.

— Pareceu bem intencional.

— Isso é porque você tá me mantendo refém!

— Refém? — Ele riu de leve. — Essa é uma palavra forte.

— Devolve.

Os olhos dele passaram do rosto dela para o café se espalhando pela frente da camisa branca de hóquei. A mandíbula dele se contraiu um pouco, mas ele não disse nada.

— Ah — Amelia soltou, sem ar. — Ah, não.

Nathan encarou a mancha, a mandíbula endurecendo um pouco. — Você derramou café em mim.

— Você me agarrou!

— Essa camisa custa mais do que o seu notebook.

— Isso parece um problema seu.

Um assobio baixo veio da multidão.

Nathan a soltou devagar e devolveu os óculos. — Você vai pagar por isso — ele disse.

Ela enfiou os óculos no rosto. — Eu não te obriguei a ficar parado aí que nem uma estátua decorativa.

— Você correu.

— Não, eu andei.

— Você correu e trombou em mim.

— Você é muito grande.

A boca dele repuxou. — Elogios não vão te salvar.

Ela deu um passo para trás. — Eu tenho um lugar pra ir.

— Eu também — ele disse. — E agora eu tô com cheiro de grãos e cafeína.

— Trágico.

Ele se inclinou mais perto, baixando a voz. — Você é arisca.

Ela sustentou o olhar dele. — E você é convencido.

— Eu gosto disso também.

Ela girou nos calcanhares e foi embora, deixando ele e a camisa manchada para trás.

— Ei — ele chamou.

Ela continuou andando.

— Você pelo menos enfiou seu número no meu bolso?

Ela não olhou para trás. O barulho do refeitório engoliu a risada dele quando ela empurrou as portas e saiu, com o pulso disparado.

Quando Amelia chegou ao prédio dos professores, a raiva já tinha virado algo tenso e vibrando sob a pele.

— Ele é inacreditável — resmungou, escancarando a porta. — E imaturo, por isso eu não gosto dele.

Ela percebeu na hora: o jeito como as cabeças viravam, como os cochichos morriam no meio.

— O quê? — ela disparou, para ninguém.

Marchou pelo corredor até pegar o próprio reflexo na vitrine de vidro que acompanhava a parede.

Manchas de café salpicavam a blusa. — Ai, meu Deus!

Ela fechou os olhos. — Ótimo.

Uma garota passando sussurrou: — É ela?

Amelia endireitou a postura, ignorando. Foi até o quadro de avisos.

Alunos se amontoavam em volta, rindo, apontando e comparando nomes.

— Eu fiquei com o nadador!

— Me deram o armador!

— Nem ferrando, você deu sorte de pegar o Travis.

Alguém esbarrou nela. — Foi mal.

— Amelia, você pegou o melhor atleta — alguém sussurrou atrás dela.

O estômago dela despencou. — O quê? — perguntou, quase sem voz.

Ela se enfiou para a frente, o coração martelando, os dedos se fechando em punhos quando chegou à primeira fila. O nome dela a encarava em letras pretas e grossas.

Ela levantou os óculos, limpou os olhos e leu a lista de novo. Limpou os óculos e leu a lista; continuava a mesma coisa.

— Não — ela sussurrou.

A garota ao lado fungou, rindo. — Amiga, não é seus olhos, não.

Amelia engoliu em seco. — Eu acho que houve um engano.

— Não tem engano — alguém disse, animado. — Você deu sorte.

O peito dela apertou. Ela leu de novo, devagar.

— Ah — murmurou. A voz saiu fina. — Ah, não... o diabo, não.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

A Cunhada Não Almate do Rei Alfa

A Cunhada Não Almate do Rei Alfa

20.7k Visualizações · Concluído · summer
"Eu te quero," ele rosnou. "Eu preciso de você. Beth, olhe para mim."

Ela não pôde evitar beijá-lo de volta, mesmo sabendo que não deveria.

Beth, a viúva do irmão de Daniel, no meio de uma guerra iminente quando a alcateia mais precisava de liderança, ela! recebendo cada investida de Daniel enquanto ele se esfregava nela com as roupas no caminho.

Mal havia passado uma hora desde que ela recebeu a confissão de Daniel e disse para ele ser paciente, e ela poderia ter dado a ele algo para se agarrar quando não o rejeitou, mas isso estava indo rápido demais.

Ela precisava de tempo para se convencer a ser razoável e não fazer algo estúpido como deixar Daniel acariciá-la sobre os lençóis enquanto ela se contorcia debaixo dele e ficava úmida entre as coxas o tempo todo.


Beth estava morrendo, ela rezou à Deusa da Lua por uma segunda chance de viver sua vida. Quando abriu os olhos novamente, percebeu que seu desejo foi concedido. Nesta vida, parecia que as coisas também não começaram bem, pois ela se tornou viúva no dia do casamento. Mas então ela conheceu seu cunhado, Daniel, o Alfa mais implacável que ela lembrava da vida passada... O que aconteceu a seguir foi muito além de suas expectativas...
Vendida Ao Rei da Máfia

Vendida Ao Rei da Máfia

41.9k Visualizações · Concluído · hazelhwinchester
Damian De Santis nunca precisou de amor. Herdou o império do pai aos vinte e cinco anos, junto com o sangue nas mãos e um trono que ninguém ousa disputar. Chamam-no de Rei da Máfia, e ele usou o título como uma sentença, isolando o coração atrás de contratos, dívidas e ameaças. Até a noite em que uma dívida qualquer lhe entregou, sem querer, a única coisa que o dinheiro nunca havia comprado: um motivo para sentir alguma coisa.

Isabella Bellatorre não pediu para ser moeda de troca. Filha de pais desesperados, ela se vê arrastada para dentro do mundo do homem mais temido da cidade, presa por um contrato que ele mesmo redigiu, um contrato que não lhe dá o direito de dizer não. Mas Isabella não é o tipo de mulher que se curva. Cada ordem dele encontra um desafio na resposta dela, cada tentativa de controlá-la esbarra em um orgulho que ele jamais viu em ninguém.

Ele quis comprá-la. Acabou sendo conquistado.

Entre ameaças sussurradas como juras e desejo disfarçado de posse, Damian vai descobrir que existe algo mais perigoso do que uma guerra entre famílias: uma mulher que se recusa a ter medo dele. E Isabella vai aprender que, às vezes, a jaula mais bonita ainda é uma jaula, e o carcereiro pode ser o único capaz de arrancá-la de dentro dela mesma.

Um contrato os uniu. O desejo vai decidir se algum dos dois sai vivo do próprio coração.
O CEO QUE ME SALVOU QUER MEU AMOR

O CEO QUE ME SALVOU QUER MEU AMOR

2.4k Visualizações · Atualizando · Juan Acosta
Anastasia suporta cruelmente a violência que sofre por culpa do homem a quem se entregou enganada por amor.
Ela se sente como a Cinderela presa em um castelo escuro sem saída, até que o CEO mais poderoso e arrogante se fixa nela e, sem pensar duas vezes, se torna sua salvação.

No entanto, o que ela não sabia é que o CEO quer seu amor, seu corpo e sua alma.
As marcas do passado não a deixarão em paz. Seu ex quer tê-la de volta, mas ela se tornou forte o suficiente para enfrentar seu passado — e não está mais sozinha.

O CEO que salvou sua vida está disposto a dar tudo por ela… e a incendiar o mundo inteiro por ela.
MARCADA POR DOIS NO MORRO

MARCADA POR DOIS NO MORRO

11.9k Visualizações · Atualizando · Micaeli Castanho
Melissa é uma jovem trabalhadora, que cuida do seu dia a dia no salão de beleza e tenta se recuperar de um relacionamento que só lhe trouxe humilhações. Numa noite de baile no morro, ela deixa os conselhos da amiga Geovanna entrarem na cabeça: bebe para esquecer os problemas, e se aproxima de Escorpião — um homem carismático, de sorriso fácil e fama perigosa.

O que ela não imaginava é que acordaria no dia seguinte numa cama desconhecida, com o corpo cheio de marcas da noite anterior, ao lado de Escorpião e de Pesadelo: o homem mais temido de todo o território, dono de um poder absoluto que ninguém ousa questionar.

Melissa descobre então que os dois não são apenas parceiros de mando — dividem muito mais do que o comando do morro: dividem desejos, segredos e agora, ela. Envolvida sem querer num jogo que não conhece, entre a fuga desesperada e a atração que não consegue controlar, ela vai perceber que cruzou uma linha da qual não há volta.

Presa entre o medo, a paixão e um mundo regido por regras duras e possessivas, Melissa terá que escolher: correr para tentar recuperar a vida que conhecia... ou aceitar o lugar que eles já reservaram para ela, bem no centro da sua vida e da sua sombra.
A Lua Proibida e Seu Alfa Renegado

A Lua Proibida e Seu Alfa Renegado

7.8k Visualizações · Atualizando · Isabel Lopez
Artemisa Levana não é uma mulher-lobo qualquer; ela é um presságio. Marcada desde o nascimento por seu albinismo, a bruxa de sua alcateia sentenciou seu destino com um decreto tão cruel quanto absoluto: como loba branca, ela é a portadora de uma maldição ancestral. Para evitar que o mundo dos licantropos desmorone sob a sombra da tragédia, Artemisa foi condenada a uma vida de solidão e castidade. Deve manter-se virgem, longe do alcance de qualquer Alfa, sob o peso de uma profecia que a obriga a observar o mundo das sombras, sabendo que sua entrega seria o fim de tudo o que conhece. Seu maior sofrimento tem nome e olhos dourados: Canagan Amarok, o Alfa da alcateia aliada à sua família, o homem cuja bondade foi o único refúgio em sua vida de ostracismo, sempre foi o sonho proibido de Artemisa.

No entanto, aquele sonho foi despedaçado no dia da cerimônia, quando ela viu Canagan jurar amor eterno e marcar como sua Lua Cordelia, a cruel irmã mais velha de Artemisa. Mas o destino, caprichoso, tinha preparada uma ruptura brutal. Em meio ao casamento, o caos irrompe quando Velkan Amarok, o meio-irmão exilado de Canagan e o rebelde mais perigoso da estirpe, invade a mansão com um exército de párias. Velkan, com sua pele morena e seu selvageria indomável, chega buscando vingança e poder, desafiando Canagan para um duelo de sangue pela liderança. Em um ímpeto de desafio contra o irmão, Velkan rapta Artemisa diante de todos. Ele não apenas a toma como refém; ele a reivindica como sua própria Lua, desafiando os céus, a profecia e, acima de tudo, Canagan.

Agora, Artemisa encontra-se nas mãos de um Alfa que não conhece a piedade, arrancada de sua vida de submissão para ser o troféu de uma guerra sangrenta.
Helena — Amor Proibido — Meu Ex genro

Helena — Amor Proibido — Meu Ex genro

3.2k Visualizações · Atualizando · Sandra Ribeiro
FORDIDDEN ROMANCE + HOT ROMANCE + AMOR MADURO (+40) + DRAMA FAMILIAR + ROMANCE TABU

Durante vinte anos, Helena acreditou que conhecia a vida que havia construído.
Respeitada como médica, casada com um dos empresários mais influentes do país e mãe de Eduarda, uma modelo de sucesso que vive em Milão, ela tinha a certeza de que, apesar das imperfeições, sua família era sólida. Até que um escândalo destrói tudo.
Decidida a colocar um ponto final no casamento, Helena pede o divórcio. Mas, antes mesmo de conseguir reconstruir a própria vida, recebe uma ligação.
Eduarda sofreu um grave acidente e está em coma.
Ao desembarcar em Milão, Helena descobre que a filha escondia uma vida inteira de segredos. Um casamento do qual ela jamais ouvira falar. E um emaranhado de mentiras que parecem não fazer sentido.
Enquanto tenta desvendar quem Eduarda realmente se tornou, Helena encontra em Julian o único porto seguro em meio ao caos. O homem que todos acreditam ser o marido de sua filha.
À medida que a convivência aproxima os dois, nasce um sentimento que ambos sabem que jamais deveria existir. Afinal, como se apaixonar pelo homem que, aparentemente, pertence à própria filha?
Mas, em uma história onde nada é exatamente o que parece, cada revelação abre espaço para uma nova dúvida, e cada verdade escondida pode transformar completamente o destino de todos.
Por Trás das Grades

Por Trás das Grades

1.4k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Sentimentos surgem de maneira abstrata e de forma que jamais poderá ser esquecida, imprudências consequências graves que podem não haver perdão. Medo inconsequentes, desejos inapropriados e tudo que é proibido será feito, em busca de atenção amor e paixão.

Mais uma obra feita por mim espero que gostem.

Um beijo Nat.
Uma Noite Com Meu Chefe

Uma Noite Com Meu Chefe

4.3m Visualizações · Concluído · Ela Osaretin
Álcool e coração partido definitivamente não são uma boa combinação. Pena que aprendi isso um pouco tarde demais. Eu sou Tessa Beckett e fui dolorosamente dispensada pelo meu namorado de três anos. Isso me levou a ficar bêbada em um bar e ter uma noite de sexo com um estranho. Antes que ele me visse como uma qualquer no dia seguinte, eu o paguei pelo sexo e insultei profundamente sua habilidade de me satisfazer. Mas esse estranho acabou sendo meu novo chefe!
Batalha de Luna: O Jogo

Batalha de Luna: O Jogo

9.9k Visualizações · Atualizando · BilliejoPriestley
Elara: Vendida ao nascer, é uma serva do Alpha Draven. Elara foi reivindicada e mordida pelo Alpha Draven ainda jovem e teve seu lobo removido. Sem lobo e sem poder, ela está presa sob seu domínio e controle.

Quando um anúncio é feito sobre o Alpha Prime Darius procurando por sua Luna, Elara se inscreve secretamente. Escondendo o fato de que já foi reivindicada e mordida, ela espera nunca mais ouvir falar disso. No entanto, fica chocada quando os Soldados do Alpha Prime chegam para buscá-la.

Embora Alpha Draven queira recusá-la e mantê-la, ele está impotente e tem que seguir a ordem e deixá-la partir.

Quando Elara chega ao castelo, ela se vê entre outras possíveis Lunas e rapidamente percebe que essa competição nunca teve a intenção de encontrar a verdadeira companheira do Alpha Prime, mas sim a melhor candidata para ser Luna.

Sem um lobo, ela tem certeza de que será eliminada na primeira rodada. No entanto, fica surpresa quando não é mandada de volta para casa, mas sua presença ali não passa de publicidade. As coisas se complicam ainda mais quando Alpha Prime Darius escolhe uma Luna, e no mesmo dia, o lobo de Elara é devolvido a ela.
Rainha de copas

Rainha de copas

812 Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Você foi a minha perdição, mas eu sabia que seria a minha Salvação também, poderia ser meio óbvio a forte atração, o sangue nós olhos apenas por não ter a atenção desejada.
Mas não seria tão óbvio se não fosse você.

Mais uma feita por mim, com bastante carinho, espero que gostem.
A Noiva do Alfa Mafioso

A Noiva do Alfa Mafioso

7.3k Visualizações · Atualizando · Flavia Roberta
A noiva do. Alfa Mafioso, trás uma história envolvente, Clara e Miguel nunca se viram, mas eles mal sabem que o destino deles já estavam escritos, mesmo quando o perigo está por perto eles não param de buscar a verdade. Terão que superar muitas fases para chegar num final feliz. Mas será que eles querem final feliz?
O CEO Acima da Minha Mesa

O CEO Acima da Minha Mesa

1.1m Visualizações · Concluído · McKenzie Shinabery
“Você acha que ela precisa de você”, ele diz.

“Eu sei que precisa.”

“E se ela não quiser esse tipo de proteção?”

“Ela vai querer”, eu digo, baixando um pouco a voz. “Porque ela precisa de um homem que seja capaz de dar o mundo a ela.”

“E se o mundo pegar fogo?”

Minha mão se fecha de leve na cintura de Violet.

“Então eu construo um novo pra ela”, eu respondo. “Mesmo que eu tenha que queimar o velho com as minhas próprias mãos.”

Eu não trabalho para Rowan Ashcroft.
Eu trabalho abaixo dele.

Da minha mesa, eu decido quem consegue acesso ao CEO mais implacável da cidade e quem nunca passa da recepção. Eu administro o tempo dele, o silêncio dele, os inimigos dele. Eu mantenho o mundo dele funcionando enquanto o meu desaba em silêncio sob contas atrasadas, uma mãe internada numa clínica de reabilitação e um irmão que sumiu sem nem se despedir.

Rowan Ashcroft é poder embrulhado num terno sob medida.
Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.

E por muito tempo, eu fui apenas útil.

Até que ele começou a me observar.

No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.

Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.

Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.

Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.