
Término Feliz
leon · Concluído · 12.6k Palavras
Introdução
Eu sempre tive mais curvas. Quando os novos uniformes de líder de torcida, bem justos, chegaram ao vestiário, Kane não economizou na risada de deboche.
— Você está falando sério que vai desfilar por aí com isso? — ele escarneceu. — Ah, por favor. Você parece um porco prestes a estourar a própria pele. É vergonhoso.
Eu nem conseguiria começar a contar quantas vezes eu desmoronei por dentro por causa dos comentários ácidos de Kane. Mas, todas as vezes, eu me obriguei a engolir a humilhação.
Por quê? Porque ele era o quarterback estrela mais cobiçado do estado.
Porque, sempre que outra pessoa tentava infernizar a minha vida, ele entrava no meio com aquele jeito ferozmente impaciente e inegavelmente protetor. Essa era a minha justificativa.
Até a véspera do Campeonato Estadual.
Daisy, uma caloura ninguém, que mal tinha conseguido uma vaga no time de líderes de torcida, pegou o livro de jogadas confidencial que nossa equipe tinha passado três meses agonizantes aperfeiçoando e entregou, na cara dura, aos nossos maiores rivais.
Normalmente, Kane teria escarnecido e estraçalhado a culpada com palavras até não sobrar nada da dignidade dela.
Mas, desta vez? Ele só deu um passo à frente, tirou um pacote de lenços de papel do bolso da jaqueta varsity cara, jogou aos pés de Daisy e desviou o olhar.
— Para de chorar — disse ele, com a voz estranhamente contida. — O estrago já foi feito, e lágrima nenhuma vai consertar porra nenhuma. Além disso, seu rosto fica todo vermelho e inchado quando você chora. Fica feio.
Capítulo 1
Kane era o tirano incontestável do nosso colégio, notoriamente cruel com as palavras.
Eu sempre fui mais cheinha. Quando os novos uniformes de cheerleader, bem justos, chegaram ao vestiário, Kane não se conteve e soltou uma risada de deboche.
— Você vai mesmo desfilar por aí com isso? — ele zombou. — Ah, por favor. Você parece um porco prestes a estourar a própria pele. É vergonhoso.
Eu nem conseguia começar a contar quantas vezes desmoronei por dentro por causa das farpas ácidas do Kane. Mas, todas as vezes, eu me forçava a engolir a humilhação.
Por quê? Porque ele era o quarterback estrela mais cobiçado do estado.
Porque, sempre que alguém tentava me infernizar, ele se metia no meio com aquele jeito ferozmente impaciente e inegavelmente protetor. Essa era a minha justificativa.
Até a véspera do Campeonato Estadual.
Daisy, uma caloura insignificante que mal tinha conseguido entrar na equipe de cheerleader, pegou o livro de jogadas confidencial que o nosso time passou três meses agonizantes aperfeiçoando e entregou, na cara dura, aos nossos maiores rivais.
Normalmente, Kane teria zombado e destruído o culpado com palavras até não sobrar nada da dignidade da pessoa.
Mas, dessa vez? Ele só deu um passo à frente, tirou um pacote de lenços do bolso da jaqueta varsity cara, jogou aos pés da Daisy e desviou o olhar.
— Para de chorar — disse ele, com a voz estranhamente contida. — O estrago já está feito, e lágrima nenhuma vai consertar porcaria nenhuma. E, além disso, seu rosto fica todo vermelho e inchado quando você chora. Fica feio.
…
Agora, o ar do lado de fora do vestiário dos jogadores estava denso o bastante para pegar fogo.
Cinco minutos atrás, o comitê do torneio tinha jogado a bomba: por causa de uma violação grave de confidencialidade tática, para manter a integridade do jogo, o time de futebol americano da nossa escola estava oficialmente desclassificado do campeonato.
Não era só um jogo.
As arquibancadas já estavam cheias de olheiros da Ivy League. Para muitos dos caras do elenco, aquilo era o único bilhete de saída — a única chance de conseguir uma bolsa esportiva integral e mudar de vida. E agora, todo o sangue, suor e lágrimas tinham virado fumaça.
— Um acidente? Você acha que a gente tem cara de idiota? — rugiu para a Daisy o nosso linebacker titular, um cara de cabelo raspado e olhos injetados.
— Quem “acidentalmente” imprime um livro de jogadas inteiro, grosso pra caramba, página por página, e enfia certinho por baixo da porta do vestiário do time rival?!
Os olhos da Daisy estavam vermelhos nas bordas, e os ombros dela tremiam sem controle. — Eu sinto muito, gente... eu juro que não foi por mal.
Eu só estava entregando as bebidas esportivas e confundi os números dos vestiários... Eu sei que estraguei o esforço de vocês, eu sei mesmo que eu fiz merda...
O time não acreditava em um segundo daquilo. A fúria no corredor ameaçava arrancar o teto.
— Os dois vestiários ficam em lados opostos do estádio! Norte e Sul! Você vai me dizer que não sabe nem se orientar?
— Guarda esse choro falso! Você está fazendo cena pra quem? Esse tipo de “erro de quem não tem cérebro” é pior do que envenenar direto os nossos bebedouros!
Bem na hora em que a indignação ameaçava ferver e virar algo físico, Kane soltou um riso baixo de desdém.
“Cuidem da boca.” Kane se colocou na frente de Daisy, o olhar gélido varrendo os próprios companheiros de equipe. “Um bando de marmanjo encurralando e intimidando uma garota numa hora dessas? Patético.”
Um silêncio mortal caiu sobre o corredor.
Todos encararam Kane, em pura incredulidade.
Aquele era o predador no topo da cadeia alimentar do colégio, um perfeccionista obcecado por limpeza que desprezava incompetência.
Normalmente, se um wide receiver errasse uma única rota em campo, Kane o ridicularizava sem piedade. Ele nunca tolerava fraqueza.
E, no entanto, ali estava ele, defendendo publicamente uma novata que acabara de cometer alta traição contra o próprio time.
Ao encarar o pacote de lenços jogado aos pés de Daisy, uma onda sufocante de amargor subiu pela minha garganta, ardendo nos meus olhos.
Eu conhecia bem demais aquele tom — aquela mistura específica de nojo e resignação relutante.
Mas a realidade esmagadora era esta: todas as vezes em que as palavras cruéis dele me rasgaram por dentro, me deixando soluçando no meu quarto, ele só ficava ali, com as mãos enfiadas fundo nos bolsos, os olhos cheios de uma irritação absoluta.
Dá pra parar com isso? Você vai mesmo chorar pra sempre por uma besteira dessas? Jesus, você é irritante.
Ele nunca, nem uma única vez, mostrou comigo uma fração da paciência que estava mostrando com ela agora. A discrepância gritante me atingiu como um tapa na cara, me sacudindo violentamente, me arrancando de anos de autoengano.
Aos poucos, os olhares carregados se desviaram de Kane e pousaram em mim. Como capitã das líderes de torcida — e a namorada oficialmente assumida de Kane, notoriamente — eles esperavam a minha decisão.
Puxei o ar, cravando as unhas nas palmas para me obrigar a manter os pés no chão. Encarei Daisy, fungando, sem desviar.
“Se isso foi um erro honesto ou uma sabotagem calculada, o fato é que você comprometeu o time inteiro e arruinou o futuro de muita gente.” Mantive a voz neutra, firme. “A partir de agora, você está fora de todos os próximos jogos e eventos do grupo. Você está fora das líderes de torcida.”
A cabeça de Daisy se ergueu num solavanco, me encarando em choque absoluto, antes de as lágrimas começarem a cair ainda mais forte.
“Wynne, eu sei que você sempre me desprezou porque eu venho de uma família comum. Eu sei que você me odeia”, ela soluçou, a voz falhando perfeitamente na hora certa.
“Mas ninguém é perfeito. Eu pedi desculpas! Você vai mesmo tirar o meu único sonho por causa de uma curva errada?”
Os jogadores de futebol americano, que tinham se calado por um instante, explodiram de novo, furiosos com a ousadia dela.
“Que sonho?! Você nem consegue lembrar formações básicas! Você puxa o time pra baixo toda vez que pisa no campo, e agora tá pagando de vítima?”
“Você devia agradecer a Deus por a gente não estar te fazendo pagar o prejuízo financeiro que você causou a este time! Cai fora daqui!”
“Chega!”
Kane rosnou, a voz estalando como um chicote. Ele virou o rosto e olhou para mim. A expressão nos olhos dele era completamente estranha — carregada de nojo puro, sem filtro.
“Wynne, você deveria ser uma líder. Vai mesmo ficar aí parada assistindo um bando de caras intimidar alguém que não tem como revidar?”
Ele zombou, dando um passo à frente, se impondo sobre mim.
“Usando esse seu tiquinho de poder pra acertar contas pessoais? Fazendo papel de patricinha cruel? É, eu esqueci — você sempre foi cúmplice desse tipo de merda.”
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#9 Capítulo 9
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Última Atualização: 7/7/2026#1 Capítulo 1
Última Atualização: 7/7/2026
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Ele não podia sair.
Ele não podia viver.
Ele era escondido. Esquecido. Quebrado.
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Naquela noite, Lucien foi entregue a Zayn Kingsley —
Um herdeiro bilionário da máfia.
Um dos Oito que governam a cidade das sombras.
Ele tem duas esposas. Uma filha. E um pai morrendo, sussurrando:
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Zayn não acredita em fraqueza.
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Mas o que Zayn não sabe…
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🩸 Lucien pode gerar um herdeiro.
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Contrato Encerrado, Começa a Obsessão
Desesperada para transformar nosso acordo de dois anos em algo de verdade, eu dei tudo: meu nome, meu corpo, até o meu silêncio sobre o que eu sentia lá no fundo. Mas o que eu recebi foram conversas frias e portas fechadas — nenhuma intimidade de verdade, nenhum acolhimento, nada real. Até que, um dia, meu coração se estilhaçou.
Então eu fui embora: divórcio, pedido de demissão e um juramento de recomeçar do meu jeito. Meu escritório de advocacia nasceu — e prosperou, assim como eu também comecei a prosperar.
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E, quando minha família tóxica reapareceu para destruir tudo o que eu tinha construído — desta vez, ele não deixaria que eu enfrentasse aquilo sozinha.
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“Por que você continua me perseguindo?” ela perguntou baixinho, lutando para manter a compostura. Ela parecia perder o fôlego só de vê-lo. Como esperado, ele não disse uma palavra enquanto seus olhos frios continuavam a fixar-se em seu rosto. “Você gosta de mim?” ela perguntou novamente, ignorando a indiferença em sua expressão.
Desta vez, ele fez um som de reprovação enquanto pegava uma mecha de cabelo perto da orelha dela, brincando com ela entre os dedos. “Você não acha que 'gostar' é uma palavra muito forte, Sininho?” ele sussurrou, inclinando-se mais perto, para que ela pudesse senti-lo. No entanto, seus olhos ainda estavam sombrios e vazios, desprovidos de emoção. Ela engoliu discretamente, sem saber o que poderia estar passando pela cabeça dele. “É natural, Branca de Neve, só me ocorreu que você é a primeira mulher que reconheci como uma dama.”
Ela é a boa menina. Não é diferente de uma introvertida entediante, uma dama reservada que falava pouco. Ela não tinha um relacionamento mútuo com sua família. Com o tempo, ela se apaixonou por um homem que não estava fora de seu alcance. Mas esse homem a quebrou e a deixou em pedaços, o que a fez odiar a si mesma.
Justo quando ela estava juntando seus pedaços quebrados, Zachary Gonzalez entrou em sua vida com seus mistérios.
Minha tentação usa terno
Imersa no mundo dos CEO's desde que nasceu, sua vida sempre se enlaçou a homens que usavam ternos. E ela cabia despir cada peça de roupa que os envolvia, a começar pelas gravatas, aproveitando-se dos belos corpos que cruzavam seu caminho, dos donos e herdeiros das maiores empresas de Noriah Norte.
O que ela não esperava era ser envolvida num grande escândalo no dia de seu noivado, armado por alguém que estava dentro de sua própria casa. Disposta a dar a volta por cima, já que nada lhe abalava e tudo que queria era mostrar-se uma mulher forte, Malu não esperava pelo segundo tombo, agora para destruí-la por completo.
Tendo que deixar seu próprio lar, e obrigada a amadurecer e ter responsabilidades, deixando a vida de bebedeiras e homens de uma noite para trás, agora ela tinha que escolher o caminho a tomar: recuperar seu noivo, seguir com o amante ou lutar pelo seu verdadeiro amor.
O que Maria Lua não esperava era que em meio a todas as suas dúvidas, imersa num mundo de negócios, chantagens, roubos e antiético, um novo homem cruzasse seu caminho. Seria ele a sua redenção? Ou estaria disposto a destruir o coração dela por completo, como ela fez a vida inteira com os homens?
Tudo poderia ser incerto e catastrófico na vida de Maria Lua Casanova, exceto os homens de terno... Estes sim, sempre foram a sua tentação.
O anjo que veio do inferno
Ela é a herdeira de um dos políticos mais ricos e poderosos do país e vive num mundo rodeado de luxo.
Ele é centrado, inteligente, criativo e vive em prol não só dos fiéis que frequentam sua paróquia, mas também se doa integralmente a causas nobres.
Ela é mimada, egocêntrica, narcisista e não aceita ser contrariada, pois sempre teve tudo que desejou.
Ele se tornou padre por um milagre alcançado e acredita em Deus e no poder do amor e do perdão.
Ela não acredita em Deus, pois quando mais precisou Dele, foi abandonada.
Ambos tiveram um passado triste e sombrio e carregam a culpa em suas consciências.
Quando Danna é enviada à Machia como castigo, desafia a si mesma ao tentar seduzir o padre Killian. Em contrapartida, Killian vê na jovem uma oportunidade de redenção espiritual e decide guiar seus passos na fé. À medida que suas histórias interligadas se desdobram, ambos enfrentam a tentação de sucumbir aos sentimentos intensos que surgem entre eles. Contudo, um passado sombrio e compartilhado ameaça ressurgir, lançando dúvidas sobre o destino de seu improvável vínculo.












